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  • Advogado acusa ICE de assinar deportação sem aval do cliente

    Augusta e o bebê devem reencontrar Samarone essa semana no Brasil (Foto: Redes Sociais) WORCESTER - Samarone Alves Ferreira de Souza, pai do bebê que chamou a atenção da opinião pública durante uma ação do ICE em Worcester, Massachusetts, no mês passado, foi deportado após se recusar a assinar uma autorização de saída voluntária do país. O documento, segundo o advogado do brasileiro, teria sido assinado por um agente federal. Tal ação foi relatada por Samarone Souza, 21, durante um telefonema para o escritório de advocacia que o defendia para avisar que já estava no Brasil. No dia 25 de maio ele foi enviado da Lousiana para o Ceará em um avião fretado pelo governo dos Estados Unidos. De acordo com o advogado Andrew George Lattarulo, o brasileiro contou que os agentes do ICE disseram para ele assinar o documento e, diante da recusa, teria ouvido que ele sairia assim mesmo e que um oficial já tinha assinado em seu nome. Lattarulo desconhece o teor do documento e não foi dada uma cópia ao cliente que havia ficado incomunicável nos últimos dias. O advogado reclama que Souza não teve acesso ao processo legal. "O ICE está tentando deportar as pessoas sem uma audiência de imigração. Eles violaram os direitos dele [Souza] e vão fazer isso com todos que puderem", disse ao canal MassLive. O ICE e o Departamento de Segurança Interna (DHS) não comentaram o caso. Lattarulo afirma que o brasileiro decidiu não lutar por seu caso porque "está cansado com a situação". Souza foi preso após buzinar em um incidente no trânsito. "Ele buzinou para o carro descaracterizado de um agente do ICE no dia 7 de maio. Esse foi o motivo da prisão. Ele não tem passagem pela polícia, não deve nada", disse a companheira Augusta Clara Moura em entrevista recente. Ela é a mulher de 21 anos que aparece com o bebê no colo na rua Eureka em Worcester durante a confusão com o ICE e deve, segundo fontes familiarizadas com o caso, reencontrar o parceiro no Brasil ainda essa semana. Leia também: Adolescente presa ao tentar impedir ICE de levar a mãe está sob custódia do governo Ela está na casa de amigos desde que a mãe, Rosane Ferreira de Oliveira, foi presa pelo órgão federal no dia 8 de maio, um dia depois de os agentes terem pego o pai do seu filho. A prisão de Rosane, 40, chamou atenção da imprensa nacional pela truculência da ação. Abordagem Segundo Augusta, ela e a irmã de 17 anos saíram de casa em direção ao escritório do ICE para assinar alguns papéis por conta da prisão de Souza quando foram interceptadas pelos policiais. A jovem disse que a informaram que ela seria presa e que alguém precisava ficar com o bebê, mas não podia ser a adolescente. Augusta chamou a mãe e quando Rosane chegou também foi avisada que seria presa. Vizinhos intervieram, segundo a jovem, quando os agentes tentaram pegar o seu bebê. Populares também questionaram se havia uma ordem de prisão e queriam impedir a prisão de Rosane que acabou sendo algemada e levada pelo ICE. A filha adolescente se desesperou e acabou sendo presa pela polícia de Worcester que estava no local após ter sido acionada tanto pelos agentes do ICE quanto pela população. A menina chegou a ser indiciada por negligência de criança, pertubação da paz, conduta desordeira e resistência à prisão. As acusações foram todas retiradas. Desde então Rosane está presa no Wyatt Detention Center, em Rhode Island, e as duas filhas menores estão sob custódia do Departamento de Crianças e Famílias de Massachusetts aos cuidados de amigos da família. Rosane está em processo de asilo, mas contra ela pesa uma ação criminal na Corte de Worcester. Ela chegou a ficar presa durante dois dias em fevereiro após a polícia ser chamada para atender uma confusão doméstica em um sábado. Ela responde por agredir uma mulher grávida com um cabo de carregador de celular. A filha Augusta diz que o incidente foi um mal entendido. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • EUA e União Europeia chegam a um acordo tarifário de 15%

