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  • Brasileiro é preso após fingir ser agente do ICE durante eleição em Miami

    Silva disse que vestiu os acessórios do ICE para testar a reação das pessoas (Foto: Reprodução Redes Sociais) MIAMI - O brasileiro Danilo Alves Silva, de 46 anos, foi indiciado após ser preso em flagrante fingindo ser um agente do ICE durante as eleições gerais do Brasil em Miami, na Flórida, na tarde de domingo, 4. Ele deve responder por intimidar eleitores, tentativa de suborno, uso ilegal de distintivo policial, ameaça contra um servidor e conduta desordeira. Além da polícia local, detetives do Departamento de Segurança Interna (DHS) que estavam à paisana observaram Silva interagindo com pessoas que pareciam intimidadas. Os agentes interviram após o suspeito reagir agressivamente quando dois homens o questionaram por que ele estava assustando os eleitores. À polícia, Silva disse que após votar com a sua camisa do Brasil voltou ao carro para trocar de roupa. Ele então vestiu uma jaqueta e um boné com as inscrições do ICE que ele teria comprado no Amazon. Além disso, ele colocou uma máscara e óculos escuros para se passar por um agente federal e testar a reação das pessoas. Silva afirma que usou o celular para filmar o momento e que não via crime em sua ação. O incidente aconteceu logo depois das duas horas no campus Kendal, no Miami-Dade College. (Foto: Reprodução Escritório do xerife de Miami‑Dade) Segundo o Boletim de Ocorrência, o brasileiro ofereceu dinheiro aos policiais para ser liberado. Esse ano, o número de abstenções nas urnas chegou a 71,5% dos aptos a votar nos EUA, mostram dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em parte devido ao risco de serem presas pelo ICE. A escolha de local - uma universidade - era justamente para diminuir o medo e incentivar o voto, afirmou o Consulado Geral do Brasil em Miami.

  • Embaixada e consulados dos EUA retomam atendimento após alerta de possível ameaça

    WASHINGTON - A Embaixada dos Estados Unidos em Brasília e os consulados norte-americanos no Brasil retomaram os atendimentos nesta segunda-feira, 5, após a suspensão por conta de supostos riscos de segurança, informou o Departamento de Estado. As atividades presenciais haviam sido suspensas na última sexta-feira (2), após o governo norte-americano apontar "preocupações de segurança" e uma possível ameaça, sem detalhar a natureza dos riscos ou informar quais situações motivaram a decisão. Em comunicado, os EUA haviam orientado os cidadãos que necessitassem de assistência emergencial a não comparecer à embaixada, aos consulados ou a outras instalações diplomáticas durante o período de suspensão. Os brasileiros com entrevistas marcadas para tirar o visto também foram prejudicados. A autoridade afirmou ainda que os EUA continuarão fornecendo informações sobre proteção e segurança aos seus cidadãos no Brasil e trabalhando em cooperação com as autoridades brasileiras em questões relacionadas à segurança. A Polícia Federal disse que não encontrou indícios de ameaça de crime contra as representações americanas. A suspensão ocorreu antes do primeiro turno das eleições presidenciais no domingo (4). ** Da Redação **

  • Flávio vence na maioria das cidades americanas

    Eleições foram consideradas tranquilas nos EUA Foto: Giovanna Locatelli /Consulado de Boston NOVA YORK - O comparecimento de brasileiros às urnas nos Estados Unidos neste domingo, 4, foi menor que no pleito de 2022 mas, como era previsto pelas pesquisas, o candidato do PL, Flávio Bolsonaro, venceu na maioria das cidades americanas. Flávio vai enfrentar Lula no segundo turno das eleições deste ano, no próximo dia 25. Com 99% das urnas apuradas, a diferença de votos entre os dois candidatos, segundo o TSE, é de 2,5 milhões. Pesam no resultado, além da evidente onda pró-Flávio, fatores ainda a serem analisados, como a abstenção em grupos específicos. Mas o voto à direita para o Congresso, que já era apontado em pesquisas, se mostrou um indicador forte. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA (mancheteusa.com)

