top of page

Resultados de busca

Search this site

1698 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Babá brasileira acusa ex-amante de duplo assassinato e pode se livrar da cadeia

    Juliana disse que aceitou fazer a delação porque era o "certo a se fazer" e negocia vender a história para a Netflix HERNDON - Juliana Peres Magalhães, de 25 anos, completou nesta quarta-feira, 14, dois dias de depoimento no julgamento do ex-amante, Brendan Banfield, acusado de duplo assassinato, em Herndon, na Virgínia, crime que chocou os Estados Unidos em 2023. A brasileira está presa desde outubro daquele ano, sete meses após o crime, e confessou a participação no homicídio da mulher de Banfield, Christine, de 37 anos, e de Jospeh Ryan, 39. O acordo de delação feito com a promotoria é uma estratégia que pode livrá-la da cadeia. Mas o réu alega inocência. Apenas depois deste acordo entre Juliana e o Estado, Banfield foi preso pelo duplo assassinato, isso já mais de um ano depois, em setembro de 2024. Ele é acusado de esfaquear a própria mulher a atirar contra Ryan. Em depoimento no tribunal, Juliana, que era babá da filha de 4 anos do casal, disse que queria desitir do esquema, mas foi convencida pelo amante de que "era tarde demais". Banfield teria dito que perderia dinheiro com a separação e queria garantir a guarda da criança. Segundo a brasileira, ela e o amante usaram um site de fetiches para atrair Ryan até a casa. O desconhecido acreditava que teria um encontro sexual consensual com Christine, no qual a amarraria e usaria uma faca para cortar as roupas da mulher. Os dispositivos eram da própria vítima e usados para enviar as mensagens enquanto ela estava em casa para não levantar dúvidas sobre a autoria, contou Juliana. A babá teria se passado pela patroa em uma conversa por áudio com Ryan no aplicativo de relacionamento. Dia do crime Na manhã do crime, Banfield saiu de casa enquanto a mulher dormia. Juliana também deixou a residência com a criança e esperou dentro do carro a chegada de Ryan, afimou a paulista na audiência de terça-feira. A brasileira avisou o amante, que aguardava em uma lanchonete perto dali, quando a vítima chegou. Banfield abriu a porta para Ryan usando o aplicativo que acessava o celular da mulher e voltou para casa. Juliana e Banfield entraram com a criança e a levaram para o porão antes de subir para o quarto onde estava Christine. Ao entrar, Juliana descreveu que a patroa estava no chão e Ryan estava sobre ela com uma faca. O marido então atirou em Ryan enquanto Christine gritava para Juliana chamar a polícia. A babá ligou para o 911, mas o patrão mandou que desligasse. Nesse momento, Banfield estava esfaqueando a mulher. Segundo Juliana, foi então que Ryan se levantou e ela o acertou com um segundo tiro. O inquérito descreve que Juliana ligou para a polícia pouco antes das 7h50 no dia 24 de fevereiro de 2023 e desligou rapidamente. Três minutos depois, a babá voltou a ligar e disse que "sua amiga foi ferida". Banfield, que era agente da Receita Federal, pegou o telefone e relatou que havia atirado contra um homem que invadiu sua casa e esfaqueou sua mulher. Segundo as autoridades do Condado de Fairfax, Banfield esfregou o sangue de Christine em Ryan para simular que o desconhecido havia a matado. Envolvimento Juliana foi contratada através do programa Au Pair para cuidar da filha de 4 anos da família no fim de 2021. A paulista e o patrão começaram a ter um caso no ano seguinte. Depois do crime, Banfield e Juliana estavam morando juntos na mesma casa onde ocorreu o crime. A polícia encontrou inclusive retratos do novo casal na residência de Herndon. Delação A colaboração de Juliana deve livrá-la da pena de 40 anos de prisão. Os promotores concordaram que ela seja condenada ao regime fechado pelo tempo equivalente ao que já esteve reclusa. Entretanto, a sentença só vai ser anunciada após a conclusão do julgalmento de Banfield para "ver o quanto Juliana ainda vai cooperar". Já Banfield nega o assassinato da mulher e a defesa afirma que as evidências “não se somam”. O advogado de defesa do americano, Jonh Carroll, questionou a "ausência de memória" de Juliana para detalhes sobre o que ela definiu como "um plano para executar o crime" em uma tentativa de minar sua credibilidade como testemunha. A brasileira argumentou que "isso acontece com quem passa por um trauma muito grande". Juliana disse ainda que aceitou fazer a delação porque era "o certo a se fazer". Ela assumiu que está conversando com produtores para vender a sua versão para virar um documentário. Em uma carta para a mãe no Brasil, a babá diz que estudava aceitar uma oferta de US$ 10 mil da Netflix. Os produtores seriam os responsáveis para custear as despesas na cadeia e a comunicação com a família. Até Juliana concordar com a delação, os custos, inclusive com advogado, eram pagos pela mãe de Brendan Banfield. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Dona de padaria recebe ameaça de morte após venda de cookies anti-ICE

