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  • Elon Musk se torna o 1º trilionário da história

    Fortuna de Elon Musk é três vezes maior que o maior milionário do mundo NOVA YORK - O fundador e CEO da SpaceX, Elon Musk, se torna nesta sexta-feira, 12, o primeiro trilionário do mundo. A façanha acontece depois da sua empresa SpaceX estreiar na Nasdaq, uma das principais bolsas de valores dos Estados Unidos, e também alcançar feitos inéditos. As ações da companhia, que na véspera tinha concluído a maior abertura de capital da História, captando US$ 75 bilhões, subiram mais de 10% logo que começaram a ser negociadas. Com isso, a empresa chegou a valor de mercado de US$ 1,96 trilhão. Isso é mais de três vezes o patrimônio da segunda pessoa mais rica do mundo, o cofundador do Google, Larry Page. Sua fortuna individual também é maior do que as economias da maioria dos países do planeta, incluindo Taiwan (US$ 977 bilhões), Irlanda (US$ 779 bilhões), Suécia (US$ 760 bilhões) e Cingapura (US$ 660 bilhões), além da África do Sul, terra natal de Musk (US$ 480 bilhões). ** Com Agências **

  • NY rebatiza ruas em homenagem a Pelé e Thierry Henry às vésperas da Copa do Mundo

    NOVA YORK - No clima da Copa do Mundo, Nova York decidiu homenagear duas lendas do futebol mundial antes do início do torneio. A cidade rebatizou temporariamente, nesta quinta-feira, duas ruas em homenagem a Thierry Henry e Pelé. A partir de hoje o cruzamento entre Shea Road e Meridian Road, no bairro do Queens, passa a se chamar Pelé Way até 1 de novembro. O rei atuou pelo New York Cosmos a partir de 1975 e é considerado uma das figuras mais importantes para a popularização do futebol nos Estados Unidos. Já a esquina da Rua 50 Oeste com a Sexta Avenida, no coração de Manhattan, se transformou em "Thierry Henry Way". O ex-atacante do Arsenal e do Barcelona, campeão mundial com a França em 1998, participou da homenagem por meio de um vídeo publicado no Instagram, no qual agradeceu à cidade e ao prefeito Zohran Mamdani. Aos 48 anos, o francês mantém forte ligação com Nova York. Sua popularidade nos EUA cresceu ainda mais após defender o New York Red Bulls por cinco temporadas na MLS até encerrar sua passagem pelo clube em 2014.

  • Trump cancela novos ataques e diz 'entender' que acordo com Irã está finalizado

    WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse inicialmente na tarde desta quinta-feira, 11, que o Irã havia aprovado um acordo para encerrar a guerra no Oriente Médio, que começou em fevereiro com ataques de Washington e de Israel. Horas mais tarde, entretanto, o republicano recuou e afirmou em tom mais cauteloso entender que o líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, havia dado aval para o texto. Trumpdisse ainda ter cancelado novos ataques contra o país persa que havia anunciado durante a manhã e que estavam programados para a noite de quinta, madrugada de sexta na região do conflito. Ao longo da guerra, o presidente disse várias vezes que um acordo com o Irã estava próximo. O regime iraniano não comentou de forma oficial a afirmação do presidente. A agência de notícias estatal Fars, citando um funcionário iraniano envolvido com as negociações, disse que Teerã não havia concordado com a versão final de nenhum documento. Depois do anúncio de Trump, o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, disse que o acordo final incluiria pontos como o desmonte das capacidades iranianas de enriquecimento de urânio e o fim do programa de mísseis e do apoio de Teerã a grupos como o Hezbollah. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante evento na Casa Branca, em Washington - Evan Vucci - 10.jun.26/Reuters Uma vez que essas condições seriam, se implementadas dessa forma, idênticas a uma capitulação iraniana, parece pouco provável que a linguagem final do texto seja apresentada da forma descrita por Netanyahu. "Baseado no fato de que discussões com a República Islâmica do Irã foram levadas ao nível mais alto da liderança iraniana e foram aprovadas, eu decidi, como Presidente dos Estados Unidos da América, cancelar os ataques e bombardeios contra o Irã esta noite", escreveu Trump na sua rede social, a Truth Social, em publicação enviada no momento em que começou a abertura da Copa do Mundo, no Estádio Azteca, do México. Mais tarde, em fala à imprensa na Casa Branca, o republicano deu um passo atrás e disse que o acordo está "em um estágio bastante final" e que a assinatura "provavelmente" acontecerá em algum país da Europa neste fim de semana. Ele não deu detalhes do que está no texto e como questões altamente sensíveis, como o destino do urânio enriquecido iraniano, seriam resolvidas. 1 7 Folha viaja ao Irã e é o primeiro jornal do mundo a conseguir entrar no país durante o conflito com EUA e Israel VoltarFacebookWhatsappXMessengerLinkedinE-mailCopiar link https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/1865364257864086-folha-viaja-ao-ira-e-e-o-primeiro-jornal-do-mundo-a-conseguir-entrar-no-pais-durante-o-conflito-com-eua-e-israel#foto-1865364258425702 Carregando... Quando questionado por um jornalista se Mojtaba, que tem a palavra final sobre qualquer decisão no Irã, havia concordado com o texto, Trump evitou ser categórico e disse apenas: "Entendo que sim". "As discussões e os pontos finais foram, de forma geral e detalhadamente, aprovados por todas as partes envolvidas, incluindo os EUA, Israel, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Turquia, Paquistão, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Egito e outros", disse o presidente na publicação. "O bloqueio naval [americano] permanecerá de pé até que essa transação seja finalizada. A data e local da assinatura [do acordo] serão anunciadas em breve", concluiu o republicano. O anúncio veio horas depois de Trump ameaçar tomar a ilha de Kharg, por onde o Irã exporta 90% do seu petróleo, e dizer que vai controlar a indústria petrolífera iraniana. "Os Estados Unidos vão atingir o Irã COM MUITA FORÇA ESTA NOITE", havia escrito Trump, também na Truth Social. "Em algum momento, em um futuro não muito distante, tomaremos a ilha de Kharg e outros pontos da infraestrutura petrolífera e assumiremos controle total de seus mercados de petróleo e gás, como fizemos na Venezuela", acrescentou. O anúncio do ataque e subsequente recuo lembram o episódio em que Trump fez uma ameaça genocida contra o Irã, dizendo no dia 7 de abril que "uma civilização inteira" morreria, apenas para recuar no mesmo dia e anunciar um cessar-fogo na guerra. Com a suspensão de novos ataques, Trump causou, mais uma vez, uma queda brusca nos preços do petróleo, que vinham subindo com os bombardeios entre os dois lados do conflito nos últimos dias. Minutos depois de anunciar a suposta finalização do acordo nesta quinta, Trump voltou à rede Truth Social para tratar de um assunto sem relação com a guerra —a escolha do advogado Jay Clayton para ser o novo Diretor de Inteligência Nacional dos EUA. Ele substituirá Tulsi Gabbard, que renunciou por razões de saúde em maio. (Com AF)

  • Centro de detenção do ICE no Texas é alvo de críticas

    Dois imigrantes morreram sob custódia do ICE em Camp East Montana EL PASSO - Um centro federal de ‌detenção de imigrantes no Texas deixou de emitir relatórios sobre o uso da força, não forneceu medicamentos a detidos gravemente doentes e desperdiçou dezenas de milhões de dólares dos contribuintes por meio de contratos apressados, revela o relatório Escritório de Responsabilidade Governamental. O levantamento publicado na terça-feira, 9, "problemas significativos e generalizados" no planejamento e na supervisão do centro de detenção Camp ‌East Montana. O governo do presidente Donald Trump tem buscado prender um número recorde de imigrantes ⁠como parte da campanha de deportação em massa. Cerca de 57 mil estrangeiros estavam detidos no início de junho, disseram duas fontes familiarizadas com o assunto, um aumento em relação aos cerca de 40 mil em 2025, quando o republicano assumiu a Casa Branca. O Camp East ‌Montana foi inaugurado em agosto de 2025 nas instalações da base ‌militar de Fort Bliss, ⁠em El Paso, ⁠utilizando um processo de contratação militar para agilizar sua construção. Sob esse ⁠processo acelerado, o ICE concedeu o contrato à Acquisition Logistics LLC, uma pequena empresa sem experiência prévia em detenção. O relatório levantou questões sobre duas mortes ocorridas nas instalações em janeiro ⁠de 2026 -- uma considerada homicídio e a outra suicídio. No caso do homicídio, o centro de detenção não forneceu ao ICE relatórios sobre o uso da força ou sobre a morte e as provas "desapareceram ou foram destruídas", destaca o ‌relatório. No caso do suicídio, o detento foi colocado em uma sala médica de espera em vez de uma cela à prova ⁠de suicídio e o deixaram sem supervisão por mais de 15 minutos, segundo a investigação. Quando os funcionários médicos do ICE visitaram o local, em dezembro de 2025, descobriram que a empresa contratada para prestar serviços médicos não fornecia tratamento e cuidados aos detidos com problemas crônicos de saúde. "Por exemplo, nenhum dos estrangeiros detidos com diabetes ou HIV tinha planos de tratamento em vigor", afirma o relatório. O ICE e a Acquisition Logistics não responderam imediatamente aos pedidos de comentários. O contrato para o Camp East Montana foi abruptamente transferido para a Amentum Services Inc em março de 2026. ** Com Reuters **

