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  • Quatro pessoas indiciadas em fraude matrimonial por green card

    Os réus uniram cidadãos americanos a estrangeiros que buscavam benefícios em troca de dinheiro BALTIMORE - O ICE, o Departamento de s de Segurança Interna (HSI) e o Ministério Público do Distrito de Maryland anunciaram na sexta-feira, 25, indiciamentos contra quatro pessoas ligadas a uma "rede sofisticada" de estelionatários que se aproveitaram de benefícios imigratórios por meio de fraudes matrimoniais.   Um grande júri federal acusou quatro pessoas, Ella Zuran, 65, Tatiana Sigal, 74, e Alexandra Tkach, 41, todas da cidade de Nova York, juntamente com Shawnta Hopper, 33, de Sicklerville, Nova Jersey, de conspiração para cometer fraude de visto e casamento.   As acusações afirmam que os acusados ​​conseguiram que cidadãos americanos, residentes em Maryland e outras áreas, celebrassem casamentos falsos com estrangeiros residentes nos EUA em troca de pagamento. Os valores não foram divulgados. Os réus uniram cidadãos americanos a estrangeiros que buscavam benefícios imigratórios aos quais os não cidadãos não tinham direito, incluindo residência permanente nos Estados Unidos.   Os réus então teriam providenciado o envio de documentos falsos aos Serviços de Cidadania e Imigração (USCIS) e recebido dinheiro em troca da organização dos casamentos fraudulentos.   Se condenados, os réus poderão pegar até cinco anos de prisão federal. Já o imigrante que "compra um casamento" perde os direitos adquiridos, inclusive a cidadania, e fica permanentemente inadimissível no país. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Primeiros 100 dias de Trump são marcados por corrida para cumprir promessas

