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1687 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Juiz federal invalida políticas de Trump que deixam imigrantes de 39 países no limbo

    Processos imigratórios para cidadãos de países restritos estavam suspensos PROVIDENCE - O juiz federal John McConnell, de Providence, Rhode Island, decidiu nesta sexta-feira, 5, que o governo do presidente Donald Trump agiu ilegalmente ao impedir que imigrantes de 39 países sujeitos a restrições de viagem recebessem decisões sobre pedidos de asilo, autorizações de trabalho, residência permanente (green card) e cidadania. John McConnell concluiu que o Serviço de Cidadania e Imigração dos Estados Unidos (USCIS) - braço do Departamento de Segurança Interna (DHS) - adotou uma série de políticas ilegais direcionadas a pessoas da África, Ásia, América Latina e Oriente Médio. Em tempo: O Brasil não faz parte da lista, mas especialistas ouvidos pela Manchete USA acreditam que o veredito pode influenciar outras movimentações como a emissão de green card nos consulados após a conclusão dos processos. A decisão foi tomada em uma ação movida em março por uma coalizão de organizações de apoio a imigrantes e sindicatos trabalhistas que contestaram um conjunto de medidas adotadas pelo órgão desde novembro. Leia também: Governo Trump amplia proibição e restrição de viagens contra mais 20 países As medidas determinavam a suspensão da análise de pedidos de benefícios migratórios apresentados por pessoas oriundas das nações atingidas pelas proibições totais ou parciais de entrada impostas por Trump, justificadas pela Casa Branca com base em critérios de segurança e verificação de antecedentes. Em tempo: O USCIS estabeleceu as restrições logo após autoridades do governo terem acusado um cidadão do Afeganistão de ter atirado em dois integrantes da Guarda Nacional, em Washington. O homem, identificado como Rahmanullah Lakanwal, declarou-se inocente. McConnell, indicado ao cargo pelo ex-presidente democrata Barack Obama, afirmou que essas políticas “lançaram a vida de incontáveis imigrantes que vivem nos Estados Unidos em um limbo jurídico indeterminado”. O juiz escreveu: “A suspensão das decisões pelo USCIS não pode ser atribuída a qualquer erro cometido por esses indivíduos; ela decorre exclusivamente do acaso de seu local de nascimento.” ** Com Reuters **

