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- TPS de salvadorenhos segue em vigor provisoriamente
Presidente de El Salvador é um dos principais aliados da política anti-imigrante do governo Trump WASHINGTON - O Status de Proteção Temporária (TPS) para os salvadorenhos nos Estados Unidos segue em vigor por enquanto, segundo o site do Serviço de Cidadania e Imigração (USCIS), um dia depois do vencimento oficial da data limite. "Um anúncio sobre o TPS de El Salvador será feito no momento oportuno. Até que este anúncio seja feito, as pessoas salvadorenhas presentes nos Estados Unidos sob o TPS mantêm sua proteção, incluindo a autorização para trabalhar", diz uma mensagem postada na página do USCIS na quinta-feira, 10. O TPS protege da expulsão dos EUA pessoas que não podem retornar a seus países por causa de guerras, desastres naturais ou outras circunstâncias extraordinárias. Desde que o presidente americano, Donald Trump, voltou à Casa Branca, em 2025, sua administração revogou o TPS para migrantes de mais de uma dúzia de países, entre eles Venezuela, Nicarágua, Honduras e Somália. Em junho, a Suprema Corte ratificou o direito do governo a encerrar o TPS no caso do Haiti, o que na prática significa uma luz verde para a dura política do governo de Donald Trump, que se vangloria de ter reduzido radicalmente a admissão de refugiados. No caso de El Salvador, o TPS foi prolongado por 18 meses em 10 de março de 2025, e o prazo vencia em 9 de setembro. Essa data foi mantida no site do organismo migratório americano, mas fontes oficiais do governo confirmaram a veículos de imprensa americanos, sob condição do anonimato, que por enquanto o status quo se mantém. O Departamento de Segurança Interna (DHS) não respondeu aos pedidos de informação da AFP sobre o assunto. Cerca de 170 mil salvadorenhos se beneficiam do TPS atualmente. O presidente salvadorenho, o conservador Nayib Bukele, é um dos principais aliados de Donald Trump na América Latina e o TPS é um dos pontos mais importantes da relação bilateral. El Salvador foi um dos primeiros países a aceitar a chegada de aviões com migrantes irregulares expulsos dos EUA, uma das ferramentas de Trump para reduzir a imigração ilegal. ** Com AFP **
- EUA relembram 25 anos do 11 de Setembro com homenagens em Nova York e no Pentágono
Ex-presidentes dos EUA compareceram ao Marco Zero nesta sexta-feira para homenagear as vítimas NOVA YORK - Os Estados Unidos realizam nesta sexta-feira, 11, uma série de cerimônias para marcar os 25 anos dos atentados de 11 de Setembro, que deixaram quase 3 mil mortos e destruíram as Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York, em 2001. A principal homenagem ocorreu no Memorial do 11 de Setembro, no local onde ficavam as torres. Familiares das vítimas participaram da cerimônia e fizeram a leitura dos nomes dos mortos nos ataques contra Nova York, o Pentágono e em Shanksville, na Pensilvânia. Às 8h46 foi feito um minuto de silêncio para lembrar o momento em que o primeiro avião atingiu a Torre Norte do World Trade Center. Após a homenagem, o violoncelista Yo-Yo Ma se apresentou, antes da leitura dos nomes das vítimas. A cerimônia foi aberta por dois jovens que perderam, respectivamente, um tio e um avô nos atentados. O ato também reuniu o vice-presidente J.D. Vance e todos os ex-presidentes americanos vivos: Joe Biden, George W. Bush, Barack Obama e Bill Clinton. O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, também participou da cerimônia, apesar de ter enfrentado resistência da população por conta de ser muçulmano e porque um de seus conselheiros atuou como advogado de um integrante da Al-Qaeda, grupo responsável pelos atentados. Paralelamente, o presidente dos EUA, Donald Trump, participou de uma cerimônia no Pentágono, em Washington, acompanhado da primeira-dama Melania Trump. O edifício foi um dos alvos dos ataques de 11 de Setembro, quando o voo 77 da American Airlines atingiu o complexo às 9h37 e deixou os 59 cidadãos a bordo mortos. A primeira parte da cerimônia também incluiu a leitura dos nomes das 125 pessoas que morreram no Pentágono. Durante a execução do hino nacional americano, Trump prestou continência e, na sequência, depositou flores em homenagem às vítimas. Em seu discurso, o republicano afirmou que os Estados Unidos devem manter viva a memória dos mortos e destacou a determinação do país no combate ao terrorismo. "Nunca, jamais esqueceremos os nomes deles. É por isso que lutamos