  • Flávio e Lula vão disputar segundo turno

    O senador Flávio Bolsonaro (PL) vai enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)no segundo turno das eleições deste ano, no próximo dia 25. Com 99 por cento das urnas apuradas, a diferença de votos entre os dois candidatos é de 2,5 milhões. O desempenho do senador fluminense acompanhou a onda bolsonarista que se desenha, com vitórias estaduais e no Senado sugerindo um domínio do PL e aliados. A mais recente pesquisa do Datafolha, feita na véspera, já indicava um avanço de dois pontos, dentro da margem de erro. Pior para Lula, o petista terá uma tarefa bastante difícil contra o filho do antecessor. Nos planos petistas, o presidente precisava de uma vantagem de alguns pontos para largar em posição mais confortável na segunda rodada. Ficar tão atrás não estava previsto nem nas projeções mais otimistas dos adversários —a força do nome do PL no Sudeste surpreendeu. Pesam no resultado, além da evidente onda pró-Flávio, fatores ainda a serem analisados, como a abstenção em grupos específicos. Mas o voto à direita para o Congresso, que já era apontado em pesquisas, se mostrou um indicador forte. Com agências

  • Lula vence em mais países mas Bolsonaro lidera em número de votos no exterior

    NOVA YORK - Há menos de uma hora do fechamento das urnas nos Estados Unidos, o maior colégio eleitoral do Brasil fora do país, o balanço da apuração das urnas eletrônicas no exterior para as Eleições 2026 indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vence a maioria das disputas, mas é Flávio Bolsonaro (PL) quem lidera em número absoluto. Bolsonaro acumula cerca de 32.431 votos (aproximadamente 48,22% dos válidos), incluindo grandes colégios eleitorais na Ásia como o Japão, consulte o portal oficial do TSE enquanto Lula soma 23.732 votos (40,05%) nessa somatória inicial. As estimativas são extra-oficiais vão sofrer atualizações por parte do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Até a consolidação dos boletins de urna coletados, Lula registrou vitória em maior número de países na Ásia, Europa, Oceania e Oriente Médio. Entre as nações em que o candidato petista obteve a maioria dos votos válidos, destacam-se: China: Lula somou 367 votos (56,63%), superando Flávio Bolsonaro, que obteve 203 votos (31,33%). Na China continental, o petista venceu em seções como Pequim, Xangai e Cantão (Guangzhou). França: Vitória expressiva de Lula, com 8.974 votos (78,39%) contra 1.776 votos (15,51%) de Flávio. Espanha: Lula registrou 7.063 votos (62,15%), enquanto Flávio alcançou 3.297 votos (29,01%). Alemanha: Na parcial apurada, Lula obteve 5.408 votos frente a 1.320 de Flávio Bolsonaro. Austrália: Lula teve 4.562 votos (53,98%) contra 2.579 (30,52%) para o candidato do PL. Países Baixos: Votação de 4.387 votos (74,44%) para Lula e 983 votos (16,69%) para Flávio. Líbano: Lula obteve 2.538 votos (64,84%) contra 1.138 votos (29,07%) de Flávio. Dinamarca: Lula conquistou 1.166 votos (78,94%) em comparação a 195 votos (13,20%) de Flávio. Palestina: Na votação realizada em Ramala, Lula alcançou 1.078 votos (93,09%), enquanto Flávio fez 46 votos (3,97%). O atual presidente também venceu em países como Finlândia (475 a 155), Hungria (331 a 93), Nova Zelândia (234 a 64), Cingapura/Singapura (190 a 92), Estônia (142 a 19), Coreia do Sul (123 a 72), Síria (97 a 7), Turquia (90 a 30), Eslovênia (61 a 25), Kuwait (54 a 12), Arábia Saudita (52 a 22), Egito (46 a 12), Malásia (44 a 27), Eslováquia (35 a 13), Romênia (31 a 22), Croácia (29 a 17), Quênia (26 a 17) e Chipre (24 a 20). Segundo o TSE, 918.876 brasileiros estão aptos a votar fora do Brasil, volume que representa pouco mais de 0,5% do eleitorado nacional, estimado em cerca de 158,7 milhões de pessoas. No exterior, os eleitores votam exclusivamente para o cargo de presidente da República. Há seções instaladas em 186 cidades distribuídas por 134 países, com os maiores colégios eleitorais concentrados nos Estados Unidos, em Portugal e no Japão. ** Com Agências **

  • Mais de 100 mil brasileiros no exterior justificam ausência em eleição para presidente