  • EUA e Irã anunciam acordo para encerrar guerra no Oriente Médio

    Trump garante que Israel não vai atrapalhar acordo de paz WASHINGTON - Estados Unidos e Irã chegaram neste domingo, 14, a um acordo de cessar-fogo, segundo o presidente americano, Donald Trump, e o premiê do Paquistão, Shehbaz Sharif, um dos mediadores. A trégua abre caminho para novas negociações que podem, em última instância, encerrar definitivamente a guerra que já dura três meses e meio, matou milhares de pessoas e abalou a economia global. "O acordo com o Irã foi concluído. Parabéns a todos!", escreveu Trump, nas redes sociais. O regime iraniano não se pronunciou oficialmente, mas confirmou que o general Mohammad Bagher Ghalibaf, principal negociador iraniano, e o chanceler Abbas Araghchi viajarão para Genebra para assinar o acordo. A TV estatal Irib adotou um tom triunfal. "Os EUA foram forçados a aceitar o fim da guerra", declarou a voz oficial de Teerã. Sharif, peça fundamental nas negociações, confirmou nas redes sociais que uma "cerimônia oficial de assinatura ocorrerá na sexta-feira (dia 19), na Suíça". Ele não disse se o acordo havia sido assinado eletronicamente, como esperado. Segundo Trump, o acordo reabre o Estreito de Ormuz sem pedágios a partir de sexta-feira. O presidente disse ainda ter autorizado "a suspensão imediata do bloqueio naval dos EUA" aos portos iranianos. "Navios do mundo, liguem seus motores", escreveu. "Deixem o petróleo fluir!" O texto completo do acordo não foi divulgado, mas a publicação de Trump estava alinhada com o que autoridades americanas e iranianas haviam declarado anteriormente. Os termos incluem um cessar-fogo de 60 dias, que seriam seguidos de novas negociações para um tratado definitivo. Após o anúncio, ambos os lados procuraram apresentar o acerto como uma vitória diplomática. Algumas das questões mais espinhosas, no entanto, incluindo o destino do programa nuclear iraniano e o alívio das sanções americanas, permanecem sem solução e foram adiadas para serem debatidas durante a nova rodada de negociações. Em risco A assinatura - que Trump havia prometido para domingo, dia do seu aniversário de 80 anos - pareceu estar em risco no início do dia. Israel, que está extremamente descontente com os termos negociados, bombardeou os subúrbios de Beirute, matando três pessoas. Os ataques foram em retaliação a disparos de foguetes e drones do Hezbollah, grupo militante libanês apoiado pelo Irã. Os ataques irritaram Trump. Ele disse que o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, não demonstrou "nenhum bom senso" ao ordenar a operação. "Estamos muito perto de um acordo que trará paz à região, incluindo ao Líbano, e todos os lados devem recuar", escreveu Trump nas redes sociais. O fogo cruzado ameaçou o acordo. Algumas figuras centrais do regime iraniano prometeram uma resposta e disseram que os EUA eram responsáveis pelo fracasso da diplomacia, caso não conseguissem conter Israel. No entanto, uma série de negociações de última hora, lideradas pelo Catar, amenizou as tensões, e o acordo final foi fechado no início da madrugada em Teerã. Obstáculos A questão mais complicada, o futuro do programa nuclear iraniano, ainda parece sem solução, uma vez nenhum dos lados demonstrou disposição para ceder. Negociadores haviam afirmado que americanos e iranianos realizariam negociações detalhadas sobre o tema e sobre a suspensão das sanções americanas contra o Irã nos próximos 60 dias. O Líbano é outro obstáculo. O Irã exige que qualquer acordo de paz definitivo obrigue Israel a encerrar seus ataques contra o Hezbollah, que já mataram mais de 3,5 mil pessoas, e querem que as forças armadas israelenses se retirem do território libanês ocupado. Israel, que não esteve diretamente envolvido nas negociações entre EUA e Irã, afirmou que continuaria a atacar o Líbano se o Hezbollah atingisse seu território. No domingo, segundo reportagem do Channel 12, de Israel, assessores de Netanyahu ficaram atônitos com as críticas de Trump. Analistas citados pela emissora americana Fox News temem que o premiê israelense sabote o acordo entre EUA e Irã ao continuar atacando o Líbano. ** Com AE **

  • Bruno Guimarães culpa campo por empate com Marrocos

    NOVA YORK - A estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 neste sábado, 13, foi marcada pela ansiedade aparente dos comandados por Carlo Ancelotti contra o Marrocos, o que culminou no excesso de passes errados. Segundo o meia Bruno Guimarães, o estado do campo atrapalhou o estilo de jogo brasileiro. "Não tem que ser desculpa, mas o campo estava muito seco, dificultou nosso jeito de jogar, até a gente se acostumar a gente errou muito passe, o que dificultou muito nosso começo de jogo, acabamos sofrendo muito contra-ataque", afirmou o camisa 8 à CazéTV. Bruno Guimarães reconheceu que a Seleção Brasileira precisa melhorar para a próxima partida na sexta-feira, 19, contra o Haiti. Por outro lado, o meia se mostrou aliviado após o peso da estreia passar. Assim como outros jogadores do Brasil após o apito final, Bruno Guimarães reforçou a necessidade de vitória contra Haiti e Escócia, mas evitou falar em busca por saldo de gols contra os próximos adversários. Apesar da quantidade de erros de passes, especialmente no início da partida, Bruno Guimarães teve boa participação na construção das jogadas do Brasil, acertando 34 passes de 38 tentativas, incluindo a assistência para o gol de Vinícius Jr, que selou o empate diante do Marrocos. ** Com Agências **