    Donald Trump recorre à canetaço para mostra serviço nos primeiros meses de governo WASHINGTON - Os cem primeiros dias do segundo mandato de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos foram marcados por um turbilhão de atividades para tentar cumprir as promessas de campanha e freiar a queda da popularidade do magnata. Com um Congresso controlado pelos republicanos de forma robusta, Trump teve liberdade para começar a reformular o governo federal e reverter a política externa de Joe Biden. Mesmo assim o índice de aprovação do presidente varia entre 39% e 41% e é o menor do período em relação a seus antecessores nas últimas sete décadas, de acordo com pesquisas divulgadas no fim de semana. O magnata emitiu centenas de ordens executivas, mas muitas são apenas declarações de intenção ou estabelecem bases para o que ainda precisa ser feito. No primeiro dia de governo, por exemplo, ele declarou uma emergência energética para estimular a produção. Mas Trump não promete resultados imediatos: disse aos eleitores que eles precisam esperar mais um tempo por uma grande queda nas contas de energia. Os objetivos de Trump, às vezes, entram em conflito entre si. Ele prometeu tanto reduzir o custo de vida quanto impor tarifas sobre produtos estrangeiros, o que provavelmente aumentará os preços. Outros temas estão estagnados. Há dúvidas se Trump agiu dentro da lei para ampliar sua lista de conquistas. Ele enfrenta processos judiciais em relação a algumas de suas ações, o que significa que boa parte do que foi feito pode ser revertido à medida em que os casos avancem. Confira em 12 pontos as principais iniciativas de Trump nos primeiros cem dias. 1. Redução de preços A inflação vinha caindo desde o pico de 9,1% em 2022. Estava em 3% em janeiro, mês da posse de Trump, e chegou a 2,4% em março. "Já resolvemos a inflação", vangloriou-se Trump. Mas o Federal Reserve, o banco central americano, alertou que os planos do presidente de aplicar tarifas contra produtos importados provavelmente irá alavancar a inflação. Além disso, é improvável que Trump consiga “pagar toda nossa dívida”. Seus planos de cortes de impostos reduziriam a receita necessária para cobrir as despesas do país. Ele fez uma promessa semelhante em 2016, e a dívida nacional disparou durante seu primeiro mandato. 2. Repressão à imigração ilegal Trump claramente avançou em sua promessa de controlar a fronteira. O número de pessoas tentando cruzar ilegalmente do México para os EUA caiu drasticamente no último ano de Joe Biden, de um pico de 249.740 em dezembro de 2023 para 47.324 em dezembro de 2024. Sob Trump, os números caíram para apenas 8.346 em fevereiro e 7.181 em março. Ainda não está claro se Trump igualou o ritmo agressivo de deportações de Biden no ano passado — os dados ainda não foram divulgados. Enquanto isso, o Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas (ICE) está prendendo grandes números de pessoas em todo o país. Muitos que alegam inocência foram deportados sem o devido processo legal. O caso de Kilmar Abrego Garcia é um dos que estão pendentes: ele foi deportado para uma prisão em El Salvador apesar de não ter antecedentes criminais e sem uma audiência sobre sua suposta ligação com gangues. 3. Redução das contas de energia Na campanha, Trump fez uma promessa que os eleitores poderiam avaliar o governo diretamente, olhando suas contas de serviços como água e luz. Ele prometeu reduzir os custos de energia pela metade ou até três quartos em um prazo de 12 a 18 meses. Às vezes, ele foi cauteloso: “Se não funcionar, vocês dirão: ‘Ah, bem, eu votei nele, e mesmo assim ele reduziu bastante’”. Em outras ocasiões, foi categórico: “Com meu plano, vamos cortar os preços de energia e eletricidade pela metade”, disse em um comício em Mint Hill, Carolina do Norte, em setembro de 2024. 4. Tarifaço Trump nunca escondeu sua preferência por tarifas nem sua convicção de que outros países estavam prejudicando os EUA no comércio internacional. “Vou impor tarifas generalizadas sobre a maioria dos produtos estrangeiros”, disse na campanha. Ele cumpriu essa promessa, embora com mudanças frequentes nas condições. Trump começou aumentando tarifas sobre Canadá, México e China, supostamente como punição por permitir a entrada de fentanil nos EUA. Depois, em abril anunciou tarifas ainda mais abrangentes sobre importações de dezenas de países. Ele chamou o episódio de “Dia da Libertação”. Trump recuou em parte do plano, optando por negociações, mas manteve tarifas sobre a China que chegaram a 145%. O mercado de ações sofreu oscilações devido às tarifas e à imprevisibilidade. Trump mostrou mais tolerância ao caos nos mercados do que em seu primeiro mandato. 5. Fim das guerras Em vários comícios no verão passado, Trump prometeu paz entre Rússia e Ucrânia simplesmente ao vencer a eleição. “Antes mesmo de chegar ao Salão Oval, logo após ganhar a presidência, terei encerrado a horrível guerra entre Rússia e Ucrânia”, disse a uma conferência da Associação da Guarda Nacional em Detroit, em agosto de 2024. Ele já vinha fazendo essa promessa desde maio. Não aconteceu. Às vezes, ele reformulava a promessa, dizendo que acabaria com a guerra em um único dia. Esse dia ainda não chegou. 