    UE e EUA vão aplicar taxas recíprocas segundo acordo firmado no domingo WASHINGTON - O presidente Donald Trump anunciou neste domingo, 27, que os Estados Unidos e a União Europeia chegaram a um acordo preliminar para um tratado comercial após conversas com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em Turnberry, Escócia. Trump chamou de “o maior acordo de todos os tempos”, enquanto von der Leyen disse que a União Europeia concordou com tarifas de 15% em todos os setores. Os detalhes do acordo ainda estão sendo confirmados. Segundo Trump, a União Europeia concordou em comprar US$ 750 bilhões em energia dos Estados Unidos, investir mais US$ 600 bilhões no país além dos investimentos já existentes, abrir os mercados dos países do bloco para comércio com os EUA sem tarifas e adquirir “quantidades enormes” de equipamentos militares. Segundo Trump, a tarifa-base de 15% inclui automóveis. Ele disse que alumínio e aço, que estão atualmente com tarifas de 50%, seguirão com o mesmo patamar. "Penso que vai ser ótimo para as duas partes, penso que vários países estão muito satisfeitos com isso", disse Trump, ao lado de Ursula von der Leyen. O encontro entre os dois durou cerca de uma hora. "Nós conseguimos", afirmou a presidente da Comissão Europeia. Ela afirmou que os dois lados querem reequilibrar seu relacionamento comercial e querem fazer isso de modo que o comércio siga entre os dois lados do Atlântico. Na semana passada, a expectativa de fechamento de um acordo entre os EUA e o bloco já havia animado os mercados. Ainda assim, diante do caráter imprevisível de Trump nas negociações, representantes do bloco chegaram a elaborar o que seria a retaliação europeia, caso não houvesse entendimento, com tarifas previstas de 30%. Com o fechamento do acordo com a UE, Trump repete a receita da negociação com o Japão: uma tarifa-base de 15%, acrescida da promessa de investimento ou compra de produtos de grande valor, o que fortalece o discurso de que os EUA "saíram ganhando" com a negociação. “Acho que isso basicamente conclui o acordo,” disse Trump a repórteres em seu clube de golfe. “É o maior de todos os acordos.” Enquanto isso, a menos de uma semana do prazo final de 1º de agosto, o Brasil segue sem conseguir colocar em marcha uma negociação com os EUA. Na semana passada, o vice-presidente, Geraldo Alckmin, afirmou ter tido, sem dar detalhes, uma conversa com o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick. Sem sinais de avanço nas conversas até agora, o governo já preparou um plano de socorro a empresas brasileiras, que dará prioridade a companhias de pequeno porte e a setores que trabalham com produtos perecíveis, como frutas e pescados. A avaliação é que estes seriam os segmentos mais afetados caso, de fato, Trump cumpra a ameaça de taxar produtos brasileiros em 50% a partir de agosto. Tarifas separadas para medicamentos e chips Na entrevista depois do anúncio do acordo com a UE, o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, afirmou que uma decisão sobre semicondutores — que, assim como os medicamentos, estão sujeitos a uma investigação que pode levar a tarifas separadas — será tomada em cerca de “duas semanas”. O anúncio encerra meses de uma diplomacia tensa e frequente entre Bruxelas e Washington. A UE havia se preparado para impor tarifas sobre cerca de €100 bilhões (US$117 bilhões) em produtos americanos caso não houvesse acordo e Trump seguisse com sua ameaça. Durante semanas, a UE demonstrou disposição para aceitar um pacto desequilibrado com uma tarifa recíproca reduzida, próxima de 15%, enquanto buscava isenções em tarifas setoriais críticas para a economia europeia. O presidente dos EUA também impôs tarifas de 25% sobre automóveis e o dobro disso sobre aço, alumínio e cobre. Diversos exportadores da Ásia — incluindo Indonésia, Filipinas e Japão — negociaram tarifas recíprocas entre 15% e 20%, e a UE viu o acordo com o Japão, que estabeleceu uma tarifa de 15% sobre automóveis, como um modelo promissor a ser seguido. Washington continua as negociações também com Suíça, Coreia do Sul e Taiwan. ** Com Agência Globo **

  • Portugal cria 'polícia para imigrantes'