  • Panini lança pacote atualizado de figurinhas da Copa com Neymar

    NOVA YORK - Os colecionadores do álbum oficial da Copa do Mundo de 2026 ganharam uma novidade nesta semana. A Panini abriu a pré-venda de um pacote complementar com 120 novas figurinhas para atualizar a coleção com jogadores convocados após o lançamento inicial do álbum. Chamado de Update Set, o kit inclui atletas que ficaram fora da versão original, mas acabaram confirmados nas listas finais das seleções que disputarão o Mundial. Entre os nomes que passam a integrar a coleção estão Neymar, da seleção brasileira, o goleiro alemão Manuel Neuer e o zagueiro espanhol Pau Cubarsí. A atualização chega em um momento de grande entusiasmo entre os fãs. Afinal, o álbum da Copa de 2026 já é o maior da história dos Mundiais, com 980 figurinhas — número que agora cresce ainda mais com o pacote complementar. Mas quanto custa, na prática, completar uma coleção desse tamanho? E qual é a melhor estratégia para conseguir isso? A matemática ajuda a responder. À primeira vista, pode ser difícil entender toda a empolgação. Afinal, são apenas figurinhas. Mas, há décadas, crianças — e também muitos adultos — compram, trocam e colecionam imagens dos melhores jogadores de futebol do mundo. A febre em torno delas pode ser comparada à coleção de cartas de Pokémon ou cards de outros campeonatos de futebol. Assim como a frustração provocada por aquelas figurinhas que parecem aparecer repetidamente. Algumas delas — especialmente as mais raras de jogadores famosos — tornam-se tão desejadas que chegam a ser vendidas por quantias impressionantes. Em 2021, uma figurinha de 1979 da lenda argentina Diego Maradona foi vendida em leilão por 413 mil libras (mais de US$ 55 mil na cotação atual). E, com a Copa do Mundo já rolando a demanda continua forte. ** Com BBC **