    Produção dos cookies anti-ice segue em ritmo acelerado mesmo após as ameaças EAST LONGMEADOW - A proprietária de uma padaria de Massachusetts diz que está recebendo ameaças de morte após o sucesso de seus cookies decorados "F** ICE", um protesto contra as operações anti-imigrante do governo do presidente Donald Trump. Niki Moran, dona da Sweet Boutique, em East Longmeadow, afirma que as mensagens falam que vão colocar fogo no estabelecimento e assaltar os entregadores, além de desejar a morte de seus filhos após o sucesso da guloseima. “Nós estamos recebendo muitas ameças de morte. Desejos de que eu e minhas funcionárias sejamos estupradas e meus empregados sejam roubados. Também dizem que vão me trancar dentro da padaria e colocar fogo", conta Niki. A empresária disse que não esperava a repercussão quando decorou os cookies para expressar sua frustação com as operações do ICE e a onda de deportações nos Estados Unidos. Os cookies viralizaram após as fotos serem postadas nas redes sociais e foram vendidos em tempo recorde, mas também geraram a repercursão violenta. A polícia de East Longmeadow afirma que o caso está sob investigação e foram implementados protocolos de segurança para proteger a casa, o comércio, a família e os funcionários da americana. Por outro lado, os clientes demonstram apoio à iniciativa da empresária. A procura pelos biscoitos anti-ICE é grande e a produção deve continuar. Niki espera que sua ação encoraje as pessoas a defender seus ideias mesmo quando parece assustador. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Trump ameaça cortar financiamento a Estados com cidades-santuário

    Trump promete suspender as verbas a partir de 1º de fevereiro para qualquer Estado que tiver cidades-santuário WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira, 14, que deve cortar no próximo mês o financiamento federal para qualquer Estado que tenha cidades-santuário, expandindo seus ataques a cidades administradas principalmente por democratas após dias de confrontos caóticos nas ruas de Minneapolis. A promessa de Trump, anunciada via redes sociais, repetiu os comentários feitos por ele pela primeira vez durante ‌um discurso em Detroit, na terça-feira, quando disse que interromperia os pagamentos a partir de 1º de fevereiro a qualquer Estado que tiver cidades-santuário, que limitam a cooperação das autoridades locais com ‌os agentes federais de imigração. Qualquer iniciativa do tipo deve ser, sem dúvida, contestada na Justiça. Em agosto, um juiz federal barrou uma tentativa anterior de congelamento do financiamento de mais de 30 jurisdições com santuários. A declaração do republicano ocorreu em meio à escalada de tensões em Minneapolis, uma semana após um agente de imigração norte-americano atirar fatalmente em Renee Good, de 37 anos, cidadã norte-americana, em seu carro. O governo Trump enviou mais de 2 mil agentes federais para a cidade, apesar das fortes objeções do prefeito, Jacob Frey, um democrata. Os agentes parecem estar realizando varreduras itinerantes e prendendo ‍pessoas sem mandados, com base em relatos e vídeos de residentes. Jornalistas documentaram dezenas de agentes armados pelas ruas geladas de bairros residenciais, vestindo equipamentos de camuflagem de estilo militar e máscaras cobrindo o rosto, muitas vezes recebidos por moradores que sopram apitos e gritam com os agentes. Em algumas ocasiões, os agentes quebraram vidros de carros e retiraram pessoas de seus veículos, mostraram vídeos. Alguns confrontaram cidadãos norte-americanos não brancos, exigindo sua identificação antes de se afastarem, provocando vaias e acusações de racismo por parte dos ‌espectadores. Os agentes usaram químicos irritantes contra manifestantes, às vezes disparando spray de pimenta laranja nos rostos a curta distância ou acendendo granadas ‌de efeito moral perto de grupos nas ruas. O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS, na sigla em inglês) defendeu-se das alegações de má conduta por parte dos agentes, dizendo que eles têm sido cada vez mais sujeitos a agressões ao tentar encontrar e deter infratores da imigração. O DHS também rejeitou as acusações de discriminação racial, dizendo que as prisões são baseadas em suspeitas razoáveis de que os indivíduos não têm status legal de imigração. No ano passado, o departamento obteve uma decisão da Suprema Corte permitindo que a etnia de uma pessoa seja um "fator relevante", juntamente com outros, para decidir se os agentes têm motivo suficiente para parar e interrogar alguém. Os agentes de imigração também prenderam cidadãos norte-americanos por supostamente atrapalharem a fiscalização. Grupos de agentes perseguiram manifestantes, incluindo um homem vestido com uma fantasia de girafa, antes de jogá-los no chão para detê-los. A organização sem fins lucrativos World Relief disse que dezenas de refugiados legais no Estado, incluindo crianças, foram presos durante o fim de semana e detidos como parte de um esforço de Trump para reavaliar os refugiados que entraram sob o comando do antecessor democrata de Trump, Joe Biden. "Essas são crianças e famílias inocentes que fugiram das piores guerras e perseguições imagináveis", disse o presidente da World Relief, Myal Greene. Beth Oppenheim, presidente-executiva da HIAS, outro grupo de reassentamento, disse que os refugiados sob custódia ainda não tinham obtido residência permanente, e muitos foram levados para centros de detenção no Texas, longe de suas casas. "Essas pessoas estão aqui com status legal, tendo sido totalmente verificadas pelo nosso governo", disse ela. Questionado sobre as prisões de refugiados legais, o DHS se referiu às alegações de fraude contra membros da comunidade somali em Minnesota. "O governo Trump não ficará de braços cruzados enquanto o sistema de imigração dos EUA é usado como arma por aqueles que buscam fraudar o povo norte-americano", disse um porta-voz do DHS. Nos últimos meses, Trump se concentrou nas alegações de fraude, chamando os imigrantes somalis em Minnesota de "lixo" e dizendo que os quer fora do ‌país. Autoridades do governo tentaram vincular a repressão em Minneapolis ao escândalo. O presidente não especificou quais Estados sofreriam cortes de verbas sob sua ameaça, mas o Departamento de Justiça dos EUA publicou em agosto uma lista de "jurisdições santuárias" localizadas em 19 Estados e no Distrito de Colúmbia. Cerca de 160 milhões de pessoas vivem nesses estados, pouco menos da metade da população dos EUA. Trump, um republicano, argumentou que operações em larga escala em cidades lideradas por democratas são necessárias porque as cidades não cooperam suficientemente com a fiscalização da imigração. **Com Reuters**