    NOVA YORK - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrava até as 7h deste domingo, 4, o 124 mil justificativas de ausência feitas pelo e-Título por eleitores no exterior. O dado, porém, não representa o número final de pessoas que deixaram de votar, já que a votação ainda estava em andamento em diferentes países e há prazo posterior para justificar a ausência. Os Estados Unidos concentram o maior contingente de brasileiros aptos a votar no exterior, com cerca de 265 mil eleitores. Portugal aparece em seguida, com aproximadamente 134 mil, e o Japão reúne cerca de 88,3 mil. Lisboa é a cidade com o maior número de eleitores, com cerca de 78 mil cadastrados, seguida por Boston (53.406) e Porto (47.676). Ao todo, 918.876 brasileiros que vivem no exterior estão aptos a votar neste primeiro turno, distribuídos por 186 cidades. O número é 31,82% maior do que o registrado em 2022, quando 697.078 eleitores estavam cadastrados fora do país, e representa pouco mais de 0,5% do eleitorado brasileiro. No exterior, a votação é exclusiva para presidente e vice-presidente da República. O eleitorado brasileiro no exterior também apresenta historicamente uma taxa elevada de abstenção. Em 2022, cerca de 51% dos eleitores cadastrados fora do país não compareceram às urnas. Em 2018 e 2014, o índice havia chegado a 59%.

  • Brasil registra primeiros resultados da eleição no exterior

    Brasileiros aptos a votar no exterior representam 0,5% do eleitorado total NOVA YORK - Enquanto os mais de 265 mil brasileiros começam a votar nos Estados Unidos, a eleição para presidente do Brasil já tem o resultado em pelo menos oito países até às 8h30 desse domingo, 4. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu nas três seções eleitorais da China continental, Pequim, Xangai e Guanzhou, com um total de 268 votos, contra 98 de Flávio Bolsonaro (PL). No Japão, país de maior presença de brasileiros na região, a apuração parcial de 60 das 119 urnas mostra vitória de Flávio Bolsonaro, com 12.066 votos a 2.240 para Lula. Segundo dados fornecidos por delegados, os resultados também são favoráveis a Lula na Nova Zelândia, Austrália, Coreia do Sul, Malásia e Singapura. Flávio levou nas Filipinas. Apesar do fechamento das urnas no exterior, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) só divulga os resultados oficiais a partir dá a 17 horas de Brasília. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA (mancheteusa.com)