  • Trump sanciona lei orçamentária de US$ 70 bilhões para financiar o ICE

    WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sancionou nesta quarta-feira, 10, a lei orçamentária de US$ 70 bilhões para financiar o ICE e a Polícia da Fronteira (CBP) durante o restante de seu mandato. De acordo com a Casa Branca, o "Secure America Act", aprovado após votação no Congresso, irá destinar US$ 38 bilhões para o ICE e US$ 26 bilhões para a CBP, sendo os US$ 5 bilhões restantes usados para cobrir custos imprevistos ao longo dos próximos três anos. Leia também: Câmara dos EUA aprova projeto de US$70 bilhões para reprimir imigração "Estou muito feliz em assinar a Lei América Segura para financiar imediata e integralmente o Departamento de Segurança Interna até o final do meu mandato", disse Trump durante a assinatura no Salão Oval. "Daremos aos heróis do ICE e da Patrulha da Fronteira –e é isso que eles são, heróis– o apoio e os recursos de que precisam para defender nossas fronteiras, proteger nossa pátria e manter a América segura", garantiu. A assinatura encerrou uma disputa de quase seis meses sobre o financiamento do departamento, que começou com as mortes a tiros de dois cidadãos americanos, Alex Pretti e Renee Good, em janeiro, durante operações federais para prender imigrantes em Mineápolis. Após os incidentes, membros do Partido Democrata exigiram mudanças na aplicação das leis de imigração, criando um impasse na Câmara dos Deputados e levando a um congelamento orçamentário de 70 dias. "Os republicanos voltaram a pedir mais, para dar ao ICE e à violenta máquina de deportação em massa de Donald Trump outro cheque em branco de US$ 70 bilhões, sem supervisão, sem prestação de contas e sem salvaguardas", disse o líder democrata na Câmara, Hakeem Jeffries, em resposta à aprovação final da lei. Nas últimas semanas, o orçamento para imigração também foi temporariamente bloqueado por políticos republicanos. A resistência concentrou-se principalmente em um fundo de US$ 1,8 bilhão que o governo pretendia usar para indenizar supostas vítimas de perseguição política. O Departamento de Justiça havia incluído esse fundo no pacote orçamentário em cima da hora, mas a medida foi tão controversa que acabou suspensa. Agora a lei foca exclusivamente a aplicação das leis de imigração, um tema que o Partido Republicano considera crucial para garantir a vitória nas eleições de meio de mandato, em novembro. **Com Reuters **

  • Governo Trump quer terminar muro na fronteira com o México até 2027

    WASHINGTON - As autoridades dos Estados Unidos afirmaram nesta terça-feira, 9, que o país pretende concluir o muro na fronteira com o México até o fim de 2027. “A barreira fronteiriça básica estará pronta por volta do fim de 2027, em toda parte”, afirmou o diretor da Polícia de Fronteira (CBP, na sigla em inglês), Rodney Scott. A barreira - feita de vigas de metal reforçado - se estenderá de San Diego, na Califórnia, até o Golfo do México, com exceção de alguns trechos. Ela será complementada por medidas de vigilância eletrônica e outros dispositivos, que poderão estar instalados por volta de meados de 2028, informou Scott em um evento organizado pelo Centro de Estudos sobre Imigração (CIS). Toda a área do Rio Grande, chamado de Rio Bravo no México, com mais de dois mil quilômetros de extensão entre os dois países, terá suas próprias barreiras físicas. “Os únicos lugares onde não estamos erguendo a muralha são aqueles em que decidimos conscientemente que não precisamos dela”, explicou o diretor da CBP ao citar como exemplo parques naturais muito acidentados e isolados no Novo México. “Estamos construindo cerca de seis milhas (quase 10 quilômetros) por dia. Já construímos aproximadamente 110 milhas (cerca de 177 quilômetros) desde o começo do governo. Estamos adiantados em relação ao cronograma e abaixo do orçamento", garantiu o repre O objetivo do muro, que inicialmente foi considerado de sucesso limitado por alguns observadores, é impedir não apenas a passagem de pessoas em situação irregular, mas também de drogas. Em ambos os casos, indicadores oficiais mostram uma queda significativa no contrabando. Por outro lado, o governo repulicano afirma que está de olho em possíveis alternativas para furar a barreira. “Estamos monitorando drones que voam ao longo do Rio Grande", admitiu. ** Com AP **

