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  • Irã promete vingança e Trump ameaça resposta 'nunca antes vista na história'

    Iranianos, um deles segurando um retrato do líder supremo iraniano assassinado, observam enquanto tentam se aproximar de uma ponte que leva à Zona Verde, onde fica a embaixada dos EUA em Bagdá — Foto: AHMAD AL-RUBAYE / AFP     WASHINGTON - O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou neste domingo que a República Islâmica tem "o direito e o dever legítimo" de vingar a morte do líder supremo do país, aiatolá Ali Khamenei, morto no sábado durante o ataque conjunto lançado por EUA e Israel.  A declaração do presidente iraniano ocorre em meio a uma nova troca de bombardeios nos céus do Oriente Médio, envolvendo as forças da nação persa e do Estado judeu, com impactos confirmados no território de países vizinhos — mesmo após a ameaça do presidente Donald Trump de usar uma "força nunca antes vista" caso Teerã decida aprofundar o conflito. A linha adotada pelo presidente é a mesma reproduzida pela cadeia de comando do regime. O chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional iraniano, Ali Larijani, disse que novos ataques estavam sendo preparados em uma publicação na rede social X neste domingo. Ele declarou que o país atingirá os EUA e Israel com uma força inédita.  A retórica iraniana continua combativa mesmo após os alertas de Trump sobre a possibilidade de uma intensificação do conflito. Em entrevista ao portal Axios, no sábado, o presidente americano já havia dito que está pronto para um conflito rápido, de poucos dias, ou uma guerra prolongada. Em um post na Truth Social, durante a madrugada de domingo, ele fez uma nova advertência.  "O Irã acaba de declarar que vai atacar com muita força hoje, mais forte do que jamais atacou antes. É MELHOR QUE NÃO FAÇAM ISSO, PORQUE SE FIZEREM, NÓS OS ATINGIREMOS COM UMA FORÇA NUNCA VISTA ANTES! Obrigado pela atenção!", escreveu Trump. Com agências internacionais

  • Perseguição de agentes do ICE causa acidente com diversos carros em NJ

    Carro envolvido no acidente transportava três crianças NEWARK - Uma perseguição realizada por agentes do ICE terminou em um acidente envolvendo pelo menos três carros, incluindo um veículo com três crianças, em Newark, Nova Jersey. O prefeito Ras Baraka criticou a perseguição de quarta-feira, 25, afirmando que os agentes federais ignoraram as leis locais que proíbem perseguições de veículos, a menos que haja uma ameaça iminente. "O ICE não pode entrar em nossa cidade e colocar pessoas inocentes em risco de forma imprudente, enquanto tenta prender seus alvos", declarou Baraka em um comunicado publicado no Instagram. Os registros de testemunhas mostram um suspeito sendo algemado e levado para um hospital. ** Com Agências**

  • Pai reencontra filha após mais de 100 dias preso pelo ICE em caso raro de fiança

    Reencontro de Márcio com a filha revela a dor das famílias separadas pela repressão à imigração   BOSTON – Depois de passar 110 dias preso pelo ICE, o empresário brasileiro Márcio Pires, 42, andou na contramão da história de milhares de imigrantes e foi solto, apesar de ter entrado no país em 2005 através do sistema que era conhecido como cai-cai, quando o estrangeiro se entregava voluntariamente à Patrulha de Fronteira (CBP) e solicitava asilo ao governo americano.  Mesmo com a maior parte dos imigrantes beneficiados pelo cai-cai sendo alvo do ICE para deportação, Pires conseguiu resistir aos dias nos presídios à espera de uma audiência na Justiça. O brasileiro foi preso em Massachusetts e transferido no mesmo dia para New Jersey onde dividiu com outras 47 pessoas uma cela com capacidade para apenas 17. “Nós nos revezávamos para dormir deitado, espalhados pelo chão”, conta Pires. Neste centro de detenção um preso conseguiu entrar com um celular e filmar a superlotação na cela. A ação provocou a transferência de Pires e outros detentos para o Texas onde permaneceu por quase quatro meses. O empresário era diariamente questionado por agentes do ICE sobre a possibilidade de assinar a deportação voluntária.  “Eu tinha o objetivo de ficar no país e por telefone perguntei a minha esposa se ela estava aguentando. Quando ela disse sim eu decidi buscar forças e aguardar para ser ouvido por um juiz”, explica. Pai de quatro filhos com idades entre sete e 21 anos, Pires conta que os presos raras vezes recebiam atenção e alguns simulavam desmaios para atrair os carcereiros e, assim, receber assistência.  Enquanto estava detido, a esposa de Pires contratou o advogado de imigração Danilo Brack para entrar com o pedido de habeas corpus e obter a chance de ir diante de um juiz.  “Eu estava apreensivo porque o juiz não estava ouvindo nenhum advogado, mas o Dr. Danilo conseguiu me representar e tive o direito a uma fiança, algo que quase ninguém estava recebendo”, conta. Pires saiu do presídio usando uma tornozeleira GPS que foi retirada na sexta-feira, 6, um mês depois de conquistar a liberdade.  “O caso do Márcio tem pontos atípicos. Primeiro, o juiz mandou me ligar e iniciar a audiência duas horas antes. Depois se confundiu com as pastas e alegou que meu cliente tinha uma serie de crimes. Ele estava vendo a ficha da pessoa errada. Pires não tinha nenhum crime e, ao contrário, mostrei que ele paga impostos, tem um filho com necessidades especiais e que é o único provedor da família”, explica o defensor. A fiança foi estipulada em 7,5 mil dólares e o brasileiro terá outra audiência em Corte no futuro, "provavelmente em Massachusetts onde ele mora”, segundo Danilo Brack. Vale ressaltar que, de acordo com os dados do Transactional Records Access Clearinghouse (TRAC), até dezembro de 2025, os juízes de imigração realizaram 15.540 audiências de fiança, das quais apenas 4.062 resultaram em concessão de caução. A volta do empresário para casa chamou a atenção da comunidade brasileira nos EUA. A filha de 7 anos correu ao encontro dele e o abraçou ainda dentro do carro que o trazia. “Foi uma cena que me emociona todas as vezes que vejo até hoje”, diz Brack.  Para mostrar que está cumprindo as ordens judiciais, Pires comparece regularmente ao escritório do ICE em Massachusetts, estado onde é sócio da empresa Gilmar General Construction há mais de cinco anos.  “Neste período em que estive preso meu sócio Giovani Penedo manteve a companhia em atividade e agora só quero descontar o tempo perdido com o trabalho e minha família”, finaliza Pires. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Guerra de bola de neve provoca atrito entre prefeito e polícia de NY