hoje. Não temos escolha. A única opção é a vitória", enfatizou. O republicano também prometeu proteger os EUA e suas liberdades para as futuras gerações. "Protegeremos este país e suas liberdades para todas as gerações futuras; nós o protegeremos como nunca antes." Durante o discurso no Pentágono, Trump também desviou o foco da cerimônia para a política externa americana, afirmando que os Estados Unidos estão enfrentando o que chamou de "terror horrível e perverso". Além disso, homenageou militares envolvidos em ações contra o Irã. O líder norte-americano classificou a República Islâmica do Irã como "o maior patrocinador do terrorismo no mundo" e afirmou que o país não terá uma arma nuclear. "Prestamos homenagem aos militares que trabalham neste momento para garantir que o maior patrocinador do terrorismo no mundo, a República Islâmica do Irã, nunca — sob nenhuma circunstância — possua uma arma nuclear", destacou. Também hoje, uma missa em memória das vítimas foi celebrada na Catedral de São Patrício, em Nova York. Biden e Mamdani participaram da cerimônia e ficaram na primeira fila. Na homilia, o arcebispo de Nova York, monsenhor Ronald Hicks, afirmou que o sofrimento provocado pelos ataques permanece 25 anos depois, porque uma tragédia da dimensão do 11 de Setembro "nunca desaparece completamente". O religioso também destacou a importância da união entre diferentes comunidades religiosas e afirmou que rabinos, imãs e ministros protestantes estiveram presentes nas celebrações. "Precisamos uns dos outros", afirmou ele, acrescentando que a cura, a paz, a justiça e a unidade dependem de um esforço contínuo da sociedade. As cerimônias desta sexta-feira lembram um dos acontecimentos mais traumáticos da história recente dos Estados Unidos. Em 11 de setembro de 2001, quatro aviões comerciais foram sequestrados por integrantes da Al-Qaeda. Dois deles atingiram as Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York. Outro atingiu o Pentágono, na região de Washington. O quarto avião caiu em um campo próximo a Shanksville, na Pensilvânia, depois que passageiros e tripulantes tentaram retomar o controle da aeronave. Ao todo, 2.977 pessoas morreram nos ataques. As vítimas foram representadas por drones que reconstruíram as Torres Gêmeas na noite anterior. ** Com Ansa **
- Preço do diesel atinge máxima histórica nos EUA
Bombas chegam a U$S 6 o galão pela primeira vez na história dos EUA WASHINGTON - O preço médio do diesel nos Estados Unidos ultrapassou, nesta quinta-feira, 10, US$ 6 por galão pela primeira vez na história, segundo o site de acompanhamento de preços GasBuddy. Especialistas afirmam que a alta é resultado da guerra contra o Irã e os ataques ucranianos e refinarias russas reduziram a oferta. O aumento dos preços dos combustíveis tem pesado fortemente sobre os consumidores este ano, que já enfrentavam a inflação. Isso se tornou um ponto delicado para o presidente Donald Trump e os parlamentares republicanos que tentam manter maiorias estreitas no Congresso dos EUA nas eleições de meio de mandato em novembro. As altas recordes do diesel ocorrem no momento em que os futuros do petróleo voltaram a subir acima de US$ 100 por barril, devido à intensificação do conflito entre os EUA e o Irã. Ontem, os futuros do petróleo bruto atingiram seu nível mais alto desde meados de maio, com o Brent fechando em US$ 107,63 por barril e os futuros do West Texas Intermediate fechando em US$ 102,48 por barril. O petróleo bruto é o principal fator que influencia os preços dos combustíveis. “Cada caminhão, cada entrega, cada pacote, cada ida ao supermercado ficou mais caro”, disse em rede social o analista da GasBuddy, Patrick De Haan. “Os preços recordes do diesel afetarão todas as cargas, remessas e entregas que os norte-americanos recebem, e provavelmente reacenderão a inflação em toda a cadeia de suprimentos”, acrescentou. ** Com Reuters **
- Nubank entra no mercado dos EUA e lança conta global