  • PF investiga suposto plano de atacar embaixada dos EUA

    EUA não deram detalhes sobre quais seriam as ameaças BRASÍLIA - A Polícia Federal cumpriu dois mandados de busca e apreensão nesta sexta-feira, 2, em São Paulo e ao redor de Brasília durante uma investigação sobre um suposto plano de atos que poderiam "colocar em risco instalações diplomáticas dos Estados Unidos no Brasil". Em nota divulgada nesta tarde, a PF disse que não foram encontrados elementos que indicassem o risco às instalações diplomáticas norte-americanas e também não foram identificados suspeitos de envolvimento com organizações criminosas. "As medidas pertinentes foram prontamente adotadas, não tendo sido verificados até o momento elementos que corroborassem os riscos inicialmente apontados, tampouco identificados quaisquer suspeitos de envolvimento com organizações criminosas. As investigações prosseguem com a análise dos equipamentos de comunicação e mídias apreendidos e eventuais outras providências necessárias", disse a PF em nota. A ação da PF aconteceu no mesmo dia em que as embaixadas e consulados dos EUA e Austrália foram fechadas nesta sexta-feira em todo o Brasil. Segundo duas fontes, representantes da Embaixada dos EUA no Brasil procuraram autoridades brasileiras entre quinta e sexta-feira e comunicaram o que foi identificado como "riscos à embaixada". Leia também: EUA suspendem atendimento em consulados e embaixada no Brasil por 'questão de segurança' A decisão chamou atenção por ter ocorrido a dois dias das eleições presidenciais e em meio a rumores sobre a possível interferência política norte-americana sobre o pleito. Funcionários das embaixadas e dos consulados dos dois países foram orientados a não irem aos seus locais de trabalho, e os cidadãos norte-americanos e australianos receberam um comunicado informando sobre a paralisação dos trabalhos. "A Administração Trump não tem prioridade maior do que a segurança e a proteção dos americanos (...) Estamos trabalhando em estreita colaboração com nossas contrapartes brasileiras para tratar das questões de segurança", diz a nota do Departamento de Estado sem detalhar que ameaças teriam sido identificadas. A reportagem aguarda um posicionamento das autoridades australianas, que informaram em seu site que o fechamento se deu devido a preocupações com a segurança. Cautela no governo Um auxiliar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, em caráter reservado, que o governo avalia o episódio com preocupação e cautela. Segundo ele, o fechamento das embaixada dos EUA, seguido do anúncio australiano, deixou membros do governo preocupados por conta do histórico recente de iniciativas norte-americanas interpretadas pela administração petista como tentativas de interferência nas eleições presidenciais em favor do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Neste contexto, o fechamento abrupto da embaixada norte-americana poderia enviar uma mensagem à comunidade internacional de que as eleições no Brasil não transcorrem em clima de tranquilidade, caso não os "riscos" apontados pela Embaixada dos EUA não sejam identificados. Chamou atenção, segundo ele, que a Austrália tenha feito o mesmo movimento sem que houvesse uma comunicação prévia ao governo brasileiro a respeito de eventuais riscos à embaixada do país. Ele disse, no entanto, que o governo não tratou o assunto como uma possível sabotagem das eleições brasileiras por parte dos norte-americanos e que encaminhou as possíveis ameaças à embaixada norte-americana à Polícia Federal imediatamente. Nesta semana, o governo do Reino Unido também emitiu um alerta a seus cidadãos sobre riscos decorrentes do período eleitoral no Brasil. "Protestos, manifestações e greves podem acontecer em cidades pelo Brasil. Mesmo eventos pacíficos podem se tornar confrontacionais e se tornarem violentos. A policia tem usado balas de borracha e gás lacrimogêneo para dispersar manifestantes", diz um comunicado no site do governo britânico. O alerta, no entanto, é semelhante ao que foi feito durante as eleições de 2022. Possível Interferência O clima de desconfiança do governo brasileiro em relação aos EUA é resultado de medidas tomadas pela administração do presidente norte-americano, Donald Trump, desde o ano passado, com a imposição de tarifas a produtos brasileiros e sanções a ministros de Estado e a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) como Alexandre de Moraes, relator do processo que acabou na prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O episódio mais recente de suposta tentativa de interferência dos EUA em assuntos políticos brasileiros teria sido, segundo ele, o repasse de US$ 1 milhão pelo governo norte-americano a grupos que se opõem ao ativismo judicial e censura supostamente praticados pelo STF. Segundo este auxiliar do presidente Lula, o governo brasileiro vinha monitorando possíveis ações norte-americanas contra instituições brasileiras. O episódio fez com que a Advocacia-Geral da União (AGU) acionou a PF e a Procuradoria-Geral da República (PGR) para apurar o caso. Na avaliação do governo brasileiro, a administração Trump tem preferência pela vitória de Flávio Bolsonaro, que seria visto como supostamente mais "dócil" aos interesses norte-americanos. Ontem, Trump disse que está acompanhando "muito de perto" as eleições no Brasil. Ele afirmou ainda que o país e a disputa presidencial atual são muito importantes. "O Brasil é um país muito importante. É um ótimo país. As pessoas do Brasil são fantásticas. É uma eleição muito importante", disse Trump, após ser questionado por uma repórter na Casa Branca. Antes, ao ser questionado se estava seguindo a eleição, ele respondeu que estava acompanhando "muito de perto". ** Com BBC **