  • Trump anuncia morte do líder do grupo venezuelano Tren de Aragua

    WASHINGTON - O presidente Donald Trump anunciou na noite de sexta-feira, 12, que as Forças Armadas dos Estados Unidos mataram Héctor Rusthenford Guerrero Flores, mais conhecido como Niño Guerrero, considerado o líder do grupo criminoso venezuelano Tren de Aragua. Em uma mensagem publicada em sua plataforma Truth Social, o republicano afirmou que o Comando Sul dos EUA realizou um ataque "rápido e letal" que "executou com sucesso" o venezuelano. A operação foi conduzida em estreita coordenação com o governo da Venezuela, segundo Trump, que não especificou onde ou quando a ação ocorreu. O presidente americano também compartilhou um vídeo que mostra o momento em que um projétil atinge um prédio, que em seguida explode em chamas. O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, publicou no X (antigo Twitter) que a captura ocorreu no início desta semana, sem fornecer mais detalhes. "Esta ação reforça o compromisso compartilhado entre os Estados Unidos e a Venezuela no combate aos narcoterroristas e na negação de qualquer refúgio seguro para eles em nosso hemisfério", afirmou. O Departamento de Estado dos EUA havia oferecido uma recompensa de até US$ 5 milhões por informações que levassem à captura de Guerrero Flores. Niño Guerrero foi indiciado em dezembro por um tribunal federal de Nova York por conspiração para cometer extorsão e outros crimes, incluindo apoio a atividades terroristas, segundo as autoridades da época. O procurador federal Jay Clayton declarou então que a Tren de Aragua - considerada uma organização terrorista pelos EUA - era responsável por inúmeros atos de violência, extorsão e tráfico de drogas na América do Norte, América do Sul e Europa. 'Rápido e letal' "Sob minhas ordens, o Comando Sul dos Estados Unidos realizou um ataque cinético rápido e letal para executar com sucesso Niño Guerrero, o infame líder do Tren de Aragua, uma das organizações terroristas mais sanguinárias do planeta", escreveu Trump em sua publicação. Ele indicou que "a ação foi coordenada em estreita colaboração com nossos amigos na Venezuela, com quem estamos trabalhando muito bem". "Como resultado, os terroristas do Tren de Aragua não têm mais refúgio seguro na Venezuela ou em qualquer outro lugar, e sob minha liderança, encontraremos esses assassinos impiedosos e narcotraficantes a qualquer hora, em qualquer lugar, e os enviaremos para as profundezas do inferno, onde é o lugar deles", declarou ainda Trump. Guerrero Flores, de 43 anos, era considerado pelas autoridades americanas o principal líder do Tren de Aragua há mais de uma década. Segundo procuradores federais, sob seu comando, a organização cresceu de uma gangue que surgiu em uma prisão venezuelana para uma rede criminosa transnacional com presença em diversos países das Américas, incluindo os Estados Unidos e o Brasil. Guerrero Flores também ficou conhecido por relatos sobre as condições privilegiadas de que supostamente desfrutou durante parte do tempo em que esteve preso na Venezuela sob a presidência de Nicolás Maduro. Os militares americanos capturaram Maduro em Caracas em 3 de janeiro e o transferiram para Nova York, onde ele enfrenta múltiplas acusações. Quem era Niño Guerrero? De acordo com perfis biográficos e artigos de imprensa, Héctor Rusthenford Guerrero Flores nasceu em 1983 em Maracay, estado de Aragua, embora diferentes fontes discordem sobre sua data de nascimento exata. Niño Guerrero começou a aparecer nos registros da polícia venezuelana no início dos anos 2000. Em 2005, ele foi acusado de atirar em um policial que acabou falecendo. Ele foi preso em 2010 por crimes relacionados a homicídio, tráfico de drogas e roubo, fugiu da prisão em 2012 e foi recapturado no ano seguinte, retornando à prisão de Tocorón. Longe de perder influência atrás das grades, ele consolidou seu poder lá dentro e se tornou o principal "pran", ou líder prisional, da Venezuela. Especialistas consultados pela BBC Mundo indicam que a expansão internacional do grupo seguiu em grande parte as rotas da migração venezuelana. As autoridades atribuem à organização crimes como extorsão, sequestro, tráfico de drogas, tráfico de pessoas, contrabando de migrantes, mineração ilegal e lavagem de dinheiro. Segundo promotores dos EUA, Guerrero liderou por mais de uma década uma estrutura criminosa que estendeu suas operações a países como Colômbia, Peru, Chile, Equador, Brasil e Panamá, tornando-se uma das organizações criminosas transnacionais mais conhecidas da região. ** Com BBC **

  • Pulisic tem lesão confirmada após goleada dos Estados Unidos na estreia da Copa

    LOS ANGELES - Considerado o principal jogador dos Estados Unidos, o meia-atacante Christian Pulisic teve uma lesão na panturrilha confirmada após a vitória sobre o Paraguai, por 4 a 1, na estreia da Copa do Mundo. O camisa 10 foi substituído no intervalo da partida, por Sebastian Berhalter, quando a equipe já vencia por 3 a 0 na sexta-feira, 12. Após o duelo no Sofi Stadium, em Los Angeles, o jogador falou sobre a lesão e afirmou que já iniciou a recuperação. "Espero sinceramente que não seja nada. Estou tomando algumas precauções hoje, mas espero que corra tudo bem". Embora tenha atuado em apenas metade da partida, Pulisic foi muito elogiado por ter participado de dois gols dos Estados Unidos. No primeiro, anotado contra pelo paraguaio Damián Bobadilla, o meia-atacante fez ótima jogada individual e bagunçou a defesa sul-americana. No segundo, em mais uma boa arrancada pelo lado esquerdo, ele cruzou rasteiro na medida para Folarin Balogun, que balançou as redes do adversário. O jogador do Milan-ITA está em sua segunda participação em Copas do Mundo e tenta superar a campanha do Catar, quando os norte-americanos caíram nas oitavas de final para a Holanda. Pelo clube, nesta temporada, o atleta sofreu com algumas lesões e participou de 34 partidas, anotando 10 gols e quatro assistências. A equipe comandada por Mauricio Pochettino retorna aos gramados na próxima sexta-feira (19), às 15h (horário local), contra a Austrália, no Lumen Field, em Seattle. Uma vitória contra os australianos deve encaminhar a vaga na segunda fase. ** Com AE ** ter