    Brasileiros relatam clima cada vez mais hostil em Portugal contra estrangeiros LISBOA - Portugal se prepara para colocar nas ruas a Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras (UNEF), que vem sendo chamada de "polícia para imigrantes", para reforçar a fiscalização da imigração. O órgão faz parte da Polícia de Segurança Pública (PSP) e passa a ter o controle na entrada e saída de imigrantes por via aeroportuária; na concessão de visto na chegada; nas situações de permanência irregular e na repatriação de cidadãos em situação irregular. A UNEF foi aprovada no Parlamento com os votos favoráveis da coalizão de centro-direita que lidera o governo, a Aliança Democrática (AD), e do partido de direita radical Chega. Todos os partidos de esquerda se abstiveram. O presidente Marcelo Rebelo de Sousa promulgou a lei em 17 de julho, que entrará em vigor em 30 dias. A UNEF vem substituir o antigo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), extinto em 2023. Suas competências foram redistribuídas entre entidades como a Polícia Judiciária (PJ), a Guarda Nacional Republicana (GNR), a PSP, e pela recém-criada Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA). "É uma demonstração política de que o Estado não abdica do seu dever essencial, de proteger e respeitar todos os que se encontrem no nosso território", argumentou a ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, num seminário sobre migrações realizado pela PSP. "Não há liberdade possível sem segurança e não há segurança sem controle de fronteiras." Até agora, a AIMA era a entidade responsável pela repatriação de imigrantes. No entanto, segundo o governo, o modelo não era eficaz, não permitindo a execução das ordens de expulsão de imigrantes. Assim, segundo o texto aprovado, a UNEF vai assumir as atribuições da AIMA. A criação da unidade de polícia faz parte de maior rigidez com a imigração que Portugal vem adotando nos últimos meses. Em 2 de junho, o governo já tinha anunciado a expulsão de 33.983 imigrantes que solicitaram residência no país, mas tiveram o pedido negado. Desses, 5.368 são brasileiros. Além disso, o visto de procura de trabalho, um dos mais requisitados pelos brasileiros, será restrito a "profissões altamente qualificadas" — cujos detalhes ainda não foram divulgados. Os imigrantes que entrem ou permaneçam de forma irregular no país terão o visto automaticamente recusado, qualquer que seja o tipo. O reagrupamento familiar (solicitação para que parentes possam viver em Portugal também) só será possível após dois anos de residência no país, com exceção dos filhos menores. O pedido também precisará ser feito fora de Portugal. Na prática, só será possível a entrada de casais se os dois tiverem visto. Caso contrário, o cônjuge sem visto terá de esperar dois anos para fazer o reagrupamento familiar. Além disso, o casal precisa agora comprovar que viveu junto em outro país. Para os estrangeiros que falem português, o prazo para pedir a nacionalidade portuguesa passa de cinco para sete anos; para os demais casos, o prazo é de 10 anos. A política migratória recente de Portugal tem gerado apreensão entre os brasileiros vivendo no país europeu, que são a maior comunidade de imigrantes no país. Cerca de 1,5 milhão de estrangeiros vivem em Portugal em situação regular, número que triplicou em uma década. Desses, 550 mil são brasileiros, 36% do total. Portugal tem a segunda maior comunidade de brasileiros no exterior, atrás apenas dos Estados Unidos. Agora, muitos desses brasileiros podem ter seus planos frustrados. Em 2023, segundo o último relatório disponível da AIMA, foram concedidos residência a 328.978. Desses, 147.262, mais de 44%, foram para brasileiros. Naquele ano, 44.878 vistos foram emitidos como parte do programa de reagrupamento familiar — mas, não há dados específicos de nacionalidade. As mudanças nas regras de concessão de visto de procura de trabalho também afetam diretamente os brasileiros, uma vez que é um dos serviços mais demandados no consulado do país. Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros, em 2024 foram concedidos 32 mil vistos de trabalho pela rede consular portuguesa — 40% deles, cerca de 13 mil, a cidadãos brasileiros. Além disso, os brasileiros são uma parcela importante da força de trabalho em Portugal: mais de 200 mil estão inscritos na Segurança Social (ou seja, são pessoas que têm trabalhos formais). Segundo dados de junho de 2024 do Banco de Portugal, os brasileiros lideravam entre os trabalhadores estrangeiros de todos os setores, menos agricultura e pesca — onde predominam indianos, nepaleses e bengalis. Governo brasileiro manifesta preocupação O governo brasileiro já expressou sua preocupação com as alterações recentes e disse estar acompanhando o processo "com atenção", recordando que os portugueses no Brasil gozam de "status privilegiado". "O Brasil buscará maiores informações sobre as propostas", declarou à agência Lusa o embaixador Carlos Sérgio Sobral Duarte, secretário de África e de Oriente Médio do Ministério de Relações Exteriores, em reportagem publicada na última quinta-feira (17). Duarte reiterou "a expectativa de que eventuais alterações preservem os direitos dos imigrantes". Já no início do mês, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, afirmou que o Brasil poderia adotar medidas de reciprocidade diante das ações restritivas de Portugal. "A questão do visto se regula pelo princípio da reciprocidade. Todas as medidas que forem adotadas [em Portugal], eventualmente, serão adotadas também pelo Brasil. Ocorre que, por força da Constituição, os portugueses no Brasil têm uma série de vantagens em relação a cidadãos de outros países. Então, não creio que uma mera medida administrativa possa prejudicar esse relacionamento muito próximo que temos", disse à agência Lusa. ** Com BBC **

  • Tarifaço de Trump entra na semana decisiva e perspectiva de acordo com os EUA fica mais distante