  • Agente do ICE atira em venezuelano em Minneapolis

    ICE alega que agente atirou na perna do venezuelano em legítima defesa MINNEAPOLIS - Um agente federal de imigração atirou em um venezuelano na quarta-feira, 14, em Minneapolis informaram autoridades locais, que pediram "manter a calma" uma semana após a morte de uma mulher na maior cidade de Minnesota. "Entendemos que há indignação (...). A cidade de Minneapolis volta a exigir que o ICE deixe a cidade e o Estado imediatamente", escreveram as autoridades no X. Funcionários do Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) confirmaram os disparos no X e informaram que "um imigrante ilegal da Venezuela" foi detido em uma blitz de trânsito e resistiu à prisão. "Enquanto o indivíduo e o agente policial lutavam no chão, duas pessoas saíram de um apartamento próximo e também atacaram o agente com uma pá de neve e um cabo de vassoura", argumentou o DHS. O agente "efetuou um disparo defensivo para proteger sua vida" e feriu na perna o primeiro indivíduo. Esse fato ocorre após Renee Nicole Good, uma americana de 37 anos, ter sido morta em seu carro em 7 de janeiro por tiros de um agente do ICE durante uma operação contra migrantes em Mineápolis. Desde que voltou à Casa Branca em janeiro de 2025, o presidente Donald Trump tem impulsionado uma onda de deportações em massa, uma de suas promessas de campanha. Autoridades locais criticam as ações dos agentes do DHS, incluindo os do ICE. Em um vídeo publicado na quarta-feira nas redes sociais, o governador de Minnesota, Tim Walz, denunciou "o caos, a interferência e o trauma que o governo federal está despejando sobre nossa comunidade", descrevendo interrogatórios de porta em porta realizados por agentes do ICE "armados, mascarados e com pouca capacitação". **Com AFP**

  • Brasileiro com câncer é solto após passar um mês detido pelo ICE sem acesso a tratamento