NOVA YORK - O Nubank anunciou nesta quinta-feira (10) o início das suas operações nos Estados Unidos, oferecendo um amplo pacote de produtos financeiros, incluindo cartão com cashback de até 2%. A fintech também confirmou o lançamento de uma conta global capaz de movimentar dinheiro em mais de 35 países. “Mais de uma década de compromisso inabalável com os clientes, crescimento disciplinado, execução lucrativa e um negócio construído para escalar é o que nos dá a confiança para dar o próximo passo agora. Este é o primeiro marco de uma jornada de várias décadas para posicionar o Nu como o principal banco digital do mundo”, afirmou o CEO da instituição financeira, David Vélez, em comunicado. A operação é executada em parceria com o Lead Bank, integrante do Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC). A conta traz cartão de débito de metal em edição limitada, metas de economia dedicadas e pagamentos de contas; Transferências locais e internacionais sem taxas e em poucos minutos para o Brasil, México e Colômbia, com expansão prevista para mais países, também fazem parte do pacote. Os clientes terão, ainda, a possibilidade de aumentar o rendimento para 4,50% se alcançarem a meta de economizar até US$ 10 mil, vinculando a conta ao cartão de crédito e realizando transações elegíveis. Ag. Estado
- Autoridades descartam brasileiros entre crianças resgatadas na Flórida
Operação na Flórida fortaleceu esperanças de família para encontrar Ágatha Isabelly, 6 anos, e Allan Michel, 4 TAMPA BAY - As autoridades do Brasil e dos Estados Unidos descartaram nesta quarta-feira, 9, que há brasileiros entre as crianças regastadas na Flórida em uma operação contra o tráfico humano no mês passado, mas a suspeita abriu a possibilidade de novos caminhos de busca pelos menores. Após boatos de que Ágatha Isabelly, 6 anos, e Allan Michel, 4, poderiam estar entre as vítimas encontradas pela 'Statewide Shield' (Escudo Estadual), Clarice Cardoso conseguiu uma reunião na sede da Polícia Federal, em São Luís, no Maranhão, para pedir a inclusão do nome dos filhos na lista amarela da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol). Mesmo com a negativa dos EUA de que há brasileiros entre os resgatados, a PF coletou o material genético de Clarice para ser comparado com o DNA de uma das crianças que a família, através de uma foto, acredita ser Allan. O pedido será analisado pela Diretoria de Cooperação Internacional da Polícia Federal e, posteriormente, encaminhado à Interpol, que decidirá sobre a emissão do alerta aos países-membros. Ágatha Isabelly e Allan Michel desapareceram em 4 de janeiro na comunidade quilombola São Sebastião dos Pretos, em Bacabal, junto com o primo Anderson Kauã, de 8 anos. Anderson foi encontrado três dias depois, mas não há pistas sobre o paradeiro dos irmãos, apesar das buscas terrestres, aquáticas, uso de cães, drones e mobilização de voluntários. José Arthur sumiu do quintal de casa A operação na Flórida também trouxe esperança para a família de José Arthur Sousa Barros. O menino, de 1,6 ano desapareceu na noite de 26 de março, na Vila Peruana, área rural de Eldorado do Carajás, no sudeste do Pará. Ele brincava com os primos no quintal da casa onde morava com a família quando sumiu. Geiciara Souza Gonçalves, mãe de José Arthur, também forneceu material para elaborar o perfil genético para compor o Banco Nacional de Perfis Genéticos para eventuais comparações realizadas por meio da Interpol. A mãe do menino Edson Davi Silva Almeida, que sumiu na Praia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, em 2024, quando tinha apenas 6 anos, também forneceu material genético para exame de DNA. Marize Araújo também tem esperança de encontrar o filho através de operações internacionais. 'Statewide Shield' A operação 'Statewide Shield' (Escudo Estadual), realizada entre 17 e 21 de agosto, resgatou 163 menores com idades de dois meses a 17 anos. Até o momento três pessoas foram presas, confirmaram as autoridades. De acordo com o gabinete do procurador-geral da Flórida, James Uthmeier, muitas das crianças resgatadas sofriam diferentes níveis de abuso, negligência, exploração ou contato com atividades criminosas, incluindo casos relacionados ao tráfico humano. “Muitas dessas crianças foram vítimas de pessoas que atacam os mais vulneráveis”, declarou Uthmeier durante o anúncio no dia 25 de agosto dos resultados da operação que envolveu pelo menos 12 países, entre eles o Brasil . A PF, no Brasil, também investiga o uso de menores na travessia de imigrantes para os EUA pela fronteira com o México. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA (mancheteusa.com)
- Aposentadoria não é sorte, é planejamento