    Trump e Lula não planejam conversam pessoalmente para tratar do tarifaço WASHINGTON/ BRASÍLIA - O Brasil entra esta semana em um período decisivo, que pode mudar para pior o rumo de sua economia - pelo menos no curto prazo. Está prevista para entrar em vigor na sexta-feira, 1º de agosto, a tarifa de 50% prometida pelo presidente americano, Donald Trump, para todos os produtos brasileiros vendidos para o mercado americano. E, pelo menos até o momento, não há o menor sinal de que esse movimento poderá ser revertido ou adiado. As tentativas do governo brasileiro de negociar com os EUA, encabeçadas pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, têm se mostrado infrutíferas. Na semana passada, Alckmin disse ter tido no sábado, 19, uma conversa de 50 minutos com o secretário de Comércio americano, Howard Lutnick. "Nós conversamos com o governo norte-americano, tivemos uma conversa com o secretário de Comércio, longa, colocando todos os pontos e destacando o interesse do Brasil na negociação, e destacando que o presidente Lula tem orientado negociação, não ter contaminação política nem ideológica" O economista André Perfeito, por sua vez, diz que o acordo entre União Europeia e Estados Unidos anunciado neste domingo traz ainda mais pessimismo para a situação do Brasil na busca de uma solução para a questão da tarifa de 50%. "O Brasil está definitivamente isolado e as tarifas ganham ares de sanção que buscam restabelecer a América como quintal dos EUA", disse. Para o economista, o acordo aponta para a perspectiva de que os EUA não permitirão que o Brasil se alie de maneira individual a blocos ou projetos que não sejam do interesse de Washington, o que, para Perfeito, "cria uma novidade política que há muito tempo não se via". Ele considera que a revista The Economist apontou corretamente, em sua edição da semana passada, que o que ocorre com o Brasil só pode ser comparado ao período da Guerra Fria. Segundo o ministro, o documento reúne "medidas de todo gosto", incluindo a possibilidade de abertura de linhas de crédito em apoio a empresas afetadas. "O cardápio encomendado por Lula foi elaborado, inclusive dentro da lei internacional", afirmou Haddad em entrevista à rádio Itatiaia. "Todo o cardápio possível e imaginável vai ser apresentado a Lula para decisão." ** Com AE **

  • Market Basket demite 47 trabalhadores após auditoria do ICE

    Ong e mercado afirmam que trabalhadores não foram detidos pelo ICE NEW BEDFORD - A rede de mercados Market Basket confirmou esse fim de semana que demitiu dezenas de funcionários, sem precisar o número exato, em sua unidade em New Bedford, Massachusetts, após uma auditoria do ICE. Ninguém foi detido. “Recentemente o ICE realizou operações e tomou medidas coercitivas contra alguns funcionários do Market Basket em New Bedford”, disse o porta-voz do mercado em um e-mail para a imprensa. “Isso acontece de tempos em tempos no curso normal dos negócios.” Segundo o Market Basket, a investigação do Departamento de Segurança Interna (DHS) começou em 2023. "Os funcionários têm a oportunidade de serem reintegrados enquanto aguardam a atualização de seus documentos de trabalho", garante a empresa. De acordo com o Centro Comunitário de Trabalhadores, 47 trabalhadores foram demitidos após não ter como entregar os cartões de Seguro Social que apresentaram ao se candidatar às vagas. Nenhum dos trabalhadores suspensos foi detido pelo ICE, afirma a ONG. O Centro avalia se as suspensões são uma violação da Lei de Ajuste e Retreinamento de Trabalhadores (WARN), que exige que os empregadores de Massachusetts que dispensam 50 ou mais trabalhadores por vez ou empregam 500 ou mais funcionários em um local adotem o aviso prévio e os ajude a encontrar um novo emprego, esclarece o diretor executivo do grupo, Adrian Ventura. ** Com Agências **

  • Estados americanos realizam tax-free weekend em agosto

    Maioria dos Estados oferece o incentivo em agosto WASHINGTON - Dezessete Estados americanos adotaram esse ano o fim de sem imposto, sendo que Ohio e Massachusetts ampliaram a lista de descontos nos dias que antecedem a volta às aulas. Na Flórida, os consumidores vão ser beneficiados durante todo o mês de agosto. No geral, os itens contemplados sem a taxa sobre a compra, , em torno de 6%, abrangem material escolar, roupa, sapato e eletrônico e os valores dos produtos elegíveis variam de Estado para Estado. Mississipi e Alabama já fizeram a promoção enquanto Novo México e Tennessee realizam o tax-free weekend de sexta-feira, 25, a domingo, 27. Em agosto, Iowa (1 e 2), Arkansa (2 e 3) e Massachusetts (9 e 10) garantem dois dias de desconto; Missouri, Oklahoma, Carolina do Sul, Virgínia (1 a 3) e Texas (8 a 10), três dias; Virgínia Ocidental (1 a 4), quatro dias; Connecticut (17 a 23) e Maryland (10 a 16), 7 dias; e Ohio (1 a 14), 15 dias. Mas segundo a Federação Nacional do Varejo, as compras começaram mais cedo esse ano diante da incerteza dos preços com a aplicação das tarifas sobre produtos importados a partir de 1 de agosto. Pelo menos 26% dos consumidores já pequisaram e fizeram compras até o início de junho, uma alta em relação ao ano passado quando as vendas antecipadas atraíram 22% de pessoas. ** Com Agências **