    Marcelo (de toca) agora vai retormar o tratamento interrompido no dia 13 de dezembro (Foto: Redes Sociais) BOSTON -Marcelo Ribeiro Santos chegou em Massachusetts nesta terça-feira, 13, após passar um mês preso em um centro de detenção do ICE em Nova York e já está apto a retomar o tratamento contra um câncer. Para pagar a fiança de US$ 50 mil, o brasileiro contou com a ajuda de populares. Santos tinha completado a nona aplicação de um ciclo de 12 sessões de quimioterapia quando foi detido no dia 13 de dezembro. Ele estava se preparando para fazer uma cirurgia e, assim, controlar o câncer no reto diagnosticado em estágio 4. Mesmo com os relatórios médicos, o juiz Eric Schultz, da Corte de Imigração de Batavia, relutou em emitir a fiança porque Santos "não se encaixava em um processo de legalização". O magistrado também questionou o motivo que levou o brasileiro de 47 anos a estar tão próximo ao Canadá no momento em que foi detido por um agente da Patrulha da Fronteira [CBP]. Leia também: Ajuda popular consegue US$ 50 mil para pagamento da fiança de brasileiro com câncer Santos mora em Hudson, Massachusetts, e - em sua versão - ele diz que foi a York, em Nova York, para fazer a estimativa de um trabalho de pintura e se perdeu. "Ele errou o caminho e teve um pequeno acidente de carro a 13 milhas do Canadá", explica Nair Freitas, assistente do George Scot Law. O brasileiro, pai de três filhos adultos no Brasil e nenhum familiar nos Estados Unidos, vive no país há cinco anos e está com o visto expirado. A campanha para arrecadar fundos para Santos, mesmo após reunir o dinheiro suficiente para a fiança, continua e já ultrapassa US$ 126 mil que serão usados para arcar com outros custos do tratamento oncológico. Segundo o policial Maycon Macdowel, que começou o movimento para ajudar Santos, durante todo esse tempo o brasileiro não recebeu atendimento médico. Ele foi levado no início de semana passada para um hospital e recebeu apenas medicamentos para dor. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • EUA suspendem emissão de vistos de imigrantes para Brasil e outros 74 países (veja quais serão os permitidos)

    Vistos vão ser suspensos por tempo indeterminado para partir de 20 de janeiro WASHINGTON - Os Estados Unidos vão suspender por tempo indeterminado o processamento da emissão de vistos de imigração para cidadãos de 75 países, incluindo do Brasil, a partir de 21 de janeiro, confirmou a Casa Branca nesta quarta-feira, 14. Para turistas, estudantes e trabalhadores haverá regras mais rígidas, porém o benefício permanecerá acessível. Um memorando orienta os funcionários consulares a não concederem vistos de imigração com base na legislação vigente. O objetivo seria dar tempo ao Departamento de Estado para reavaliar os procedimentos de triagem e verificação de solicitantes. O presidente Donald Trump tem atacado frequentemente as regras de entrada no país, sobretudo concessões a pessoas de países subdesenvolvidos — tendo as declarações mais recentes aberto uma crise com cidadãos somalis. "Os EUA congelaram todo o processamento de vistos para 75 países, incluindo Somália, Rússia e Irã", escreveu a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, em uma publicação na rede social X, com um link para o artigo da Fox News que publicou primeiro a informação. A emissora americana, que teve acesso à lista completa de países afetados, citou que além do Brasil, aparecem Irã, Iraque, Afeganistão, Iêmen, Nigéria, Rússia, Somália e Tailândia. Ao menos parte das nações citadas já estavam incluídas em medidas restritivas anteriores, como a exigência de pagamento de caução para concessão de visto — caso da Nigéria, que o Departamento de Estado havia anunciado a data de início de cobrança para esta quarta — e a suspensão de outros processos de imigração — que já afeta há meses Irã e Iêmen. O porta-voz do Departamento de Estado, Tommy Piggot, disse à Fox News que a medida visa “considerar inelegíveis potenciais imigrantes que se tornariam um fardo para os Estados Unidos e explorariam a generosidade do povo americano”, referindo-se a estrangeiros que poderiam depender do sistema de assistência social e benefícios públicos do país. O Departamento de Estado anunciou na segunda-feira a revogação de mais de 100 mil vistos desde que Trump reassumiu a presidência, em janeiro do ano passado, com um forte discurso anti-imigração. O número foi apontado pelo próprio governo americano como um recorde — duas vezes e meia superior ao de 2024, quando o democrata Joe Biden era presidente. QUEM AINDA PODE E QUEM PERDE O DIREITO Tipos de visto americano para não imigrantes (continuam as emissões) : Turismo, férias, viagem para tratamento médico – B2 Viagem para negócios, empregados domésticos e babás, atletas amadores e profissionais competindo por premiação em dinheiro – B1 Diplomata ou oficiais de governos estrangeiros e seus familiares imediatos e seus empregados domésticos – A1, A2, A3 Trânsito pelos Estados Unidos – C1 Tripulante – D Tratado de Comércio / Tratado de Investidor – E1, E2 Estudante: acadêmico ou vocacional e seus dependentes – F1 ou M1, F2 ou M2 Funcionário de organização internacional e seus empregados domésticos – G1, G4, G5 Funções especializadas em áreas que requerem conhecimento especializado e seus dependentes – H1B e H4 Trabalhador agricultor temporário – H2A Trabalhador temporário realizando serviços ou funções temporárias ou sazonais – H2B Programa de treinamento sem função de trabalho – H3 Mídia, jornalista – I Visitante de intercâmbio, professores, pesquisadores e médicos (em programas de intercâmbio) e seus dependentes – J1, J2 Transferência interna de funcionários e seus dependentes – L1, L2 Estrangeiros com habilidades extraordinárias em ciências, artes, educação, negócios e atletismo, sua equipe de apoio e dependentes – O1, O2, O3 Atleta, artista ou profissional de entretenimento e seus dependentes – P1, P2, P3, P4 Visitante internacional de intercâmbio cultural – Q1 Trabalhador religioso e seus dependentes – R1, R2 Vítima de tráfico humano e seus dependentes – T Vítima de atividade criminosa e seus dependentes – U Tipos de visto americano para imigrantes (param as emissões) Relação familiar: Cônjuge de cidadão dos Estados Unidos – IR1, CR1 Noivo(a) de cidadão dos Estados Unidos. que irá residir no país – K-1 Adoção internacional de crianças órfãs por cidadãos dos Estados Unidos – IR3, IH3, IR4, IH4 Determinados familiares de cidadãos dos Estados Unidos – IR2, CR2, IR5, F1, F3, F4 Determinados familiares de residentes permanentes legais (green card) – F2A, F2B Trabalho (patrocinado por empregador): Trabalhadores prioritários (Primeira preferência) – E1 Profissionais com diplomas avançados ou pessoas com habilidade excepcional (Segunda preferência) – E2 Profissionais e outros trabalhadores (Terceira preferência) – E3, EW3 Criação de empregos / investidores (Quinta preferência) – C5, T5, R5, I5 Certos imigrantes especiais (Quarta preferência) – S, vários Outras categorias de imigrantes: Trabalhadores religiosos – SD, SR Visto de diversidade – DV Residente retornando aos Estados Unidos – SB É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Agência pede remoção de avisos de suicídio dos rótulos de medicamentos para emagrecimento nos EUA