6. Cortes ambiciosos de impostos Trump testou os limites do que pode fazer por decreto, mas precisará do Congresso para aprovar seus prometidos cortes de impostos. Ele prometeu eliminar impostos sobre gorjetas, horas extras e pagamentos da Previdência Social, além de tornar permanentes os cortes fiscais de seu primeiro mandato. Nada disso aconteceu até agora. E, com o aumento das tarifas, a carga tributária tende a piorar antes de, possivelmente, melhorar. Mas o presidente está trabalhando com os republicanos no Congresso para tentar aprovar uma nova lei sobre o tema. Mesmo controlando a Câmara e o Senado, Trump precisaria de apoio de alguns democratas para nas votações. 7. Reforma na Educação As ameaças de Trump de cortar bilhões de dólares de instituições de ensino superior vêm de várias promessas de campanha — combater o antissemitismo nos campi, enfrentar programas de diversidade, equidade e inclusão, e expulsar estudantes estrangeiros considerados hostis aos valores americanos. Após várias universidades sinalizarem disposição para cumprir as exigências de Trump, Harvard resistiu à pressão. Em resposta, Trump pediu a revogação da isenção fiscal de Harvard, ameaçou bloquear a matrícula de estudantes estrangeiros — que representam mais de um quarto dos alunos da instituição — e congelou mais de US$ 2 bilhões em subsídios e contratos. Mas os esforços se estendem além de Harvard. A administração Trump também está agindo contra outras universidades e, pelo menos temporariamente, cancelou o status legal de muitos estudantes estrangeiros em diversas instituições do país. 8. Mudanças na cultura A agenda de Trump contra políticas “woke” se espalhou rapidamente pelo governo: programas de diversidade dos anos Biden foram encerrados, e referências à diversidade nas comunicações federais foram eliminadas. Esse esforço avançou profundamente em instituições culturais e além das práticas federais de contratação e ambiente de trabalho. No Pentágono, em especial, ocorreu uma confusa revisão de conteúdo: milhares de imagens e materiais online foram sinalizados para remoção, mesmo sem ter ligação com conteúdos de inclusão. Uma imagem do bombardeiro Enola Gay da Segunda Guerra Mundial foi marcada para exclusão — por causa da palavra “gay” —, assim como materiais que homenageavam heróis de guerra negros, navajos e mulheres pioneiras. A maior parte do material acabou sendo preservada. 9. Reverção do direitos de pessoas transgênero Trump fez campanha contra a participação de atletas trans em esportes femininos e contra movimentos que reconhecem que gênero não é inerentemente binário, especialmente em estados liderados por democratas. Ele prometeu combater a “loucura transgênero”. Como presidente, assinou ordens executivas proibindo atletas trans em equipes femininas e pediu à Suprema Corte que revertesse decisões que bloquearam sua tentativa de remover pessoas trans das Forças Armadas. 10. Criação do 'DOGE' No ano passado, Elon Musk sugeriu a Trump a criação do Departamento de Eficiência Governamental (DOGE), encarregado de reduzir a burocracia federal. “Eu adoraria”, respondeu Trump. O resultado foi mais direto do que muitos esperavam. Musk passou a trabalhar diretamente para o governo, trazendo aliados. Leais a Musk se espalharam pelas agências federais para acessar dados confidenciais, interrogar servidores de carreira e pressionar por cortes. Os resultados foram mistos. Trump e Musk conseguiram causar grande impacto na burocracia, demitindo dezenas de milhares de funcionários, com mais mudanças previstas. No entanto, economias significativas ainda não se concretizaram. Musk reduziu sua meta de economia nos custos do governo para US$ 150 bilhões, depois de inicialmente prometer pelo menos US$ 1 trilhão. Não está claro se atingirá nem mesmo a meta menor. O DOGE exagerou seus resultados. 11. Perdão aos envolvidos no 6 de janeiro Depois que uma multidão de apoiadores de Trump invadiu o Capitólio dos EUA em 6 de janeiro de 2021, ele condenou o “ataque horrível” e declarou estar “indignado com a violência, a ilegalidade e o caos”. Logo mudou o tom. Na campanha, celebrou os manifestantes como “patriotas” e “reféns” do sistema judicial, prometendo: “Assinarei seus perdões no primeiro dia.” E cumpriu. Cerca de 1.500 pessoas, incluindo aquelas que atacaram policiais, foram perdoadas. 12. Fim de proteções ambientais Como parte de sua promessa de favorecer a produção de petróleo, gás natural e carvão, Trump assinou ordens executivas nesse sentido. Mas o impacto prático é limitado. Uma ordem revogou o que Trump chamou de “mandato de veículos elétricos” da era Biden — mas tal mandato não existia. Ele apenas se afastou de uma meta não obrigatória do governo anterior para que metade dos carros novos vendidos em 2030 fossem elétricos. A ordem também tenta acabar com a autorização federal que permite à Califórnia eliminar gradualmente a venda de carros a gasolina até 2035. Mas Trump deixou essa decisão para o Congresso, e isso ainda não foi aprovado. ** Com AP **