  • EUA autorizam internação compulsória de moradores de rua

    Casa Branca diz que medida vai "acabar com a vagabundagem" WASHINGTON - Milhares de moradores de rua nos Estados Unidos podem ser internadas compulsoriamente de acordo com uma ordem executiva assinada pelo presidente Donald Trump assinou na quinta-feira, 24. O decreto promete "acabar com a vagabundagem" ao permitir que pessoas em situação de rua sejam "removidas" e levadas a "instituições de longo prazo para tratamento humano" mesmo contra a própria vontade. Até então, os Estados tinham autonomia sobre como lidar com os mendigos e agora a procuradoria-geral anule decretos federais e estaduais que limitam as internações. A ordem não explica, porém, como o governo Trump vai agir unilateralmente sem considerar as políticas locais. O documento diz que a ação vai "restaurar ordem pública". "Entregar nossas cidades e cidadãos à desordem e ao medo não é uma atitude justa nem com os sem-teto, nem com os demais cidadãos", diz um trecho do decreto. Mas organizações de direitos humanos chamaram a ação de "criminalização da pobreza". "As comunidades mais seguras são aquelas que têm mais moradias e recursos, não aquelas que tornam um crime ser pobre ou estar doente", afirmou Jesse Rabinowitz, diretor de comunicação da Coalizão Nacional para os Sem-Teto. Os críticos ainda avaliam que os Estados com dificuldade financeira terão problemas para manter as detenções. O problema pode ser amenizado porque a ordem executiva prevê que recursos federais podem ser empregados para que pessoas com doenças mentais graves "não sejam liberadas para o público". A ordem executiva foi emitida pouco após cortes em áreas voltadas ao controle do uso de drogas e à saúde mental. Em junho, segundo o jornal The Washington Post, mais de US$ 1 bilhão de subsídios ao Serviços de Abuso de Substâncias e Saúde Mental foram eliminados. ** Com Agências **