    Farmacêuticas estão comemorando a mudança WASHINGTON - O órgão regulador de saúde dos Estados Unidos solicitou nesta terça-feira, 13, aos fabricantes de medicamentos que removam as advertências sobre o risco potencial de pensamentos suicidas dos medicamentos para perda de peso GLP-1 amplamente utilizados, incluindo ‌o Wegovy, da Novo Nordisk, e o Zepbound, da Eli Lilly. A solicitação, que também abrange o medicamento mais ‌antigo da Novo para perda de peso, o Saxenda, segue uma análise da Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA, na sigla em inglês) que não encontrou qualquer evidência que relacione os agonistas do receptor GLP-1 a um risco maior de pensamentos ou comportamentos suicidas. Durante anos, Washington tem se dividido sobre se limites às taxas de juros ajudariam os consumidores ou restringiriam o acesso ao crédito. A medida da FDA pode aliviar uma importante preocupação de segurança ‍para a classe de medicamentos em rápido crescimento, testada ou usada para outras condições além da perda de peso, incluindo problemas cardiovasculares, doença hepática gordurosa e apneia do sono. As advertências, parte de sua aprovação original, foram baseadas em relatos de tais eventos observados com uma variedade de medicamentos ‌mais antigos usados ou estudados para perda de peso, disse a FDA. Uma ‌análise da Reuters do banco de dados de eventos adversos da agência em 2023 descobriu que ela recebeu 265 relatos de pensamentos ou comportamentos suicidas em pacientes que tomavam esses medicamentos ou similares desde 2010. Os agonistas do receptor de GLP-1, originalmente desenvolvidos para tratar o diabetes tipo 2, imitam um hormônio intestinal que suprime o apetite, criando uma sensação de saciedade. O porta-voz da Novo disse que a empresa está feliz em ver a recomendação da FDA para remover a advertência dos rótulos do Saxenda e do Wegovy, que atualmente incluem riscos de ideação e comportamento suicida. Um porta-voz da Lilly disse que a empresa aprecia "a consideração cuidadosa da FDA sobre essa importante questão de segurança", acrescentando que a Lilly "continuará a trabalhar com a FDA nas próximas etapas para garantir que as informações de segurança adequadas estejam disponíveis para os prescritores". Os rótulos desses medicamentos na União Europeia não trazem tais avisos. O órgão regulador disse nesta terça-feira que realizou análises adicionais de ensaios clínicos controlados por placebo envolvendo medicamentos GLP-1, que ‌não mostraram um risco maior de pensamentos ou comportamentos suicidas em comparação com o placebo, nem outros efeitos colaterais psiquiátricos, como ansiedade, depressão, irritabilidade ou psicose. A revisão abrangeu 91 estudos que envolveram 107.910 pacientes, incluindo 60.338 que receberam um medicamento GLP-1 e 47.572 que receberam placebo, afirmou. **Com Reuters**