Você pesquisa passagem. Compara hotéis. Escolhe restaurantes. Calcula quanto vai gastar. Organiza tudo para uma viagem que vai durar dez dias. Certo? Mas e a sua aposentadoria, que pode durar 20 ou 30 anos? Você tem planejado? Pode parecer uma comparação simples, mas nós planejamos muitas coisas ao longo da vida: viagens, investimentos, compra de imóveis, educação dos filhos, construção de patrimônio. E, mesmo assim, muita gente deixa para pensar na aposentadoria somente quando ela está próxima. O simulador do INSS não é um planejamento É muito comum alguém abrir o aplicativo do Meu INSS, olhar a simulação e pensar: “Pronto. É isso que eu vou receber.” Mas não é assim que deveria funcionar. O simulador pode trazer uma estimativa baseada nas informações disponíveis no sistema, mas ele não conhece os seus objetivos e, principalmente, não analisa qual estratégia pode ser mais interessante para você. Planejamento de aposentadoria é muito mais do que descobrir uma possível data para pedir o benefício. É olhar para o seu histórico de trabalho, analisar o que você já construiu e descobrir se existe uma estratégia melhor para os próximos anos. Na prática, é conseguir responder três perguntas fundamentais: Quando eu posso me aposentar? Quanto eu poderei receber? Quanto preciso investir até lá para buscar o benefício que desejo? Pagar mais INSS nem sempre é a melhor estratégia Muita gente acredita que, se aumentar as contribuições para o INSS, automaticamente terá uma aposentadoria muito maior. Mas nem sempre esse investimento traz o retorno esperado. Leia também: Com quantos anos meu filho pode começar a pagar INSS? Dependendo do seu histórico contributivo e das regras aplicáveis ao seu caso, você pode investir milhares de reais a mais durante os próximos anos e perceber que o aumento no benefício foi muito menor do que imaginava. É por isso que um planejamento precisa comparar cenários. Você pode descobrir que está pagando INSS demais para o resultado que pretende alcançar. Pode descobrir que está pagando menos do que deveria para construir a aposentadoria que deseja. Ou pode perceber que está contribuindo de uma maneira que simplesmente não faz sentido para o seu objetivo. Planejar não significa necessariamente contribuir mais. Significa saber quanto contribuir, por quanto tempo e o que aquele dinheiro poderá representar na sua aposentadoria. Quanto antes você souber, mais tempo terá para escolher Esse talvez seja um dos maiores benefícios de planejar a aposentadoria com antecedência. Quando você conhece as possibilidades anos antes de pedir o benefício, ainda existe tempo para comparar estratégias, corrigir caminhos e tomar decisões melhores. A aposentadoria deixa de ser uma surpresa no futuro e passa a ser algo que você começa a construir conscientemente no presente. Então, se você planeja suas férias, seus investimentos e seu patrimônio, por que deixaria ao acaso justamente a renda que poderá sustentar uma das fases mais importantes da sua vida? Antes de simplesmente pagar INSS, descubra qual aposentadoria você está construindo com esse dinheiro. Porque a melhor aposentadoria não é necessariamente de quem mais contribui. É de quem contribui com estratégia. Aposentadoria não é sorte. É planejamento. ** Por Gisele Jucá Advogada especialista em Direito Previdênciário com atuação no planejamento de aposentadorias de brasileiros residentes no Brasil e no exterior. @minhaadvogadagiselejuca
- Brasileiro alega inocência em atropelamento fatal em Framingham
Depoimentos corroboraram para identificar o responsável, segundo a polícia FRAMINGHAM - O brasileiro Ronei de Oliveira, 44 anos, se declarou inocente na terça-feira, 8, da acusação de ter atropelado e matado um homem em Framingham, Massachusetts, um dia antes. Ele está preso sob fiança de US$ 250 mil. A promotoria do Condado de Middlesex afirma que Oliveira atropelou Philip Bligh, de 62 anos, com uma caminhonete na Hollis Street, por volta das 22h30, de segunda-feira, 7, e fugiu do local sem prestar socorro. A vítima chegou a ser socorrida, mas foi declarada morta no hospital. De acordo com o Boletim de Ocorrência, o suspeito deixou a cena do acidente a pé e retornou em seguida. Os policiais notaram que ele "exalava um forte cheiro de álcool". Depoimentos corroboraram para identificar o responsável, acrescenta a polícia. O brasileiro também responde por dirigir sob influência de álcool e direção negligente, segundo registros judiciais. Ele volta à Corte Distrital de Framingham para uma audiência de causa provável em 30 de setembro. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA (mancheteusa.com)
- Trump promete US$ 5 mil a adultos caso republicanos vençam eleições de meio de mandato