  • Juristas acusam Trump e Bukele de crimes por prisão de venezuelanos

    Juristas afirmam que governos negam direito à defesa dos imigrantes (Foto: Arquivo) WASHINGTON - A Associação Americana de Juristas (AAJ) acusou os governos dos presidentes Donald Trump, nos Estados Unidos, e Nayib Bukele, em El Salvador, de crimes contra humanidade pela detenção e transferência forçada de 252 imigrantes venezuelanos para megaprisão de supostos “terroristas” de El Salvador. “Cidadãos venezuelanos foram detidos e expulsos de forma arbitrária, forçada e humilhante, em violação ao direito à revisão judicial nos EUA, à lei constitucional dos EUA e aos pactos e convenções de direito público internacional e direitos humanos”, diz a declaração publicada nesta quinta-feira, 28, pela AAJ. A organização não governamental (ONG) AAJ foi fundada em 1975, reúne juristas de todos os países das Américas, com sede no Panamá, e atua com denúncias de violações de direitos humanos nos órgãos das Nações Unidas (ONU). Segundo a Associação, Trump e Bukele seriam corresponsáveis por crimes de lesa humanidade previstos no artigo 7º do Estatuto de Roma, entre eles: deportação ou transferência forçada de uma população; prisão em violação das normas fundamentais do direito internacional; desaparecimento forçado de pessoas; e perseguição de grupo ou coletividade por motivos políticos. “As violações do devido processo legal, as transferências forçadas e a falta de comunicação com advogados são agravadas pela ocultação prévia de sua identidade e pela falta de informações sobre suas condições médicas”, afirma a organização. A AAJ diz ainda que o governo Trump violou as emendas quinta e sexta da Constituição estadunidense. Esses dispositivos afirmam que nenhuma pessoa será obrigada a responder a um delito se não em virtude de uma acusação por um jurado, e que os acusados devem ter direito a um julgamento imparcial. Entenda No início de março, cerca de 250 imigrantes venezuelanos foram transferidos à força para prisão de segurança máxima de El Salvador acusados de integrarem uma organização criminosa da Venezuela chamada Tren de Aragua. Trump evocou uma Lei de Inimigos Estrangeiros de 1798, usada apenas em tempos de guerra, para deportar os imigrantes sem direito a um processo legal. O uso da legislação acabou suspensa temporariamente pela Corte Suprema dos EUA diante das denúncias de irregularidades feitas por organizações de direitos humanos do país norte-americano. Famílias dos imigrantes venezuelanos alegam que eles não eram criminosos e muitos foram associados à organização Tren de Aragua unicamente por terem tatuagens. O governo da Venezuela denunciou o caso à Comissão de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, e pede a devolução dos presos em El Salvador. Na última semana, após mais de um mês sem responder aos apelos do governo de Caracas, Bukele manifestou que trocaria os presos venezuelanos por supostos “presos políticos” da Venezuela. A sugestão causou indignação do governo de Nicolas Maduro, que recusou a oferta. Para Associação Americana de Juristas, a repercussão do caso demonstra haver uma agenda política por trás das prisões. “A detenção de venezuelanos nas prisões de El Salvador, no contexto de uma negociação anterior em prol de direitos humanos e da subsequente oferta de troca por supostos presos políticos na Venezuela, demonstra uma agenda política, gerando graves violações de direitos humanos”. Ainda segundo a organização, esse caso lembra os campos de concentração da Alemanha nazista e alerta para o risco de “o tráfico de pessoas se espalhar para outros países da nossa região”. Trump e Bukele O presidente dos EUA, Donald Trump, alega que os serviços de segurança e inteligência verificaram que todos os imigrantes eram membros de organização criminosa. Além disso, justificou que não seria possível realizar julgamentos de tantos casos de “criminosos estrangeiros” e que estaria fazendo o que “foi eleito para fazer”. “Não podemos dar a todos um julgamento, porque isso levaria, sem exagero, 200 anos. Precisaríamos de centenas de milhares de julgamentos para as centenas de milhares de ilegais que estamos enviando para fora do país”, disse em uma rede social após a Corte Suprema suspender o uso da Lei de Inimigos Estrangeiros para transferir imigrantes. Já o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, recebeu os presos em troca de recursos financeiros e de ajuda com “inteligência” do governo dos EUA. O presidente centro-americano também sustenta que respeita os direitos humanos. “Nós não temos presos políticos. Todos os venezuelanos que temos sob custódia foram detidos como parte de uma operação contra gangues como a Operação Trem de Aragua, nos Estados Unidos (EUA)”, justificou Bukele. O presidente de El Salvador governa há mais de três anos por meio de decretos de Estado de Exceção, com suspensão de direitos individuais, é acusado por organizações de direitos humanos, como a Anistia Internacional, de prisões arbitrárias e prática sistemática de tortura no Centro de Confinamento de Terroristas (Cecot), onde milhares de presos não teriam direito a defesa e seriam submetidos a julgamentos em massa. ** Com Agência Brasil**

  • Trump toma medidas contra “cidades-santuário” dos EUA

    Administração Trump acusa governos locais de proteger imigrantes criminosos WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, firmou um decreto nesta segunda-feira, 28, para tomar medidas enérgicas contra as "cidades-santuário" que desafiam suas políticas rígidas de imigração, na véspera de completar seus primeiros cem dias no cargo. O mandatário republicano assegura que fez grandes avanços para cumprir suas promessas eleitorais de interromper as travessias ilegais da fronteira a partir do México, que bateram recordes durante o governo de seu antecessor, o democrata Joe Biden. O decreto desta segunda aponta a sua mira contra as chamadas "cidades-santuário", que proíbem que seus funcionários cooperem com os agentes federais na identificação e expulsão de imigrantes em situação irregular. A porta-voz de Trump, Karoline Leavitt, destacou nesta segunda que houve uma redução de 95% na interceptação de migrantes sem documentos na fronteira com o México, de 140 mil para 7 mil, em 12 meses, desde março de 2024, quando Biden ainda estava no cargo. "As fronteiras dos Estados Unidos agora estão seguras graças ao presidente Trump. Ele restaurou o Estado de Direito, aplicou nossas leis migratórias e defendeu a soberania dos Estados Unidos", afirmou a porta-voz. A retórica da campanha eleitoral de Trump sobre enfrentar as supostas hordas de estupradores e assassinos teve impacto entre os eleitores americanos preocupados com a imigração ilegal. A ordem executiva desta segunda instrui funcionários do governo a publicarem dentro de 30 dias quais estados e autoridades locais "obstruem a aplicação das leis de imigração federais", com a advertência de que os que estiverem presentes nessa lista correm o risco de perder acesso a certos fundos governamentais. No entanto, os tribunais americanos já confirmaram a legalidade das leis-santuário, e um juiz decidiu na semana passada que a administração Trump não pode reter fundos federais das autoridades pelo feto de elas oferecerem algum tipo de proteção aos imigrantes em situação irregular. Outros decretos No mesmo dia, Trump determinou que o governo forneça apoio jurídico aos policiais acusados de irregularidades. Além de revisar as restrições para atuação das polícias e equipá-las com aparatos militares. Para a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, a ordem deve “liberar as forças de segurança dos Estados Unidos para perseguir criminosos”. O terceiro decreto reforça as regras já existentes que exigem que os motoristas de caminhão profissionais tenham proficiência em inglês. A ordem de Trump afirma que esse “deve ser um requisito de segurança inegociável para motoristas profissionais.” ** Com AP **