  • Presidente da Câmara dos EUA defende análise sobre limitação de juros do cartão de crédito

    WASHINGTON - O presidente da Câmara dos Estados Unidos, Mike Johnson, disse nesta terça-feira, 13, que o Congresso deveria ‌analisar a ideia do presidente Donald Trump de ‌impor um teto às taxas de juros dos cartões de crédito, mas alertou para a possibilidade de "efeitos secundários negativos". O republicano disse a ‍repórteres que a Câmara "deveria pensar e investigar" a proposta de Trump que foi apresentada na última sexta-feira. "Seria necessária legislação para fazer algo assim", acrescentou Johnson em uma coletiva de imprensa. O parlmentar disse ainda que "existem consequências não ‌intencionais" que poderiam desencadear "efeitos secundários ‌negativos". Johnson citou a possibilidade de que as empresas "parem de emprestar dinheiro e talvez limitem o que as pessoas podem tomar emprestado a um valor muito baixo". Trump disse que queria um limite de um ano para as taxas de juros dos cartões de crédito em 10%, a partir de 20 de janeiro, data que marca o primeiro aniversário do início de seu segundo mandato como presidente. Mas o presidente não disse como isso seria feito, o que gerou dúvidas sobre se ele tentaria impor a ‌medida por meio de um decreto. A taxa média de juros do cartão de crédito está atualmente em torno de 19,65% nos EUA, de acordo com a ‌empresa de serviços financeiros ao consumidor Bankrate. Os ‌cartões de crédito são um dos pilares do financiamento ao consumidor nos EUA, proporcionando às famílias acesso flexível ao crédito, mas geralmente com taxas elevadas. Para os bancos e emissores de cartões, essas taxas altas e as tarifas associadas são ‍uma importante fonte de lucro. **Com Reuters**

  • Frio e IA impulsionaram emissões de gases de efeito estufa dos EUA em 2025

    NOVA YORK - As emissões de gases de efeito estufa dos Estados Unidos aumentaram em 2025 devido à demanda por combustível para aquecimento e ao avanço da inteligência artificial (IA), que elevou a geração de energia elétrica, segundo um relatório independente divulgado nesta terça-feira, 13. O aumento de 2,4% em relação a 2024 foi registrado antes mesmo de as medidas favoráveis aos combustíveis fósseis assinadas pelo presidente Donald Trump começarem a ter efeito concreto, apontam os autores do estudo. Esse crescimento contrasta com os dois anos anteriores, quando as emissões diminuíram na maior economia do mundo, segundo estimativa do centro de pesquisas americano Rhodium Group, com sede em Nova York. As emissões dos EUA caíram 0,5% em 2024 e 3,5% em 2023, depois que a economia se recuperou da pandemia de covid-19. Em contrapartida, aumentaram em 2021 (6,3%) e 2022 (1,2%). Em 2025, a pegada de carbono cresceu sobretudo devido ao consumo de energia dos edifícios e do próprio setor elétrico, responsáveis por 6,8% e 3,8% das emissões, respectivamente. “O clima é irregular de um ano para outro (…) flutua assim por causa de um maior consumo de combustível para aquecimento”, disse à AFP Michael Gaffney, analista do Rhodium Group e coautor do relatório. “Mas, no setor elétrico, isso se deve ao aumento contínuo da demanda por parte de centros de dados, operações de mineração de criptomoedas e outros grandes consumidores”, acrescentou. Na Europa, as emissões de países como Alemanha e França seguem em queda, embora em ritmo menor que em anos anteriores, apesar de as temperaturas globais continuarem subindo e de tudo indicar que 2025 será confirmado como o terceiro ano mais quente já registrado. Para piorar o cenário, os altos preços do gás natural para aquecimento e o aumento das exportações de gás natural liquefeito (GNL) favoreceram o retorno do carvão, o “combustível fóssil mais sujo”, que gerou 13% mais eletricidade do que em 2024. A energia solar, no entanto, também registrou alta de 34%, o que ajudou a elevar a produção de eletricidade sem emissões para 42%, um recorde. No setor de transportes, o mais poluente, as emissões permaneceram relativamente estáveis. Os EUA, segundo maior poluidor do mundo depois da China, acumulam as maiores emissões desde o início da era industrial, em meados do século XIX. As emissões americanas diminuem, em média, 1% ao ano desde o pico registrado em 2007, tendência associada à substituição do carvão pelo gás natural, ao aumento da participação de fontes renováveis e à melhora da eficiência energética. No entanto, desde que Donald Trump voltou ao poder há um ano, Washington tenta barrar projetos solares e eólicos e revogou incentivos fiscais para a compra de veículos elétricos, ao mesmo tempo em que favorece grupos petrolíferos. Segundo Ben King, um dos coautores do relatório, os números positivos da energia solar e das vendas de veículos elétricos demonstram, ainda assim, “um progresso sustentado”. “Energia solar, eólica e baterias estão entre os recursos mais baratos (…) e também entre os mais disponíveis”, destacou. A tendência de médio e longo prazo é incerta, e os Estados Unidos parecem distantes da meta de reduzir suas emissões entre 50% e 52% até 2035, em relação a 2005, objetivo fixado pelo governo do ex-presidente democrata Joe Biden. As estimativas anuais do Rhodium Group resultam da combinação de dados oficiais e de modelos baseados em indicadores econômicos e de geração de energia. **Com Agências**