  • Justiça dos EUA derruba lei estadual que proíbe 'nudes' feitos por IA

    Empresa de Elon Musk vai produzir imagens até a conclusão do processo ST. LOUIS - A xAI, empresa de inteligência artificial de Elon Musk, conseguiu nesta sexta-feira, 2, suspender temporariamente uma lei de Minnesota que proíbe a criação de imagens falsas de nudez geradas por inteligência artificial (IA). O Tribunal Federal de Apelações do 8º Circuito, com sede em St. Louis, concedeu um pedido de liminar apresentado pela xAI. No mês passado, um juiz de primeira instância havia rejeitado uma solicitação semelhante feita pela empresa que questiona a proibição. A lei de Minnesota, que entrou em vigor em 1º de agosto, proíbe operadores de sites, desenvolvedores de software e outras empresas de permitir que usuários criem imagens realistas que exponham partes íntimas de pessoas identificáveis sem que elas apareçam dessa forma nas fotos originais. O juiz federal Donovan Frank decidiu no mês passado que a xAI não havia demonstrado que sofreria dano irreparável ao contestar a lei. Ele também afirmou que a empresa havia esperado tempo demais para solicitar uma medida cautelar. Em seu recurso, a xAI contestou a conclusão do juiz de que ela teria demorado a entrar com a ação. A empresa também afirmou que sua ferramenta Grok Imagine inclui “proteções rigorosas” contra a criação de imagens de nudez ou sexualizadas de pessoas reais. No recurso, a xAI afirmou que a ferramenta Grok Imagine conta com "proteções rigorosas" para impedir a criação de imagens de nudez ou sexualizadas de pessoas reais. A empresa também começou a processar usuários que, segundo ela, conseguem contornar os mecanismos de segurança do Grok para produzir imagens de caráter sexual de pessoas sem o consentimento delas. Minnesota, por sua vez, pediu que o tribunal de apelações mantivesse a legislação. O estado afirmou que a medida foi criada para combater a disseminação do que classificou como "uma quantidade impressionante de material de abuso sexual infantil gerado por produtos de IA como o Grok Imagine". A xAI e o governo de Minnesota não responderam imediatamente aos pedidos de comentário. ** Com Reuters **

  • Brasileira é suspeita de matar filha de 4 anos e tirar a própria vida após perder disputa pela guarda

    Brasileira havia sido proibida, inclusive, de falar em português com a filha (Foto: Reprodução TV) HOUSTON - Uma brasileira de 35 anos é suspeita de matar a filha, de 4 anos, e depois tirar a própria vida em Houston, no Texas, pouco antes do prazo de entregar a criança para o pai expirar. O caso - que está em investigação - aconteceu na terça-feira, 29, horas depois de Cibelle Kubala ser informada de que havia perdido uma disputa judicial pela guarda de Vivian e que só poderia passar um tempo com a menina sob supervisão. Segundo a polícia de Houston, a criança passaria a viver com o pai, o americano Aaron Savella. Os policiais encontraram a menina baleada e Cibelle ferida por um disparo no terceiro andar da casa onde elas viviam, na região de Memorial. A criança foi declarada morta no local e Cibelle foi levada para um hospital, mas morreu no dia seguinte. O padrasto da criança e companheiro de Cibelle, Greg Kubala, e uma babá também estavam na residência quando ouviram os disparos, pouco antes das 18h. Segundo as autoridades, não há indícios de que os dois tenham participado do crime. Eles subiram as escadas e fizeram massagem cardíaca em Vivian e na mãe até a chegada das equipes de emergência. O tenente Larry Crowson disse à emissora ABC13 que o crime ocorreu pouco depois de uma audiência de custódia que havia sido desfavorável à mãe. “Houve uma audiência de guarda mais cedo hoje que não foi bem para a mãe. Ela chegou em casa, atirou na criança de quatro anos e depois atirou em si mesma”, afirmou. Decisão determinava que menina viveria com o pai Cibelle e Aaron se separaram em novembro de 2022, após pouco mais de dois anos de relacionamento. A separação deu início a uma disputa judicial pela guarda de Vivian. Na manhã de terça-feira, os dois compareceram perante a juíza Lawton-Evans, às 9h30. Segundo a decisão, Vivian passaria a viver com o pai, que também teria autoridade exclusiva para tomar decisões relacionadas à educação, aos cuidados médicos e ao tratamento de saúde mental da menina. A determinação também estabeleceu que os encontros entre Cibelle e a filha ocorreriam sob supervisão da organização Guardians of Hope. Segundo os advogados do pai de Vivian ao jornal The Mirror, ele aguardava a transferência da guarda após a decisão judicial. A defesa disse ainda que Aaron está devastado com a morte da menina. "Aaron fez tudo o que a lei exige de um pai que tenta proteger sua filha. Confiou nos tribunais, cumpriu todas as decisões e esperou o processo seguir seu curso", disseram os representantes de Savella. Mãe teria sido impedida de falar em português com a filha O processo de guarda também estabeleceu restrições à comunicação entre Cibelle e Vivian. Segundo o jornal Daily Mail, a brasileira foi proibida de falar com a menina em português, a menos que um supervisor presente compreendesse o idioma. A Justiça também restringiu a participação de Cibelle em atividades escolares e extracurriculares da filha, além de determinar o pagamento de pensão ao ex-companheiro e de metade das despesas médicas da criança. ** Com Agências **