    Policiais tiveram que se retirar do parque após serem atingidos com bolas de neve proprositalmente NOVA YORK - Uma inocente guerra de bolas de neve durante a nevasca em Nova York se transformou em um embate entre o prefeito Zohran Mamdani e o comando da polícia da cidade. Um vídeo gravado na tarde de segunda-feira, 23, , no Washington Square Park, mostra uma guerra de bolas de neve após uma forte tempestade de inverno que, segundo as imagens, terminou com frequentadores aparentemente atirando bolas de neve contra policiais que estavam no local. Mamdani afirmou mais tarde que os envolvidos não deveriam responder a acusações criminais e pediu para que os moradores de Nova York tratassem os policiais com respeito. Mas sua resposta o colocou em confronto com os líderes da polícia, que definiram suas declarações como "vergonhosas". No dia seguinte, o Departamento de Polícia de Nova York (NYPD, na sigla em inglês) divulgou fotos de quatro pessoas que, segundo a corporação, agrediram policiais com bolas de neve, causando ferimentos. "Eu quero ser muito clara", escreveu a comissária da polícia de Nova York, Jessica Tisch, nas redes sociais no dia da confusão: "O comportamento retratado é vergonhoso e criminoso". Vídeos virais da guerra de bolas de neve circularam nas redes sociais TikTok e X nos dias seguintes à tempestade que despejou cerca de 50 centímetros de neve sobre a cidade. O Washington Square Park, em Greenwich Village, no bairro de Manhattan, costuma reunir grandes multidões em dias de neve, com atividades e guerras de bolas de neve, incluindo outra realizada poucas semanas antes, durante a última grande tempestade. Mas o tom do confronto de segunda-feira mudou. Após a chegada de policiais do NYPD, acionados por chamadas ao número de emergência 911, vídeos mostram pessoas gritando palavrões e atirando bolas de neve enquanto os policiais retornavam às viaturas. O departamento agora procura quatro homens descritos como tendo aproximadamente entre 18 e 20 anos. Um porta-voz do NYPD afirmou que eles "atingiram intencionalmente os policiais várias vezes com neve e gelo na cabeça, no pescoço e no rosto, causando ferimentos". Os policiais foram levados ao hospital e estão em condição estável. Em entrevista coletiva na terça-feira, Mamdani disse ter visto vídeos do incidente e afirmou que, em sua avaliação, não cabem acusações. "Pelos vídeos que vi, parecia crianças em uma guerra de bolas de neve", declarou o prefeito. Em uma publicação posterior nas redes sociais, o prefeito incentivou os moradores a respeitar os policiais e outros funcionários municipais. "Os policiais, assim como todos os servidores da cidade, estiveram nas ruas durante uma nevasca histórica, mantendo os nova-iorquinos seguros e os carros em movimento. Tratem-nos com respeito", disse. "Se alguém vai levar uma bola de neve, sou eu." Na quarta-feira (25/02), Mamdani voltou a afirmar que o que viu "foi uma guerra de bolas de neve", reconhecendo que "saiu do controle, mas que foi isso que aconteceu". O prefeito também incentivou, em tom de brincadeira, que estudantes da rede municipal jogassem bolas de neve nele por ter reaberto as escolas após a nevasca. No entanto, para alguns críticos a tentativa de aliviar o clima não surtiu efeito. "A resposta do prefeito é um fracasso completo de liderança. Isso não foi apenas uma 'guerra de bolas de neve'. Isso foi uma agressão — cometida por adultos atirando pedaços de gelo e pedras — que levou dois policiais ao hospital com ferimentos na cabeça e no rosto", afirmou, em comunicado na terça-feira (24/02), Patrick Hendry, presidente da Police Benevolent Association (PBA). A SBA, uma associação de sargentos da polícia, concordou. "Hoje são bolas de neve. Amanhã podem ser pedras, garrafas ou algo pior", afirmou o presidente do sindicato, Vincent Vallelong. Este foi o primeiro grande embate dos sindicatos com o prefeito, que, antes de tomar posse, pediu desculpas por comentários anteriores nos quais chamou o NYPD de "racista" e "uma ameaça à segurança pública". Durante sua campanha à Prefeitura, adversários o retrataram repetidamente como hostil à polícia e leniente em relação à segurança pública. Após ser eleito em novembro, Mamdani pediu a Tisch, nomeada pelo ex-prefeito Eric Adams, que permanecesse no cargo. A permanência de Tisch, amplamente popular entre moderados e líderes empresariais, foi vista por alguns como uma tentativa de Mamdani de dissipar preocupações de que adotaria postura branda contra o crime. A tensão entre prefeitos e sindicatos policiais não é um fenômeno novo, afirmou Basil Smikle, estrategista político e ex-diretor executivo do Partido Democrata estadual, especialmente quando esses prefeitos têm histórico de defender reformas no sistema de Justiça criminal. ** Com BBC **