  • Jacaré ganha prêmio de ‘delegado do ano’ na Lousiana

    Motorista bêbado encarou o jacaré para fugir do flagrante da polícia (Foto: Redes Sociais) NOVA ORLEANS - Um jacaré virou protagonista de uma história inusitada na Louisiana após atacar um homem suspeito de dirigir sob efeito de álcool que tentava escapar da polícia atravessando um pântano. Em tom de brincadeira, o gabinete do xerife do Condado da Paróquia de Saint Charles publicou no Facebook nesta terça-feira, 9, a notícia que o réptil recebeu o título simbólico de “delegado do ano”. A corporação divulgou uma imagem gerada por inteligência artificial mostrando o animal, apelidado de “Al E. Gator”, vestido com uniforme policial e recebendo uma homenagem do xerife Greg Champagne. Segundo o comunicado, o caso ocorreu neste domingo (7) quando policiais rodoviários da Louisiana receberam denúncias sobre um Toyota sendo conduzido de forma imprudente na Interestadual 10. O veículo teria atingido uma barreira de concreto e sofrido um estouro de pneu. Pouco depois, os agentes localizaram o carro na Interestadual 310 e iniciaram uma abordagem. O motorista, identificado como Victor Rivas, de 40 anos, apresentava sinais de embriaguez. Durante a investigação, ele abandonou o local e saltou da parte elevada da rodovia para um pântano próximo, descreve o Boletim de Ocorrência. Equipes do gabinete do xerife foram acionadas para auxiliar nas buscas e, em um segundo momento, localizaram o suspeito caminhando nas proximidades. Quando os agentes tentaram prendê-lo, Rivas voltou a fugir para outra área alagada. Foi nesse momento que o jacaré entrou na história. Segundo as autoridades, o animal atacou Rivas e provocou ferimentos nos dois braços. Mesmo machucado, o suspeito continuou fugindo e só foi localizado posteriormente por uma equipe de drones, que orientou os agentes em solo até a captura. Nas redes sociais, o gabinete do xerife fez referência bem-humorada ao episódio. "O jacaré tentou convencer Rivas de que se render era a melhor opção, mas ele pensou diferente". O animal não sofreu ferimentos. Rivas foi levado a um hospital, onde recebeu atendimento para ferimentos sem risco de morte. Após receber alta, ele foi encaminhado ao Centro Correcional Nelson Coleman, acusado de dirigir sob efeito de álcool ou drogas e de resistir à prisão. Registros do sistema prisional indicam que ele permanece detido sob fiança de US$ 17,5 mil. A Louisiana abriga uma das maiores populações de jacarés do mundo. Segundo o Departamento de Vida Selvagem e Pesca, mais de três milhões desses animais vivem na região. ** Com AP **

  • Câmara dos EUA aprova projeto de US$70 bilhões para reprimir imigração

    Agências de repressão à imigração garantem financiamento até final de mandato de Trump WASHINGTON - A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou por margem estreita, na terça-feira, 9, um projeto de lei que destina quase US$ 70 bilhões à fiscalização migratória e o enviou ao presidente Donald Trump para sanção, reforçando a agenda de deportações do governo pelo restante de seu mandato. Os republicanos usaram sua maioria para aprovar o texto, que financia por três anos duas agências do Departamento de Segurança Interna. A proposta passou por 214 votos a 212, apesar da oposição dos democratas. O projeto prevê US$ 38 bilhões para o (ICE), US$ 26 bilhões para a Patrulha de Fronteira (CBP) e outros US$ 5 bilhões para cobrir custos imprevistos. A medida antecipa o financiamento anual rotineiro, garantindo um fluxo de recursos praticamente ininterrupto enquanto o governo republicano busca deportar cerca de 1 milhão de pessoas por ano. O presidente da Câmara, Mike Johnson, precisou manter sua bancada unida e com quórum praticamente completo para concluir semanas de negociações. A tramitação foi atrasada por uma previsão de mais de US$ 1 bilhão para a segurança da Casa Branca - incluindo o novo salão de baile de Trump - e por um fundo de US$ 1,8 bilhão para indenizar aliados do presidente que alegam ter sido investigados e processados injustamente. Essas propostas, consideradas politicamente tóxicas, foram retiradas do texto. Agora, o projeto se concentra exclusivamente na fiscalização migratória, tema que os republicanos tratam como uma linha divisória entre os dois principais partidos e que esperam que os ajude a vencer as eleições de meio de mandato deste ano. ** Com Agências **