  • Oposição classifica tarifaço de Trump contra Brasil como abusiva

    WASHINGTON - Senadores democratas enviaram uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na qual contestam as tarifas de 50% impostas aos produtos brasileiros, nessa quinta-feira, 24 O documento, assinado por 11 parlamentares de oposição, foi encaminhado à Casa Branca e acusa o líder republicano de “claro abuso de poder” e afirmam que ele está usando “a economia norte-americana para interferir em favor de um amigo“, referindo-se ao ex-presidente Jair Bolsonaro. “Escrevemos para expressar sérias preocupações sobre o claro abuso de poder presente em sua recente ameaça de iniciar uma guerra comercial com o Brasil. (…) Interferir no sistema legal de uma nação soberana estabelece um precedente perigoso, provoca uma guerra comercial desnecessária e coloca cidadãos e empresas americanas em risco de retaliação”, apontam. O Brasil foi incluído na lista dos países que pagarão a tarifa máxima, prevista para entrar em vigor a partir de 1º de agosto. O governo norte-americano justificou a medida citando a postura do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e determinou ainda a abertura de uma investigação sobre possíveis restrições a empresas de tecnologia dos EUA e outras práticas consideradas injustas no comércio bilateral. As medidas são parte de uma estratégia mais ampla do governo para pressionar parceiros comerciais a abrir seus mercados e ajustar políticas consideradas desfavoráveis aos interesses dos EUA. Aumento dos custos Os senadores da oposição argumentam na carta que uma retaliação do Brasil aumentaria os custos de vários produtos para famílias e empresas norte-americanas. Eles destacam que o país importa mais de US$ 40 bilhões por ano do Brasil – sendo US$ 2 bi só de café – e que o comércio bilateral sustenta cerca de 130 mil empregos nos EUA. Além disso, a aproximação crescente do Brasil e outros países com a China também é citada como uma grande preocupação: “Usar todo o peso da economia norte-americana para interferir nesses processos em favor de um amigo é um grave abuso de poder, enfraquece a influência dos EUA no Brasil e pode prejudicar nossos interesses mais amplos na região. (…) Uma guerra comercial com o Brasil também aproximaria o país da República Popular da China (RPC) em um momento em que os EUA precisam combater agressivamente a influência chinesa na América Latina.” Os senadores Jeanne Shaheen (D-NH), membro sênior do Comitê de Relações Exteriores do Senado, e Tim Kaine (D-VA), membro sênior do Subcomitê de Relações Exteriores do Senado para o Hemisfério Ocidental, encabeçam o documento, que também foi assinado por Adam Schiff (D-CA), Dick Durbin (D-IL), Kirsten Gillibrand (D-NY), Peter Welch (D-VT), Catherine Cortez Masto (D-NV), Mark R. Warner (D-VA), Jacky Rosen (D-NV), Michael Bennet (D-CO) e o reverendo Raphael Warnock (D-GA). Leia a íntegra da carta: Caro Presidente Trump: Escrevemos para expressar preocupações significativas sobre o claro abuso de poder inerente à sua recente ameaça de lançar uma guerra comercial com o Brasil. Os Estados Unidos e o Brasil têm questões comerciais legítimas que devem ser discutidas e negociadas. No entanto, a ameaça tarifária do seu governo claramente não se dirige a isso. Tampouco se trata de um déficit comercial bilateral, já que os EUA tiveram um superávit comercial de US$ 7,4 bilhões com o Brasil em 2024 e não registram déficit comercial com o Brasil desde 2007. Em vez disso – como você afirma explicitamente em sua carta ao presidente brasileiro Lula da Silva – a ameaça de impor tarifas de 50% sobre todas as importações do Brasil e a ordem do Representante Comercial dos EUA para iniciar uma investigação nos termos da Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 visam principalmente forçar o sistema judiciário independente do Brasil a suspender o processo contra o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro. Interferir no sistema jurídico de outra nação soberana cria um precedente perigoso, provoca uma guerra comercial desnecessária e coloca cidadãos e empresas americanas em risco de retaliação. O Sr. Bolsonaro é um cidadão brasileiro que está sendo processado em tribunais brasileiros por supostas ações sob sua jurisdição. Ele é acusado de trabalhar para minar os resultados de uma eleição democrática no Brasil e de tramar um golpe de Estado. Usar todo o peso da economia americana para interferir nesses procedimentos em nome de um amigo é um grave abuso de poder, mina a influência dos Estados Unidos no Brasil e pode prejudicar nossos interesses mais amplos na região. O anúncio do seu governo, em 18 de julho de 2025, de sanções de visto contra funcionários do judiciário brasileiro que trabalham no caso do Sr. Bolsonaro indica – mais uma vez – a disposição do seu governo em priorizar sua agenda pessoal em detrimento dos interesses do povo americano. Suas ações aumentariam os custos para as famílias e empresas americanas. Os americanos importam mais de US$ 40 bilhões anualmente do Brasil, incluindo quase US$ 2 bilhões em café. O comércio entre EUA e Brasil sustenta quase 130.000 empregos nos Estados Unidos, que estão em risco devido às ameaças de tarifas elevadas. O Brasil também prometeu retaliar, e vocês, preventivamente, prometeram retaliar na mesma moeda – o que significa que os exportadores americanos sofrerão e os impostos sobre as importações para os americanos subirão além do nível de 50% que vocês ameaçaram. Uma guerra comercial com o Brasil também contribuirá para aproximar o Brasil da República Popular da China (RPC), em um momento em que os EUA precisam combater agressivamente a influência chinesa na América Latina. Empresas estatais chinesas e ligadas ao Estado estão investindo pesadamente no Brasil, incluindo diversos projetos portuários em andamento, e recentemente o China State Railway Group firmou um Memorando de Entendimento (MOU) para estudar um projeto ferroviário transcontinental. Essas considerações não são exclusivas do Brasil. Em toda a América Latina, a RPC está trabalhando para ampliar sua influência por meio da Iniciativa Cinturão e Rota. Preocupa-nos que suas ações para minar um sistema judicial independente apenas aumentem o ceticismo em relação à influência americana em toda a região e forneçam às autoridades chinesas e às empresas estatais maior credibilidade para sua agenda. A mesma tendência também está ocorrendo no Leste e Sudeste Asiático. Os objetivos primordiais dos EUA na América Latina devem ser o fortalecimento de relações econômicas mutuamente benéficas, a promoção de eleições democráticas livres e justas e o combate à influência da RPC. Instamos vocês a reconsiderarem suas ações e priorizarem os interesses econômicos dos americanos que desejam previsibilidade, e não mais uma guerra comercial.