  • Brasileira é uma das vítimas de atentado no Canadá

    Kira atuava como educadora numa escola local e era envolvida em lutas por igualdade (Foto: FB) A musicista brasileira Kira Salim, de 34 anos, foi uma das 11 vítimas fatais de um atropelamento em massa ocorrido durante um festival ao ar livre em Vancouver, no Canadá, na madrugada do  domingo, 27. A informação foi confirmada pelo Itamaraty e por familiares da vítima.   A polícia de Vancouver informou que o autor do atropelamento, um homem de 30 anos, foi contido por populares e preso em seguida. Ele foi indiciado por homicídio culposo e, segundo autoridades locais, possui histórico de problemas mentais. O chefe interino da polícia, Steve Rai, classificou o dia como “o mais sombrio da história da cidade” e expressou solidariedade às vítimas e suas famílias.   Quem é a brasileira   Nascida no Rio de Janeiro, filha de mãe argentina e pai gaúcho, Kira Salim era reconhecida por seu envolvimento com causas sociais e pela paixão pela educação inclusiva. Formada em Licenciatura em Música pela Unirio e mestre em Intervenção Psicológica no Desenvolvimento e Educação pela Universidad Europea del Atlántico, Kira atuava como educadora em uma escola na cidade de New Westminster, onde buscava criar ambientes de aprendizado que acolhessem jovens de diferentes origens e identidades.    Defensora da causa animal e dos direitos humanos, em especial da comunidade LGBT, Kira se mudou para o Canadá há cerca de três anos com o marido, uma cachorrinha resgatada no Brasil e cinco gatos.    O atropelamento aconteceu durante as comemorações do Dia de Lapu-Lapu, um evento cultural filipino que homenageia o chefe indígena Lapu-Lapu, que liderou a vitória sobre as forças colonizadoras comandadas pelo português Fernão de Magalhães.    O incidente mortal ocorre um ano após o canadense Nathaniel Veltman ter sido condenado à prisão perpétua por atropelar uma família muçulmana com seu caminhão na rua em Ontário, em 2021. A decisão no caso de Veltman foi a primeira no Canadá a vincular supremacia branca e terrorismo em um caso de assassinato.   Com agências internacionais