  • Brasileiro está entre 10 imigrantes indiciados por voto ilegal nos EUA

    Constituição permite que apenas cidadãos participem das eleições nos EUA MINNEAPOLIS – A Justiça dos Estados Unidos indiciou dez imigrantes, entre eles o brasileiro Aparecido Donizetti Padovan, por voto ilegal em eleições realizadas em Minnesotta. O homem de 62 anos é portador de green card e foi acusado de "alegar falsamente ser naturalizado e de votar na condição de estrangeiro" durante audiência na terça-feira, 29 de setembro. De acordo com os documentos judiciais, Padovan é acusado de ter votado ilegalmente como estrangeiro em Minnesota e de ter alegado falsamente possuir cidadania dos EUA para votar nas eleições presidenciais de 5 de novembro de 2024. "A lei é clara ao dizer que apenas cidadãos podem votar nas eleições americanas e garantir o respeito à legislação é fundamental para a nossa democracia", afirma o procurador geral Todd Blanch em nota divulgada na quarta-feira, 30. No comunicado, o Departamento de Estado observa que um dos acusados votou, inclusive, nas primárias de agosto. O secretário de Segurança, Markwayne Mullin, é enfático ao dizer que vai atrás de todos os imigrantes que votaram ilegalmente. "Nós vamos atrás de todos para prendê-los e eles vão sofrer as consequências, inclusive ações criminais e deportação", avisa. A acusação de alegar falsamente ser cidadão pode resultar em sentença de até cinco anos de prisão, três anos de liberdade supervisionada e multa de US$ 250 mil. Já o crime de votar como estrangeiro leva à penas que chegam a um ano de prisão, um ano de liberdade supervisionada e multa de US$ 100 mil. ** Da Redação **

  • Juiz nega absolvição de mãe que matou três filhos em Massachusetts

    Julgamento de Lindsay Clancy volta à estaca zero e não há data para nova audiência BOSTON - A Justiça negou na quinta-feira, 1, o pedido de absolvição de Lindsay Clancy, após um processo judicial midiático, no qual o júri não conseguiu chegar a um veredito. Após essa decisão, ela deve ter que enfrentar um novo julgamento. O juiz William Sullivan, do tribunal de Plymouth, de Massachusetts, considerou que havia provas suficientes para convencer o júri da culpa da mulher, ao contrário do que argumenta o advogado de defesa, Kevin Reddington. Em audiência realizada no último dia 29, o advogado questionou a credibilidade das confissões de Lindsay e criticou a investigação: "Onde estão as provas?" Durante o julgamento, Lindsay não negou ter matado as crianças, mas alegou que sofria de psicose pós-parto. A promotora Jennifer Sprague classificou como "argumento ridículo" a declaração de Reddington de que não havia provas suficientes. Leia também: Mulher que matou três filhos volta ao tribunal e defesa tenta impedir novo julgamento O questionamento por parte do advogado das próprias declarações de Lindsay seria uma mudança importante em relação à sua linha de defesa, baseada na saúde mental. O julgamento foi anulado porque o júri não conseguiu chegar a um veredito unânime. O caso gerou um debate nos Estados Unidos sobre saúde mental materna. Lindsay está internada em uma instituição psiquiátrica. Ela se declarou não culpada e disse ter ouvido uma voz que lhe ordenava que matasse os filhos Cora, 5; Dawson, 3; e Callan, 8 meses. Segundo seus advogados, isso foi provocado por uma psicose pós-parto, condição que afeta entre uma e duas mulheres a cada mil partos, segundo especialistas médicos. Os promotores, por outro lado, afirmaram que Lindsay planejou cuidadosamente o assassinato de seus filhos, e que era capaz de entender as consequências de seus atos. Após os homicídios, que ocorreram na residência da família em Massachusetts, Lindsay cortou o pescoço e os pulsos e pulou de uma janela do segundo andar, o que a deixou paralisada da cintura para baixo. ** Com AFP **

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