Promessa de Trump de distribuir dinheiro para eleitores pode não está prevista em lei DALLAS - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu pagar um "dividendo" de US$ 5 mil a cada adulto caso o Partido Republicano mantenham a maioria na Câmara dos Representantes e no Senado nas próximas eleições de meio de mandato. A declaração foi feita nesta quarta-feira, 9, durante a primeira noite da convenção republicana realizada em Dallas, no Texas. Segundo Trump, o pagamento funcionaria de forma semelhante aos dividendos distribuídos por empresas aos seus acionistas. "Posso prometer uma coisa a vocês: se os republicanos conquistarem a Câmara e o Senado, distribuirei um dividendo de US$ 5 mil a todos os adultos", afirmou o presidente. Trump acrescentou, no entanto, que a única restrição é que o dinheiro deverá ser gasto dentro dos EUA. De acordo com ele, o benefício "será chamado de dividendo Trump", sem dar detalhes adicionais sobre a proposta. Durante o discurso, que durou pouco menos de duas horas, o presidente fez novos ataques aos democratas. Trump afirmou que os EUA não podem permitir que o "comunismo vença" e classificou candidatos democratas, como Abdul El-Sayed, em Michigan; Roy Cooper, na Carolina do Norte; e James Talarico, no Texas, como "extremistas". O presidente disse ainda que Talarico "é o pior de todos", principalmente porque diz que "Deus é transgênero" e que os "Dez Mandamentos são uma forma de fascismo". "Voto nos democratas é um voto em um pequeno grupo de extremistas que manterá toda a América refém", ressaltou. Em seu pronunciamento, Trump também apresentou algumas de suas promessas, como a permanência de seus cortes de impostos, a redução das taxas de transação de cartões de crédito e medidas para impedir legalmente a reabertura da fronteira com o México. ** Da Redação **
- Carteiras de motorista de 8,2 mil moradores de Michigan são emitidas com foto de homem aleatório
Carteiras com erros foram impressas em 26 de agosto, confirmaram as autoridades estaduais LANSING - Cerca de 8,2 mil moradores de Michigan receberam carteiras de motorista ou documentos de identidade estaduais com informações impressas incorretamente. Em geral, o erro está no lugar da fotografia secundária do titular. Os cartões exibem a imagem de um homem sorridente retirada de um banco de imagens. Os documentos também traziam a data de nascimento genérica de 1º de janeiro de 1967. Alguns portadores perceberam ainda que a altura ou o peso estavam incorretos. O escritório da secretária de Estado dp Michigan informou que o problema atingiu especificamente carteiras impressas em 26 de agosto e foi provocado por uma falha da Idemia, companhia de tecnologia sediada na Virgínia, que produz os documentos. Real ID Os cartões fazem parte do sistema Real ID dos Estados Unidos criado em 2005. De acordo com regulamentações que entraram em vigor no ano passado, os documentos atendem às exigências de "extrema segurança" para embarcar em voos domésticos no país. Mas essa não foi a primeira falha recente envolvendo o Real ID nos EUA. Em janeiro, aproximadamente 325 mil moradores da Califórnia precisaram substituir seus documentos por conta de um erro de software que afetou a forma como as datas de validade eram aplicadas a algumas carteiras. ** Com Agências **
- Flórida expande restrição para indocumentados em universidades
As universidades e faculdades públicas na Flórida, assim em como todos os EUA, são pagas TALLAHASSE - O governo da Flórida avançou contra a presença de imigrantes indocumentados no Ensino Superior a partir do próximo ano letivo em instituições que podem custar até US$ 31 mil por ano. A decisão unânime do Conselho de Governadores do Sistema Universitário Estadual no dia 4 de setembro impede a matrícula inicial de qualquer pessoa que esteja ilegalmente nos Estados Unidos em todas as 12 universidades públicas do Estado em 2027. A medida não atinge alunos que já estão matriculados. A mesma regra já havia sido aprovada em junho pelo Conselho Estadual de Educação que descartou ingresso de indocumentados em todas as 28 faculdades (Colleges) públicas da rede. Leia também: Flórida fecha as portas de faculdades públicas para imigrantes indocumentados As resoluções incluem 8 mil alunos que concluem o Ensino Médio no Estado anualmente, mas não possuem documentação imigratória regularizada, e podem significar milhões de dólares a menos para a Eduação uma vez que as instituições, diferente do Brasil, são pagas. O impacto também se estende à educação de adultos, incluindo cursos de inglês (ESOL) e turmas preparatórias para o GED, equivalente ao supletivo . É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA (mancheteusa.com)