  • ICE libera brasileiro com doença rara após passar mais de 100 dias em solitária

    NEWARK - O brasileiro Emanuel Rodrigues é mais um símbolo da crueldade atrás dos portões do centro de detenção do ICE em Newark, Nova Jersey. O local tem chamado a atenção do mundo depois que pelo menos 300 detentos entraram em greve de fome no fim de maio. Rodrigues foi solto na quinta-feira (4) após passar quase cinco meses presos, a maior parte em uma solitária sob a justificativa de "tratamento médico". Ele sofre de rabdomiólise, uma condição rara que provoca a degradação das fibras musculares e pode comprometer severamente a mobilidade e levar à morte. Do lado de fora, ele foi recebido pela mulher Anna Lucas que caiu de joelhos ao avistar o marido deixando o presídio em uma cadeira de rodas com a bíblia na mão e um terço no pescoço. "Deus é bom", repetia o homem enquanto era abraçado pela esposa e aplaudido pelos manifestantes. Em tempo: A jornalista Daysi Calavia-Robertson, do NJ.com, foi a primeira a contar a história da família e atendeu o pedido de Anna para buscar o marido na prisão. É ela quem aparece empurrando a cadeira de rodas do brasileiro ao atravessar o portão da prisão. Rodrigues foi preso em 22 de dezembro no estacionamento do seu apartamento em Newark. Contra ele, pesa o fato de ter entrado nos Estados Unidos com visto de turista em 2021 e permanecido no país além da data autorizada. Dias de terror e fé Rodrigues já chegou ao centro de detenção com mobilidade limitada e sua condição piorou após ele sofrer uma queda ao ser impedido de usar suas muletas "porque poderia usá-las com uma arma". Ele chegou a ser hospitalizado e passou mais de cem dias isolado por "questões de segurança". O brasileiro também ecoou as denúncias dos detentos que estão há 21 dias sem comer. Rodrigues reclamou da falta de tratamento médico adequado e dos longos períodos de isolamento, "onde muitas vezes não levaram refeições" A história do brasileiro começou a mudar quando chegou ao deputado federal Rob Menendez. "Depois de encontrar Emanuel várias vezes, confrontar o ICE sobre seu caso e ajudar a tornar sua história pública, ele finalmente foi libertado”, declarou o democrata de Nova York. "Obrigado. Eu rezei todos os dias", disse emocionado ao cumprimentar as pessoas que fazem vigília do lado de fora do Delaney Hall. Emanuel pediu a deportação voluntária durante uma audiência em 23 de abril, mas não havia previsão para a data de sua deportação. A advogada do brasileiro não foi localizada até a publicação dessa matéria para informar quais são os próximos passos do processo migratório. ICE nega acusações Em declarações anteriores, um porta-voz do ICE afirmou que Emanuel “não estava em isolamento”, mas sim em “observação médica” para garantir sua segurança e saúde. A agência também declarou que todos os detentos recebem atendimento médico completo e acesso a cuidados emergenciais 24 horas por dia. Além disso, o czar da fronteira, Tom Homan, esteve no Delaney Hall na semana passada e contestou as reclamações sobre a comida. "Comi o espaguete e é muito bom. Não consegui comer toda a porção porque é muito grande. E olha que sou um cara grande", afirmou. Inspeção Após mais de duas semanas, funcionários do Departamento de Saúde de Nova Jersey conseguiram avançar na fiscalização das instalações, ainda que sem acesso total, e encontraram irregularidades. No relatório, os inspetores dizem não ter encontrado alimentos estragados, mas observam potenciais riscos à segurança alimentar relacionados ao preparo e armazenamento de alguns pratos. O documento destaca a deficiência da limpeza e da higienização, além do armazenamento precário dos alimentos, em especial falhas na refrigeração. Os fiscais citam duas bandejas de aço inoxidável com tampa, contendo o frango ensopado, que estavam empilhadas em uma câmara fria com temperatura do produto variando de 10 a 14 graus Celsius. A análise do rótulo do produto e entrevistas com a equipe determinaram que “o produto foi resfriado incorretamente após o serviço da noite anterior”. As demais áreas "não apresentaram quaisquer indícios de irregularidades", avaliam os profissionais. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA (mancheteusa.com)