  • Comitês da Copa liberam ingressos de graça nos EUA

    Ingressos gratuitos para residentes querem incluir população em evento diante de preços exorbitantes (Foto: Comitê NY/NJ) NOVA YORK - Um total de 770 ingressos gratuitos para a Copa do Mundo foram disponibilizados para residentes de Nova Jersey para os jogos no MetLife Stadium em East Rutherford, anunciou o comitê organizador de NY/ NJ nesta terça-feira (9). A iniciativa é financiada por doações do Uber e da Hackensack Meridian Health. Os ingressos serão distribuídos por sete partidas, com exceção da final em 19 de julho, sendo que 500 são destinados a clubes de futebol juvenil e familiares de membros da Guarda Nacional de Nova Jersey atualmente em serviço. Os demais serão entregues a pacientes do hospital Hackensack participantes do programa Make-A-Wish e a socorristas do Condado de Bergen. "Estamos entusiasmados em receber o mundo no Garden State para a Copa do Mundo que começa esta semana e em estar no centro das festividades, mas queremos, antes de tudo, que a experiência seja acessível e viável para o maior número possível de moradores de Nova Jersey", disse a governadora de Nova Jersey, Mikie Sherrill. Os 770 ingressos são intransferíveis para evitar revenda e cambismo. A primeira partida da Copa do Mundo no MetLife Stadium será entre Brasil e Marrocos, no sábado à noite, às 18 horas (horário local). A notícia surge após o anúncio, no mês passado, de que o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, havia garantido mil ingressos a US$ 50 cada através de sorteio para moradores da cidade. Na segunda-feira (8) a governadora de Massachusetts, Maura Healey, também anunciou a distribuição de 1.100 ingressos para os jogos da Copa do Mundo doados pela Airbnb. A maior parte vai ser destinada a jovens inscritos nos Boys & Girls Clubs. As redes de acolhimento de menores sob custódia do Estado e organizações que auxiliam famílias imigrantes como o BRACE - Brazilian American Center) também são beneficiadas. ** Com Assessorias **

  • Governo Trump cria taxa de US$ 750 para serviço fura-fila em consulados

    WASHINGTON - Os Estados Unidos devem lançar nos próximos dias um programa para quem está disposto a pagar US$ 750 a mais para obter um visto de turismo e negócio em até dez dias, de acordo com fontes ligadas à Casa Branca. Uma publicação no Diário Oficial ainda essa semana vai divulgar os detalhes de um programa-piloto, no qual os solicitantes poderão pagar o adicional para conseguir agendar um horário em embaixadas e consulados selecionados em menos de duas semanas. Atualmente, pode levar até dois meses para conseguir uma entrevista em um dos consulados americanos no Brasil. Em outros países pode levar mais de um ano. O fura-fila, como está sendo chamado, funcionará de 1º de julho a 31 de dezembro e pode ser estendido de acordo com a demanda, apurou a agência de notícias Associate Press. A nova taxa se soma ao custo de US$ 186 do processo e não garante a entrada no país nem é reembolsável.