- Flórida fecha as portas de faculdades públicas para imigrantes indocumentados
Estudantes que já estão inseridos no sistema de Ensino Superior foram poupados TALLAHASSEE - A partir do próximo ano letivo, que começa em agosto, imigrantes indocumentados não serão aceitos em universidades públicas da Flórida. A decisão do Comitê de Educação de junho inclui os jovens que concluíram o Ensino Médio no Estado, mas não possuem documentação imigratória regularizada. O impacto também se estende à educação de adultos, incluindo cursos de inglês (ESOL) e turmas preparatórias para o GED, equivalente ao supletivo americano. A partir de agora, será exigida comprovação de cidadania ou residência legal no momento da matrícula para programas financiados pelo governo estadual, afetando cerca de 8 mil alunos que se formam na High School anualmente. Os estudantes que já estão matriculados ou que já foram admitidos nas 28 instituições estaduais não serão afetados pela nova regra. ** Com Agências **
- Americanos temem mais extremistas domésticos do que ataques estrangeiros
A imagem do terror era vista de todos os ângulos de NY NOVA YORK - Vinte e cinco anos depois que os ataques de 11 de Setembro, os americanos estão mais preocupados com ataques de extremistas domésticos do que com grupos estrangeiros, segundo pesquisa Reuters/Ipsos divulgada essa semana. Quando questionados sobre qual seria a maior ameaça à segurança do cidadão comum, 33% dos entrevistados escolheram o terrorismo doméstico, enquanto 20% optaram pelo terrorismo estrangeiro e 42% apontaram atos aleatórios de violência, como tiroteios em massa, de acordo com o levantamento entre 28 e 31 de agosto. O quadro era bem diferente há uma década. Uma pesquisa das mesmas instituições em meados de 2013 mostrou que 21% dos americanos consideravam o terrorismo doméstico a principal ameaça, um número inferior aos 28% que apontaram o terrorismo estrangeiro e aos 51% que escolheram atos aleatórios de violência. Ataques Em 11 de setembro de 2001, militantes estrangeiros da Al-Qaeda lançaram aviões contra o World Trade Center, em Nova York, e o Pentágono, nos arredores de Washington, matando milhares de pessoas e desencadeando décadas de guerra, incluindo a invasão liderada pelos EUA ao Afeganistão, onde os líderes da grupo terrorista estavam baseados. A Al-Qaeda também inspirou o atentado à Maratona de Boston de 2013, no qual dois irmãos nascidos no exterior mataram três pessoas e feriram mais de 260, com uma quarta vítima fatal ocorrendo alguns dias depois. Mas os EUA também testemunharam muitos ataques de origem doméstica, incluindo o tiroteio em massa de 2016 que matou 49 pessoas em uma boate gay na Flórida e outros ataques contra negros, latinos ou judeus. O próprio presidente Donald Trump enfrentou tentativas de assassinato, incluindo um ataque em 2024 que feriu sua orelha, e o ativista conservador Charlie Kirk foi morto a tiros em setembro de 2025 enquanto discursava para estudantes universitários em Utah. 11 de Setembro O legado dos ataques de 11 de Setembro continua forte, segundo a pesquisa. Seis em cada dez pessoas afirmam pensar periodicamente nos ataques e aproximadamente a mesma proporção diz que apoiaria uma resposta militar caso ocorresse outro ataque de grande magnitude. Mesmo assim os americanos não acreditam que as guerras que o país travou após o atentado tenham valido a pena. Cerca de 48% disseram que a guerra no Afeganistão não valeu o preço pago, em comparação com 21% que disseram que valeu, enquanto o restante não tinha certeza ou não respondeu à pergunta. A guerra no Iraque foi igualmente impopular, com a desaprovação de 51% e a aprovação de 21%. O descontentamento com os conflitos internacionais contribuiu para a eleição de Trump, já que ele fez campanha com a promessa de evitar guerras prolongadas. Entretanto, o próprio presidente iniciou uma guerra contra o Irã há seis meses que tem resistido aos esforços para uma resolução rápida. A pesquisa revelou que apenas 25% dos americanos concordam com o conflito, em comparação com 54% que descordam. A pesquisa Reuters/Ipsos, realizada online, entrevistou 1.167 adultos em todo o país, com margens de erro entre 3 e 6 pontos percentuais. ** Com Reuters **
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