  • Elon Musk se torna o 1º trilionário da história

    Fortuna de Elon Musk é três vezes maior que o maior milionário do mundo NOVA YORK - O fundador e CEO da SpaceX, Elon Musk, se torna nesta sexta-feira, 12, o primeiro trilionário do mundo. A façanha acontece depois da sua empresa SpaceX estreiar na Nasdaq, uma das principais bolsas de valores dos Estados Unidos, e também alcançar feitos inéditos. As ações da companhia, que na véspera tinha concluído a maior abertura de capital da História, captando US$ 75 bilhões, subiram mais de 10% logo que começaram a ser negociadas. Com isso, a empresa chegou a valor de mercado de US$ 1,96 trilhão. Isso é mais de três vezes o patrimônio da segunda pessoa mais rica do mundo, o cofundador do Google, Larry Page. Sua fortuna individual também é maior do que as economias da maioria dos países do planeta, incluindo Taiwan (US$ 977 bilhões), Irlanda (US$ 779 bilhões), Suécia (US$ 760 bilhões) e Cingapura (US$ 660 bilhões), além da África do Sul, terra natal de Musk (US$ 480 bilhões). ** Com Agências **

  • NY rebatiza ruas em homenagem a Pelé e Thierry Henry às vésperas da Copa do Mundo

    NOVA YORK - No clima da Copa do Mundo, Nova York decidiu homenagear duas lendas do futebol mundial antes do início do torneio. A cidade rebatizou temporariamente, nesta quinta-feira, duas ruas em homenagem a Thierry Henry e Pelé. A partir de hoje o cruzamento entre Shea Road e Meridian Road, no bairro do Queens, passa a se chamar Pelé Way até 1 de novembro. O rei atuou pelo New York Cosmos a partir de 1975 e é considerado uma das figuras mais importantes para a popularização do futebol nos Estados Unidos. Já a esquina da Rua 50 Oeste com a Sexta Avenida, no coração de Manhattan, se transformou em "Thierry Henry Way". O ex-atacante do Arsenal e do Barcelona, campeão mundial com a França em 1998, participou da homenagem por meio de um vídeo publicado no Instagram, no qual agradeceu à cidade e ao prefeito Zohran Mamdani. Aos 48 anos, o francês mantém forte ligação com Nova York. Sua popularidade nos EUA cresceu ainda mais após defender o New York Red Bulls por cinco temporadas na MLS até encerrar sua passagem pelo clube em 2014.

  • Trump cancela novos ataques e diz 'entender' que acordo com Irã está finalizado

    WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse inicialmente na tarde desta quinta-feira, 11, que o Irã havia aprovado um acordo para encerrar a guerra no Oriente Médio, que começou em fevereiro com ataques de Washington e de Israel. Horas mais tarde, entretanto, o republicano recuou e afirmou em tom mais cauteloso entender que o líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, havia dado aval para o texto. Trumpdisse ainda ter cancelado novos ataques contra o país persa que havia anunciado durante a manhã e que estavam programados para a noite de quinta, madrugada de sexta na região do conflito. Ao longo da guerra, o presidente disse várias vezes que um acordo com o Irã estava próximo. O regime iraniano não comentou de forma oficial a afirmação do presidente. A agência de notícias estatal Fars, citando um funcionário iraniano envolvido com as negociações, disse que Teerã não havia concordado com a versão final de nenhum documento. Depois do anúncio de Trump, o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, disse que o acordo final incluiria pontos como o desmonte das capacidades iranianas de enriquecimento de urânio e o fim do programa de mísseis e do apoio de Teerã a grupos como o Hezbollah. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante evento na Casa Branca, em Washington - Evan Vucci - 10.jun.26/Reuters Uma vez que essas condições seriam, se implementadas dessa forma, idênticas a uma capitulação iraniana, parece pouco provável que a linguagem final do texto seja apresentada da forma descrita por Netanyahu. "Baseado no fato de que discussões com a República Islâmica do Irã foram levadas ao nível mais alto da liderança iraniana e foram aprovadas, eu decidi, como Presidente dos Estados Unidos da América, cancelar os ataques e bombardeios contra o Irã esta noite", escreveu Trump na sua rede social, a Truth Social, em publicação enviada no momento em que começou a abertura da Copa do Mundo, no Estádio Azteca, do México. Mais tarde, em fala à imprensa na Casa Branca, o republicano deu um passo atrás e disse que o acordo está "em um estágio bastante final" e que a assinatura "provavelmente" acontecerá em algum país da Europa neste fim de semana. Ele não deu detalhes do que está no texto e como questões altamente sensíveis, como o destino do urânio enriquecido iraniano, seriam resolvidas. 1 7 Folha viaja ao Irã e é o primeiro jornal do mundo a conseguir entrar no país durante o conflito com EUA e Israel VoltarFacebookWhatsappXMessengerLinkedinE-mailCopiar link https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/1865364257864086-folha-viaja-ao-ira-e-e-o-primeiro-jornal-do-mundo-a-conseguir-entrar-no-pais-durante-o-conflito-com-eua-e-israel#foto-1865364258425702 Carregando... Quando questionado por um jornalista se Mojtaba, que tem a palavra final sobre qualquer decisão no Irã, havia concordado com o texto, Trump evitou ser categórico e disse apenas: "Entendo que sim". "As discussões e os pontos finais foram, de forma geral e detalhadamente, aprovados por todas as partes envolvidas, incluindo os EUA, Israel, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Turquia, Paquistão, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Egito e outros", disse o presidente na publicação. "O bloqueio naval [americano] permanecerá de pé até que essa transação seja finalizada. A data e local da assinatura [do acordo] serão anunciadas em breve", concluiu o republicano. O anúncio veio horas depois de Trump ameaçar tomar a ilha de Kharg, por onde o Irã exporta 90% do seu petróleo, e dizer que vai controlar a indústria petrolífera iraniana. "Os Estados Unidos vão atingir o Irã COM MUITA FORÇA ESTA NOITE", havia escrito Trump, também na Truth Social. "Em algum momento, em um futuro não muito distante, tomaremos a ilha de Kharg e outros pontos da infraestrutura petrolífera e assumiremos controle total de seus mercados de petróleo e gás, como fizemos na Venezuela", acrescentou. O anúncio do ataque e subsequente recuo lembram o episódio em que Trump fez uma ameaça genocida contra o Irã, dizendo no dia 7 de abril que "uma civilização inteira" morreria, apenas para recuar no mesmo dia e anunciar um cessar-fogo na guerra. Com a suspensão de novos ataques, Trump causou, mais uma vez, uma queda brusca nos preços do petróleo, que vinham subindo com os bombardeios entre os dois lados do conflito nos últimos dias. Minutos depois de anunciar a suposta finalização do acordo nesta quinta, Trump voltou à rede Truth Social para tratar de um assunto sem relação com a guerra —a escolha do advogado Jay Clayton para ser o novo Diretor de Inteligência Nacional dos EUA. Ele substituirá Tulsi Gabbard, que renunciou por razões de saúde em maio. (Com AF)