  • Quatro migrantes morrem sob custódia do ICE nos EUA nos primeiros 10 dias de 2026

    69 mil pessoas estão sob custódia do ICE segundo levantamento de 7 de janeiro WASHINGTON - Quatro migrantes morreram enquanto estavam sob custódia das autoridades de imigração dos Estados Unidos nos primeiros dez dias de 2026, de acordo com comunicados à imprensa do governo, perda de vidas que vem na esteira de recorde ‌de mortes em detenções no ano passado sob o comando do presidente Donald Trump. Os incidentes envolveram dois migrantes ‌de Honduras, um de Cuba e outro do Camboja, e ocorreram entre 3 e 9 de janeiro, de acordo com o ICE. A onda de mortes sob custódia coincide com o disparo de tiro fatal em mãe de três filhos de Minnesota por um agente ‍do ICE, incidente que provocou protestos em Minneapolis e em cidades de todo o país. O governo Trump pretende acelerar as deportações e aumentou o número de migrantes em detenção. Em 7 de janeiro, as estatísticas do ICE mostraram que a agência estava detendo 69 mil pessoas. E a expectativa era ‌que os números aumentassem após uma injeção maciça de financiamento do ICE ‌aprovada pelo Congresso dos EUA no ano passado. Pelo menos 30 pessoas morreram sob custódia do ICE em 2025, nível mais alto em duas décadas, segundo dados do órgão. Setareh Ghandehari, diretora de advocacia da Detention Watch Network, considerou o alto número de mortes "verdadeiramente espantoso" e pediu ao governo que fechasse os centros de detenção. O Departamento de Segurança Interna dos EUA e o ICE não responderam imediatamente aos pedidos de comentários. O detento cubano, Geraldo Lunas Campos, de 55 anos, morreu em 3 de janeiro em Camp East Montana, um centro de detenção inaugurado pelo governo Trump no terreno de Fort Bliss, no Texas. O ICE disse que estava investigando a morte de Lunas, acrescentando que ele havia se tornado perturbador, foi colocado em isolamento e depois encontrado em estado de sofrimento. Ele foi declarado morto por técnicos de emergência médica, informou o ICE. Os dois hondurenhos -- Luis Gustavo Nunez Caceres, de 42 anos, e Luis Beltran Yanez-Cruz, de 68 anos -- morreram em hospitais da região em Houston e Indio, Califórnia, em 5 e 6 de janeiro, respectivamente, ambos devido a problemas cardíacos, informou o ICE. Parady La, um homem cambojano de 46 anos, morreu em ‌9 de janeiro após graves sintomas de abstinência de drogas no Centro de Detenção Federal na Filadélfia, informou o ICE. A administração começou a usar esse espaço no ano passado, segundo o serviço. O governo Trump reduziu drasticamente o número de migrantes libertados da detenção por razões humanitárias, levando alguns a aceitarem a deportação. **Com Reuters**