  • Governo Trump deporta três crianças americanas para Honduras

    Uma das crianças americanas deportadas tem câncer em estágio avançado (Foto: Ilustração) BATON ROUGE - Pelo menos duas hondurenhas que moravam na Lousiana foram deportadas com seus filhos americanos na sexta-feira, 25, sem direito à defesa, denunciaram os advogados das famílias e colocam em evidência a política imigratória repressora do governo Trump. Em um dos casos, uma criança de 4 anos e outra de 7, ambas nascidas nos Estados Unidos, foram deportadas junto com a mãe para Honduras. No mesmo dia outra hondurenha grávida e sua filha americana de 2 anos foram enviadas para o país em uma ação relâmpago. Os advogados das duas famílias afirmaram que as mães não receberam a opção de deixar os filhos nos EUA antes de serem deportadas. No caso da menina de 2 anos, cujo irmão de 11 anos também foi enviado a Honduras, um juiz federal da Louisiana expressou preocupação com o fato de o governo ter deportado a criança americana contra a vontade do pai, que permaneceu no país. O czar da fronteira de Trump, Tom Homan, negou que qualquer criança americana tenha sido deportada. Falando sobre o caso da menina de 2 anos no programa "Face the Nation", da CBS, Homan afirmou no domingo, 27, que agentes federais de imigração deram à mãe a escolha de ser deportada com ou sem a filha, e que ela saiu do país com a menina por decisão própria. Segundo a defesa da família do menino de 4 anos, a criança tem uma forma rara de câncer em estágio avançado e não teve acesso a seus medicamentos ou médicos enquanto esteve sob custódia, junto com sua irmã de 7 anos e a mãe. Defensores dos direitos dos imigrantes e a União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU) condenaram as ações do governo, levantando preocupações sobre a falta de devido processo legal. "O que vimos do ICE nos últimos dias é horrível e desconcertante", disse Gracie Willis, advogada do National Immigration Project que atua no caso da menina de 2 anos. Mas o governo manteve sua posição. “Ter um filho cidadão americano depois de entrar ilegalmente no país não é um passe livre para sair da prisão”, disse Homan. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, também defendeu a política migratória no domingo, insistindo que o governo havia deportado apenas as mães nos dois casos, e não as crianças. "As crianças foram com as mães", disse ele no programa "Meet the Press", da NBC. "Essas crianças são cidadãs americanas. Elas podem voltar aos Estados Unidos se o pai ou alguém quiser assumir a guarda", afirmou. O Departamento de Segurança Interna não respondeu imediatamente a um pedido de comentário no domingo. Ambas as famílias foram detidas no início da semana passada durante check-ins de rotina com o ICE. Elas participavam do Intensive Supervision Appearance Program, um programa de liberdade condicional que permite que pessoas em processo migratório permaneçam no país. A menina de 2 anos e sua mãe, junto com um irmão de 11 anos que não é cidadão americano, foram detidos em 22 de abril. A família das crianças de 4 e 7 anos foi detida na manhã de quinta-feira, segundo Erin Hebert, advogada da família. As famílias foram proibidas de se comunicar com outros familiares ou advogados. Os representantes disseram que só conseguiram contato com as mães depois que elas já estavam em Honduras. Erin afirmou que esteve presente no compromisso da família que representa, mas que todos foram levados sob custódia rapidamente, antes que ela pudesse conversar com eles. Ela disse que sua equipe pretende contestar a deportação da família, mas ainda está avaliando os próximos passos. Em uma decisão breve emitida na sexta-feira pelo Tribunal Distrital Federal no Distrito Oeste da Louisiana, o juiz Terry A. Doughty questionou por que o governo havia enviado a menina de 2 anos — identificada nos autos apenas como V.M.L. — para Honduras com a mãe, mesmo com o pai tendo solicitado, por meio de um pedido de emergência na quinta-feira, que a criança não fosse enviada para fora do país. O juiz Doughty, indicado por Trump, disse ter uma "forte suspeita de que o governo simplesmente deportou uma cidadã americana sem um processo" e marcou uma audiência para 16 de maio para examinar a questão. **Com Agências **

  • EUA prendem mais de 100 imigrantes em boate clandestina no Colorado

    Imagem de um vídeo postado pelo DEA na rede social X sobre a operação de domingo COLORADO SPRINGS - Mais de 100 imigrantes indocumentados foram presos durante uma ação em uma boate clandestina neste domingo, 27. A prisão foi anunciada pela Drug Enforcement Administration (DEA), agência de combate às drogas nos Estados Unidos. “O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos levou mais de 100 estrangeiros ilegais sob custódia. Drogas e armas também foram apreendidas nesta boate subterrânea em Colorado Springs”, informou. Em nota, o DEA afirma que 114 pessoas foram colocadas em ônibus para processamento e provável deportação. Segundo Jonathan Pullen, agente especial da DEA, foram encontrados vários membros do exército dos EUA na boate, seja como clientes ou como trabalhadores. "Esta manhã, [o DEA] prendeu mais de 100 estrangeiros ilegais em uma boate subterrânea frequentada por terroristas da Tda e e MS-13", disse a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, no X. "Cocaína, metanfetamina e cocaína rosa foram apreendidas. Duas pessoas também foram presas com base em mandados existentes", acrescentou. Já o presidente Donald Trump celebrou a operação em sua rede social, o Truth Social. “Uma grande operação policial ontem à noite prendeu algumas das piores pessoas que vivem ilegalmente no nosso país - traficantes de drogas, assassinos e outros criminosos violentos”, afirmou. Nenhum deles, no entanto, fez referência aos militares detidos na ação. ** Com AP **