  • Centro de detenção do ICE no Texas é alvo de críticas

    Dois imigrantes morreram sob custódia do ICE em Camp East Montana EL PASSO - Um centro federal de ‌detenção de imigrantes no Texas deixou de emitir relatórios sobre o uso da força, não forneceu medicamentos a detidos gravemente doentes e desperdiçou dezenas de milhões de dólares dos contribuintes por meio de contratos apressados, revela o relatório Escritório de Responsabilidade Governamental. O levantamento publicado na terça-feira, 9, "problemas significativos e generalizados" no planejamento e na supervisão do centro de detenção Camp ‌East Montana. O governo do presidente Donald Trump tem buscado prender um número recorde de imigrantes ⁠como parte da campanha de deportação em massa. Cerca de 57 mil estrangeiros estavam detidos no início de junho, disseram duas fontes familiarizadas com o assunto, um aumento em relação aos cerca de 40 mil em 2025, quando o republicano assumiu a Casa Branca. O Camp East ‌Montana foi inaugurado em agosto de 2025 nas instalações da base ‌militar de Fort Bliss, ⁠em El Paso, ⁠utilizando um processo de contratação militar para agilizar sua construção. Sob esse ⁠processo acelerado, o ICE concedeu o contrato à Acquisition Logistics LLC, uma pequena empresa sem experiência prévia em detenção. O relatório levantou questões sobre duas mortes ocorridas nas instalações em janeiro ⁠de 2026 -- uma considerada homicídio e a outra suicídio. No caso do homicídio, o centro de detenção não forneceu ao ICE relatórios sobre o uso da força ou sobre a morte e as provas "desapareceram ou foram destruídas", destaca o ‌relatório. No caso do suicídio, o detento foi colocado em uma sala médica de espera em vez de uma cela à prova ⁠de suicídio e o deixaram sem supervisão por mais de 15 minutos, segundo a investigação. Quando os funcionários médicos do ICE visitaram o local, em dezembro de 2025, descobriram que a empresa contratada para prestar serviços médicos não fornecia tratamento e cuidados aos detidos com problemas crônicos de saúde. "Por exemplo, nenhum dos estrangeiros detidos com diabetes ou HIV tinha planos de tratamento em vigor", afirma o relatório. O ICE e a Acquisition Logistics não responderam imediatamente aos pedidos de comentários. O contrato para o Camp East Montana foi abruptamente transferido para a Amentum Services Inc em março de 2026. ** Com Reuters **

  • Trump sanciona lei orçamentária de US$ 70 bilhões para financiar o ICE

    WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sancionou nesta quarta-feira, 10, a lei orçamentária de US$ 70 bilhões para financiar o ICE e a Polícia da Fronteira (CBP) durante o restante de seu mandato. De acordo com a Casa Branca, o "Secure America Act", aprovado após votação no Congresso, irá destinar US$ 38 bilhões para o ICE e US$ 26 bilhões para a CBP, sendo os US$ 5 bilhões restantes usados para cobrir custos imprevistos ao longo dos próximos três anos. Leia também: Câmara dos EUA aprova projeto de US$70 bilhões para reprimir imigração "Estou muito feliz em assinar a Lei América Segura para financiar imediata e integralmente o Departamento de Segurança Interna até o final do meu mandato", disse Trump durante a assinatura no Salão Oval. "Daremos aos heróis do ICE e da Patrulha da Fronteira –e é isso que eles são, heróis– o apoio e os recursos de que precisam para defender nossas fronteiras, proteger nossa pátria e manter a América segura", garantiu. A assinatura encerrou uma disputa de quase seis meses sobre o financiamento do departamento, que começou com as mortes a tiros de dois cidadãos americanos, Alex Pretti e Renee Good, em janeiro, durante operações federais para prender imigrantes em Mineápolis. Após os incidentes, membros do Partido Democrata exigiram mudanças na aplicação das leis de imigração, criando um impasse na Câmara dos Deputados e levando a um congelamento orçamentário de 70 dias. "Os republicanos voltaram a pedir mais, para dar ao ICE e à violenta máquina de deportação em massa de Donald Trump outro cheque em branco de US$ 70 bilhões, sem supervisão, sem prestação de contas e sem salvaguardas", disse o líder democrata na Câmara, Hakeem Jeffries, em resposta à aprovação final da lei. Nas últimas semanas, o orçamento para imigração também foi temporariamente bloqueado por políticos republicanos. A resistência concentrou-se principalmente em um fundo de US$ 1,8 bilhão que o governo pretendia usar para indenizar supostas vítimas de perseguição política. O Departamento de Justiça havia incluído esse fundo no pacote orçamentário em cima da hora, mas a medida foi tão controversa que acabou suspensa. Agora a lei foca exclusivamente a aplicação das leis de imigração, um tema que o Partido Republicano considera crucial para garantir a vitória nas eleições de meio de mandato, em novembro. **Com Reuters **

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