  • EUA acusam homem baleado por agente da Patrulha de Fronteira em Portland

    PORTLAND - O venezuelano baleado por um agente de patrulha de fronteira na semana passada em Portland, Oregon, foi acusado nesta segunda-feira, 12, de agressão a policiais ‌federais, informou o Departamento de Justiça (DOJ) dos Estados Unidos. Luis Nino-Moncada enfrenta acusações de agressão agravada a um agente federal e depredação de propriedade federal. A denúncia ressalta que ainda que o réu bateu repetidamente com seu carro no veículo vazio dos ‍agentes. Ele volta ao tribunal na quarta-feira, 14. O incidente em Portland ocorre em meio ao aumento das tensões relacionadas aos esforços de deportação em massa do presidente Donald Trump, e após um agente de imigração do ICE atirar e matar uma ‌mulher em Minneapolis, Minnesota, um dia antes. Segundo as ‌autoridades, Nino-Moncada, baleado no braço e atualmente sob custódia do FBI, tem ligações com a gangue venezuelana Tren de Aragua e está nos EUA ilegalmente. O agente da patrulha de fronteira atirou nele e em uma mulher que estava no carro por medo de que Nino-Moncada "pudesse atingir a eles e a outros agentes da Patrulha de Fronteira com o veículo alvo", afirma o DOJ. O Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês), que supervisiona a patrulha de fronteira, disse na semana passada que Nino-Moncada teria usado seu carro como arma. Não há imagens das câmeras dos uniformes dos agentes nem de segurança sobre o incidente. A mulher foi identificada pelo DHS como Yorlenys Betzabeth Zambrano-Contreras, que, segundo as autoridades federais, também está nos EUA ilegalmente. Ela foi baleada no peito. Yorlenys foi presa pelo CBP ao entrar no país pela froteira com o México há três anos e solta, mas nunca compareceu à Corte conforme o determinado. O DOJ alega que ela também tem vínculos com a gangue ‌venezuelana, estava envolvida com prostituição e já esteve envolvida em um tiroteio em Portland. Após o tiroteio, a dupla fugiu no veículo, dirigindo cerca de três quilômetros a nordeste antes de pedir ajuda médica. **Com Reuters**

  • Trump diz que pode deixar Exxon fora da Venezuela depois que CEO chamou país de "não investível"

    Darren Woods destacou que leis atuais impossibilitam exploração de petróleo na Venezuela WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse no domingo, 11, que poderia impedir a Exxon Mobil de investir na Venezuela, depois que o presidente-executivo da companhia chamou o país de "não investível" durante ‌uma reunião na Casa Branca na semana passada. O presidente-executivo da Exxon, Darren Woods, disse a Trump que ‌a Venezuela precisaria mudar suas leis antes de se tornar uma oportunidade atrativa de investimento, durante uma reunião de alto nível na sexta-feira com pelo menos 17 outros executivos do setor de petróleo. Trump pediu ao grupo que gastasse US$100 bilhões para revitalizar a indústria petrolífera da Venezuela em ‍uma reunião realizada menos de uma semana depois que as forças dos EUA capturaram e removeram o presidente venezuelano Nicolás Maduro do poder em um ataque noturno descarado. Os comentários céticos de Woods rapidamente se tornaram a manchete dominante, minando as esperanças da Casa ‌Branca de criar um impulso a partir de seu envolvimento com os ‌executivos de petróleo mais proeminentes do mundo. "Não gostei da resposta da Exxon", disse Trump aos repórteres no Air Force One, quando voltava para Washington no domingo. "Provavelmente estarei inclinado a manter a Exxon fora. Não gostei da resposta deles. Eles estão se fazendo de engraçadinhos demais." A Exxon não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. EXXON E CONOCOPHILLIPS SINALIZAM CAUTELA SOBRE VENEZUELA A Exxon, a ConocoPhillips e a Chevron, os três maiores produtores de petróleo dos EUA, foram durante décadas os parceiros mais importantes da empresa estatal de petróleo da Venezuela, a PDVSA. O governo do falecido presidente Hugo Chávez nacionalizou o setor entre 2004 e 2007 e, embora a Chevron tenha negociado acordos de parceria com a PDVSA, a ConocoPhillips e a Exxon deixaram o país e entraram com processos de arbitragem importantes logo em seguida. "Nossos bens foram confiscados duas vezes e, portanto, você pode imaginar que para voltar a entrar uma terceira vez seriam necessárias algumas mudanças bastante significativas em relação ao que historicamente vimos aqui", disse Woods a Trump na sexta-feira. Woods ‌disse que a Exxon precisava que fossem introduzidas proteções duradouras aos investimentos e que a lei de hidrocarbonetos do país também precisava ser reformada. "Se olharmos para as estruturas legais e comerciais em vigor na Venezuela hoje, não é possível investir", disse ele. **Com Reuters**

bottom of page