  • Brasileiro é condenado por assassinato de mulher em Framingham

    Acusação afirma que Edvaldo cometeu crime passional por não aceitar a separação (Foto: Arquivo) FRAMINGHAM - O brasileiro Edvaldo Gomes da Silva, 42, foi condenado pelo assassinato em primeiro grau da ex-companheira Neiriane Pereira da Silva em julho de 2022, em Framingham, Massachusetts. Ele nega a autoria do crime mas algumas evidências apresentadas em Corte foram cruciais na decisão. Durante o julgamento, a promotora Marian Ryan classificou o caso como um trágico exemplo de violência doméstica em que o réu não aceitava o fim do relacionamento. A acusação destacou o comportamento controlador do acusado que havia dito que não permitiria que a esposa e a filha - na época com 12 anos - vivessem com outra pessoa. Edvaldo nega o crime, mas a promotoria apresentou evidências como mensagens ameaçadoras para Neiriane, um bilhete que seria destinado à filha do casal na noite do crime e uma confissão do crime enviada para o irmão da vítima. A sentença será anunciada na próxima audiência que não tem data marcada. Edvaldo está preso desde a data do homicídio. Crime A polícia encontrou Edvaldo e Neiriane - ambos de Coroaci, em Minas Gerais - feridos à faca após um vizinho ouvir gritos na residência e ver marcas de sangue nas escadas do prédio na noite de 17 de julho de 2022. Segundo os autos da Corte, Edvaldo esfaqueou a vítima de 30 anos várias vezes dentro do apartamento onde viviam, na Taylor Street, antes de ferir a si mesmo com a faca. Os dois foram socorridos, mas a mulher morreu no hospital. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Jovem com nome brasileiro é preso em Milford

    Suspeito tentou fugir à pé e foi alcançado por policiais (Foto: Divulgação) MILFORD - A Polícia de Milford, em Massachusetts, divulgou no início da semana a prisão de Kayck dos Passos Barroso por recepção de veículo roubado, dirigir sem carteira de motorista, posse de bebida alcoólica em veículo e resistência à prisão. O policial Patrick Motuzas fazia uma patrulha de rotina nos arredores do Milford Portuguese Club, localizado em Prospect Heights, pouco antes da meia-noite de sexta-feira (18) quando localizou um Jeep Renegade cinza estacionado de forma suspeita. Ao consultar o registro do veículo descobriu que o carro sobre aquele número era outro. O jovem de 18 anos era o motorista do Jeep e foi interpelado pelos policiais. Ele chegou a escapar e fugir à pé, mas foi preso em seguida. Durante a perseguição do suspeito, outros três ocupantes do carro conseguiram fugir do local e já foram identificados, mas não tiveram os nomes divulgados. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Ex-deputado dos EUA George Santos é condenado a 7 anos de prisão

    NOVA YORK - O ex-deputado dos Estados Unidos George Santos, que foi expulso do Congresso após um mandato breve e repleto de escândalos, foi condenado por uma juíza federal na sexta-feira a mais de sete anos de prisão por fraude e roubo de identidade. Santos, de 36 anos, que é filho de brasileiros, se declarou culpado em agosto passado de duas das 23 acusações criminais que enfrentava por inflar os números de arrecadação de fundos e falsificar nomes de doadores para se qualificar para receber apoio financeiro do Partido Republicano durante o ciclo eleitoral de 2022, quando o recém-chegado político foi eleito. Nesta sexta-feira, a juíza Joanna Seybert, do Distrito Leste de Nova York, condenou Santos a 87 meses em uma prisão federal e ordenou que ele se entregue até 25 de julho, informou o New York Times. "Sr. Santos, as palavras têm consequências", disse a juíza a Santos. "Você foi eleito com suas palavras, a maioria das quais eram mentiras." Em abril, os promotores recomendaram uma sentença de 87 meses, dizendo que o limite máximo da faixa de sentença de Santos era apropriado para refletir a gravidade de seus crimes sem paralelo. Durante sua campanha, Santos afirmou que estudou na Universidade de Nova York, que trabalhou na Goldman Sachs e no Citigroup e que seus avós haviam fugido dos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Nenhuma dessas alegações era verdadeira. Santos foi alvo de acusações federais em maio de 2023 por lavagem de fundos de campanha para pagar suas despesas pessoais, cobrança de cartões de crédito de doadores sem o consentimento deles e recebimento de seguro-desemprego enquanto estava empregado. Como parte de seu acordo de confissão, Santos admitiu todos os delitos descritos na acusação, embora tenha se declarado culpado de apenas duas das 23 acusações em agosto. Santos passou grande parte de seus 11 meses no cargo envolvido em escândalos, marginalizado por seus colegas parlamentares e ridicularizado por comediantes da TV após a revelação de que mentiu sobre grande parte de seu passado. **Com Reuters **