  • Vingança pode ser a causa da morte de brasileiro na Filadélfia

    Samuel Dias Souza foi alvejado dentro da própria caminhonete FILADÉLFIA - As autoridades da Pensilvânia investigam a morte do brasileiro Samuel Souza Dias, de 30 anos, ocorrida na tarde de domingo, 7, em um píer do rio Delaware, na Filadélfia. O crime com requintes de crueldade pode ter sido cometido por vingança. O mineiro de Ipaba, no Vale do Rio Doce, foi alvejado enquanto estava sentado em sua caminhonete, estacionada em uma movimentada rampa de embarcações localizada na avenida Princeton, no bairro de Tacony. Segundo testemunhas ouvidas pela polícia, o suspeito de ter realizado os disparos fugiu em um jet-ski. Mas até o momento, ninguém foi preso. "Ele foi baleado várias vezes na cabeça e nas costas. Os paramédicos o declararam morto no local", afirmou o capitão Timothy Stephan, da Polícia da Filadélfia. Na presença de testemunhas Apesar de o autor dos disparos continuar foragido, o capitão informou que ele seria conhecido das testemunhas presentes na cena que informaram, inclusive, o nome do suspeito. O homicídio ocorreu em uma área bastante movimentada durante o fim de semana. Justamente por este grande fluxo no local, segundo a polícia, equipes já realizavam patrulhamento reforçado nas proximidades do rio. Possibilidade de vingança Nas horas seguintes ao homicídio, começaram a circular relatos nas redes sociais e entre membros da comunidade brasileira na Filadélfia sobre uma possível ligação entre a morte de Samuel Souza Dias e um crime ocorrido em Minas Gerais em 2019. Ele é acusado de assassinar o adolescente Nicollas Jhonas Martins Teixeira, de 14 anos, em Ipaba. A polícia não confirmou se já está usando a possível vingança como uma das linhas de investigação. A MANCHETE USA entrou em contato com o Fórum da Comarca de Ipatinga e confirmou a acusação de assassinato imposta a Dias. Os autos que a MANCHETE USA teve acesso revelam que o brasileiro morto na Filadélfia atuou no crime junto com Kaique Rosado, responsável por atrair Nicollas para um bar onde Dias o matou com tiros à queima roupa. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA (mancheteusa.com)

  • Aprovação de Trump permanece próxima da mínima histórica

    Presidente tem desagradado os próprios aliados ao fracassar em questões econômicas WASHINGTON - A taxa de aprovação do presidente ‌dos Estados Unidos, Donald Trump, manteve-se próxima dos níveis mais baixos de sua carreira política nos últimos dias, enquanto a maioria dos americanos espera que os preços da gasolina continuem subindo em meio à guerra com o Irã, mostrou pesquisa Reuters/Ipsos concluída nesta segunda-feira, 8. Cerca de 35% dos entrevistados disseram aprovar o desempenho de Trump na Casa Branca, mesmo ⁠índice de pesquisa anterior realizada em meados de maio. O resultado fica ‌ligeiramente acima da menor aprovação da sua atual administração -- 34% em de abril-- e também próximo da mínima de seu primeiro mandato, de 33%, registrada ‌em dezembro de 2017. O líder republicano enfrenta descontentamento generalizado ‌nos últimos meses devido à decisão de entrar em guerra com o Irã, ⁠o que levou a um aumento nos valores dos combustíveis. Embora os preços da gasolina tenham caído ligeiramente nas últimas semanas em meio às apostas sobre o fim do conflito com o Irã, cerca de 59% dos entrevistados disseram que apostam na alta das bombas de combustível no próximo ano, enquanto 17% acreditam que deve melhorar. O restante dos ouvidos disse ‌não ter certeza ou que ⁠os preços permaneceriam os ⁠mesmos, de acordo com a pesquisa realizada nos últimos seis dias. Em 28 de fevereiro, Trump ordenou ataques militares contra o Irã, junto com Israel, um aliado ⁠dos EUA. O Irã respondeu com contra-ataques que ‌praticamente paralisaram a navegação em ‌passagem -- o Estreito de Ormuz --que antes era responsável por um quinto do comércio global de petróleo. As negociações de paz ainda não resultaram em um acordo definitivo. CUSTO DE VIDA Apenas 22% ⁠dos americanos aprovam a forma como Trump está lidando com o custo de vida no país, enquanto 70% desaprovam. A população está mais insatisfeita com o desempenho do presidente nessa questão do que estavam com seu antecessor democrata , Joe Biden, que encerrou seu mandato com ‌29% de aprovação e 63% de desaprovação. Biden enfrentou anos de alta inflação, o que acabou prejudicando seu partido nas eleições presidenciais de ⁠2024 e contribuiu para a vitória de Trump sobre Kamala Harris. O republicano fez campanha com promessas de melhorar a economia e os preços persistentemente altos dos combustíveis estão prejudicando as chances de seu partido manter o controle do Congresso nas eleições legislativas em novembro. Cerca de 36% dos americanos disseram aprovar os ataques dos EUA ao Irã. Uma parcela menor -- 25% -- respondeu considerar que os benefícios da guerra compensaram os custos. Realizada em todo o país, a mais recente pesquisa Reuters/Ipsos mostra que os eleitores registrados manifestaram a vontade de escolher os democratas em vez dos republicanos, por 41% a 37%, caso as eleições para o Congresso fossem realizadas hoje. A pesquisa on-line coletou respostas de 4.531 adultos e tem uma margem de erro de 2 pontos percentuais ** Com Reuters **

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