  • Presidente da Câmara dos Deputados dos EUA diz que caso Epstein

    WASHINGTON - O presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, o republicano Mike Johnson, disse que o escândalo de Jeffrey Epstein "não é uma farsa" em uma entrevista divulgada nesta quinta-feira, 24, conforme o caso continuou a alimentar a turbulência dentro do partido do presidente norte-americano, Donald Trump. Trump denunciou o furor em torno de seu falecido amigo, um financista em desgraça e criminoso sexual condenado, como "a farsa de Jeffrey Epstein" e pediu a seus pares republicanos, sem sucesso, que abandonassem a questão. "Não é uma farsa. É claro que não", disse Johnson em uma entrevista à CBS News. Johnson disse na terça-feira que mandaria os parlamentares para casa um dia antes para um recesso de verão de cinco semanas para evitar uma briga política sobre a divulgação de arquivos adicionais sobre Epstein, que se enforcou em uma prisão da cidade de Nova York em 2019, de acordo com o médico legista chefe da cidade de Nova York. Mesmo assim, um subcomitê controlado pelos republicanos no Comitê de Supervisão da Câmara aprovou na quarta-feira uma intimação solicitando todos os arquivos do Departamento de Justiça sobre Epstein. Três republicanos se juntaram a cinco democratas para apoiar a iniciativa, em um sinal de que o partido de Trump não estava pronto para deixar de lado a questão. "Queremos transparência total. Queremos que todos que estejam envolvidos de alguma forma com os males de Epstein -- vamos chamá-los como foram -- sejam levados à Justiça o mais rápido possível. Queremos que todo o peso da lei recaia sobre suas cabeças", disse Johnson à CBS na entrevista, realizada na quarta-feira. Na quarta-feira, uma revelação sobre a aparição de Trump nos registros de casos do Departamento de Justiça ameaçou aprofundar uma crise política que envolveu seu governo durante semanas. O Wall Street Journal informou que a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, disse a Trump em maio que seu nome aparecia em arquivos de investigação relacionados a Epstein. ** Com Reuters **

  • Suspeito de querer matar Trump poderá se defender sozinho no julgamento

    TALLAHASSEE - Um homem de 59 anos acusado de planejar o assassinato de Donald Trump em seu campo de golfe na Flórida no ano passado poderá se defender sozinho no julgamento, segundo uma decisão judicial nesta quinta-feira, 24. Ryan Routh, residente no Havaí, será julgado na Flórida em setembro pelos crimes de tentativa de assassinato de um candidato presidencial, agressão a um agente federal e crimes relacionados a armas de fogo. A juíza federal Aileen Cannon atendeu ao pedido de Routh para atuar como seu próprio advogado, mas determinou que ele também deverá contar com um advogado suplente. A decisão foi tomada um dia após os defensores públicos que estavam cuidando do caso solicitarem sua destituição, alegando que "a relação advogado-cliente havia se rompido". Os advogados nomeados pelo tribunal afirmaram que Routh se recusou repetidamente a se reunir com eles. "Está claro que o senhor Routh deseja se representar, e ele tem o direito constitucional de exigir isso", afirmaram em um documento judicial apresentado à juíza. A polícia prendeu Routh em 15 de setembro, pouco depois de ele fugir ao ser encontrado armado por agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos nas proximidades do campo de golfe onde o ex-presidente Trump jogava. Segundo documentos judiciais, meses antes da prisão, o acusado deixou uma caixa com várias cartas na casa de uma pessoa não identificada. Uma das cartas, endereçada ao "Mundo", dizia: "Esta foi uma tentativa de assassinato contra Donald Trump, mas lamento muito ter falhado com vocês". "Fiz tudo o que pude e me esforcei ao máximo", acrescentava. "Agora, cabe a vocês terminar o trabalho; e oferecerei 150 mil dólares [R$ 828 mil] a quem conseguir completá-lo". O caso de Routh foi a segunda tentativa de assassinato contra Trump, então candidato à Casa Branca, no ano passado. A primeira ocorreu em 13 de julho, em um comício eleitoral em Butler, na Pensilvânia, quando um homem armado abriu fogo, matando uma pessoa e ferindo Trump na orelha. O atirador foi morto no local. ** Com AFP **