  • 80 deportados dos EUA chegam ao Brasil nesta sexta-feira

    FORTALEZA - O sexto voo fretado pelos Estados Unidos só esse ano para deportar brasileiros chegou na manhã desta sexta-feira, 25, em Fortaleza, no Ceará. Os 80 nacionais que desembarcaram hoje somam 700 extraditados desde que Trump assumiu a Casa Branca em em janeiro. De lá, seguiu um voo da Força Aérea Brasileira (FAB) até o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins. Segundo o governo brasileiro, a maioria são homens desacompanhados. “Temos também três grupos familiares, pessoas que chegam ao Brasil com uma perspectiva de retomar as vidas, de encontrar amigos e familiares e reconstruir a condição social e econômica dentro do país”, afirmou Ricardo Collar, diretor de Promoção dos Direitos Humanos do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania. Nenhum dos brasileiros extraditados tem problemas com a Justiça do Brasil, como já aconteceu em voos anteriores. De acordo com ele, políticas públicas robustas estão sendo implementadas para receber as pessoas no país. “Temos mais voos previstos. São muitos brasileiros que estão nos Estados Unidos, e o governo americano tem estabelecido uma rotina de duas semanas de intervalo entre uma viagem e outra”, explicou. A recepção baseia-se em determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que seja assegurado um acolhimento digno, humanizado e articulado, oferecendo atendimento especializado e suporte logístico. As equipes envolvidas realizam o acompanhamento dos repatriados desde o desembarque, com encaminhamento às redes de assistência social e serviços de proteção, quando necessário. A operação também prevê o contato com familiares e, em casos específicos, oferta de acolhimento institucional temporário. ** Com Agência Brasil **

  • Estados processam Trump por causa das tarifas e política comercial

    Estados acusam Trump de instalar o caos na economia americana (Foto: Ilustração) WASHINGTON - Uma dúzia de Estados está contestando judicialmente as tarifas globais “imensas e em constante mudança” do presidente Donald Trump, alegando que ele contornou ilegalmente o Congresso ao impor taxas com base em uma lei de emergência econômica. A ação, movida nesta quarta-feira no Tribunal de Comércio Internacional dos Estados Unidos, em Nova York, argumenta que o Congresso não concedeu a Trump a autoridade necessária para impor as tarifas e que a política comercial nacional “agora depende dos caprichos do presidente em vez do exercício legítimo de sua autoridade legal.” O presidente “desorganizou a ordem constitucional e trouxe caos para a economia americana”, denuncia o grupo — que inclui Nova York, Illinois e Arizona — na queixa formal. A ação judicial segue outras semelhantes — movidas por Califórnia, pequenas empresas e membros da tribo Blackfeet Nation, em Montana — com alegações parecidas. Os Estados buscam uma ordem judicial que interrompa as tarifas, inclusive aquelas globais que Trump suspendeu em 9 de abril. Eles alegam que essas tarifas equivalem a um grande imposto sobre os consumidores americanos. “O presidente não tem o poder de aumentar impostos por capricho, mas é exatamente isso que Donald Trump tem feito com essas tarifas”, disse a procuradora-geral de Nova York, Letitia James, em comunicado. “Donald Trump prometeu reduzir os preços e aliviar o custo de vida, mas essas tarifas ilegais terão exatamente o efeito oposto sobre as famílias americanas.” A queixa critica o uso, por Trump, da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (International Emergency Economic Powers Act), que o presidente invocou para justificar “as tarifas mais prejudiciais”, segundo a ação. Os Estados argumentam que a lei foi aprovada há cinco décadas para impedir que presidentes abusassem de poderes de emergência, e que ela só pode ser invocada para responder a uma “ameaça incomum e extraordinária”. Déficits comerciais e outras questões citadas por Trump não atendem a esse critério, alegam. “O requisito legal de uma ‘ameaça incomum e extraordinária’ não é atendido pela declaração de emergência do presidente que acompanha a Ordem Tarifária Global”, destaca a denúncia. “Como a própria Ordem Tarifária Global reconhece, ‘os déficits comerciais anuais de bens dos EUA’ são ‘persistentes’; portanto, por definição, não são ‘incomuns e extraordinários’.” Os outros estados que participam da ação são: Oregon, Colorado, Connecticut, Novo México, Vermont, Nevada, Delaware, Minnesota e Maine. Receita com tarifas disparam mais de 60% As medidas de Trump já fizeram a receita proveniente das tarifas aduaneiras disparar mais de 60% em abril, com a entrada em vigor das novas alíquotas, gerando pelo menos US$ 15 bilhões, segundo dados do Tesouro divulgados nesta quarta-feira, 23. Os dados do Daily Treasury Statement (relatório diário do Tesouro) refletem tarifas alfandegárias pagas em abril por grandes importadores e despachantes sobre mercadorias que chegaram aos portos dos EUA em março. As arrecadações diárias — aquelas pagas no momento da importação — também aumentaram cerca de 40% em abril em comparação com o mesmo período de março. Estão incluídas nesses valores as tarifas de 25% sobre aço e alumínio que Trump impôs desde o dia 12 de março. ** Com Bloomberg **

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