  • EUA querem monitorar mais de 180 mil imigrantes por GPS

    Atualmente, 24 mil imigrantes são monitorados por tornozeleiras eletrônicas WASHINGTON - O ICE planeja monitorar 183 mil imigrantes com tornozeleiras eletrônicas. A informação foi publicada pelo jornal "The Washington Post" nesta quinta-feira, 24, e confirmada pelo governo dos Estados Unidos. Um memorando de 9 de junho orienta os agentes do ICE a aumentar o número de estrangeiros rastreados - atualmente são 24 mil - e ordenou que todas as pessoas inscritas no programa Alternativas à Detenção (ATD), tenham o equipamento instalado "sempre que possível". Cerca de 183 mil migrantes adultos estão inscritos no ATD e já são monitorados de outras formas, como o comparecimento aos escritórios do ICE, enquanto aguardam a resolução de seus casos de imigração. "Se o estrangeiro não estiver sendo preso no momento da denúncia, aumente o nível de supervisão para monitores de tornozelo com GPS sempre que possível assim como os requisitos de denúncia", escreveu Dawnisha M. Helland, diretora assistente interina na área de gestão de imigrantes não detidos. Ao "Post", a porta-voz do ICE, Emily Covington, não comentou o memorando, mas disse que o governo está usando tornozeleiras eletrônicas como uma "ferramenta de fiscalização" para garantir o cumprimento das leis de imigração e que "mais responsabilização não deveria ser uma surpresa". A secretária assistente do Departamento de Segurança Interna (DHS), Tricia McLaughlin, , compartilhou a reportagem no X e afirmou que quem não quiser se submeter ao monitoramento, deve deixar os EUA. "Sim. Se você estiver ilegalmente nos Estados Unidos, poderá ser "algemado" com um monitor de tornozelo GPS. Se não quiser usar um,deve deixar o país agora mesmo", escreveu na rede social. Defensores dos direitos dos imigrantes criticam o uso de "volumosas tornozeleiras pretas", que, segundo eles, são fisicamente desconfortáveis, impõem um estigma social e invadem a privacidade das pessoas que as usam, muitas das quais não têm antecedentes criminais ou histórico de faltas a audiências judiciais. “Esta será uma ferramenta usada para ampliar o alcance do governo, que vai além de apenas as pessoas que ele consegue deter fisicamente, para centenas de milhares de outras que ele pode vigiar. Ela foi projetada para transformar suas próprias comunidades e lares em gaiolas digitais”, afirma Laura Rivera, advogada sênior da Just Futures, uma organização sem fins lucrativos que realiza pesquisas sobre tecnologias de rastreamento do ICE. ** Com Agências **

  • Ativistas pedem libertação de jornalista preso pelo ICE há um mês

    ATLANTA - Um grupo de organizações de direitos civis pediu essa semana que o jornalista Mario Guevara, de Atlanta, na Geórgia, seja libertado imediatamente. O salvadorenho está sob custódia do ICE há mais de um mês e corre o risco de ser deportado, ainda que esteja em processo de legalização e viva nos Estados Unidos há mais de 20 anos. Guevara foi preso no dia 14 de junho pela polícia do Condado de Kolb,na Geórgia, enquanto cobria a manifestação "No Kings", um movimento nacional que tomou as ruas dos EUA contra o governo Donald Trump, incluindo a política anti-imigrante, e foi transferido para a custódia do ICE. No dia 25 de junho, três acusações inciais de reunião ilegal, obstrução e de estar como um pedestre na via pública reservada a automóveis, foram arquivadas por falta de provas. Em 10 de julho, quando Guevara já estava sob custódia do ICE, as denúcias de direção imprudente, desobediência aos sinais de trânsito e uso ilegal de um dispositivo de telecomunicações também foram arquivadas devido a evidências insuficientes e falta de fundamentos legais. Leia também: Jornalista corre risco de deportação após cobrir manifestação contra Trump Em entrevista coletiva na terça-feira, 22, representantes da Free Press, da Fundação da Primeira Emenda da Georgia, União Americana de Liberdades Civis (ACLU), além do advogado Giovanni Diaz, dos filhos do jornalista, Oscar e Katherine Guevara, entre outros defensores da liberdade de imprensa, afirmaram que a prisão do salvadorenho é arbitrária e coloca em xeque o direito à informação. Andrés López-Delgado, advogado da ACLU, alerta que a Primeira Emenda Constituição dos EUA se aplica independentemente do status migratório e expressou preocupação com o efeito da detenção sobre o trabalho jornalístico. "Jornalistas não deveriam precisar se preocupar em serem deportados ou sofrerem outras retaliações quando estão apenas tentando fazer o seu trabalho". Segundo o advogado de Guevera, o jornalista tem autorização para ficar nos EUA enquanto aguarda a residência permanente (green card) através de um processo familiar uma vez que é pai de cidadãos americanos. "Ele fugiu de El Salvador em 2004 após sofrer ameaças por seu trabalho como repórter político no jornal La Prensa Gráfica", conta Díaz. Nos EUA, Guevara fundou o site MGNews e acompanhava de perto as operações do ICE nas ruas da Geórgia. O jornalista ganhou um prêmio Emmy em 2023. Prisão Guevara estava transmitindo o protesto ao vivo em suas redes sociais quando foi interceptado pelos policiais que o acusaram de obstruir o trabalho dos agentes de segurança e de participar de movimento ilegal. O ato "No Kings" foi pacífico na maiora do país, mas em DeKalb acabou com repressão policial. Os agentes foram violentos e usaram gás lacrimogêneo para dispersar os manifestante, pelo menos oito pessoas foram presas. Essas foram as últimas imagens capturadas por Guevara. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

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