  • Americanos aprovam deportação, mas rejeitam táticas do ICE

    Pesquisa aponta ainda que maioria quer manter ICE funcionando e apoia mudanças na agência WASHINGTON - A maioria dos americanos concorda que os imigrantes que vivem ilegalmente nos Estados Unidos devem ser deportados, mas desaprova as táticas linha-dura do governo, mostra uma nova pesquisa Reuters/Ipsos divulgada nesta quinta-feira, 26. O levantamento, que durou seis dias e foi encerrado na segunda-feira, ilustra tanto a ampla aceitação do foco do presidente Donald Trump na aplicação das leis de imigração quanto a desaprovação generalizada das ações do ICE, o que pode prejudicar o Partido Republicano nas eleições legislativas de meio de mandato, em ⁠3 de novembro. Cerca de 61% dos entrevistados -- incluindo 92% dos republicanos e 35% dos democratas -- disseram apoiar a ‌deportação de imigrantes sem documentos. A posição de Trump sobre o assunto o ajudou a vencer a eleição presidencial de 2024, já que ele acusou os políticos democratas de serem a favor de "fronteiras abertas". Sessenta ‌e três por cento dos democratas disseram que não apoiam a ‌deportação de imigrantes sem autorização, em comparação com 7% dos republicanos. ICE FOI LONGE DEMAIS Cerca ‌de 60% dos americanos -- incluindo um quinto dos republicanos e nove em cada dez democratas -- acreditam que os agentes ‌de imigração foram longe demais, segundo ⁠pesquisa da Reuters/Ipsos. Entre as ⁠pessoas que não se identificam com nenhum partido, 65% acham que as autoridades excederam os limites. Esses eleitores independentes podem ⁠ser um grupo decisivo em novembro, quando os republicanos tentarão ‌manter suas apertadas maiorias na Câmara ‌e no Senado. A desaprovação das táticas de Trump é particularmente alta entre os americanos negros e hispânicos, dois segmentos do eleitorado nos quais Trump obteve avanços nas eleições de 2024. Setenta e quatro por cento dos entrevistados negros e 72% dos hispânicos disseram não gostar da forma como o governo ⁠estava lidando com as deportações, em comparação com 51% dos entrevistados brancos. Desde fevereiro de 2025, a taxa de aprovação geral de Trump entre os hispânicos caiu 7 pontos percentuais, para 29%, na última pesquisa. Entre os afro-americanos, a queda foi de 2 pontos percentuais, para 14%. Entre os brancos, a redução foi de 4 pontos, para 49%. Surgiram divisões ‌internas significativas em ambos os partidos políticos em relação à aplicação das leis de imigração. Entre os republicanos que apoiam as deportações, 23% disseram sentir-se desconfortáveis com as táticas atualmente empregadas pelos agentes de ⁠imigração. Os democratas, além de estarem divididos sobre se os imigrantes sem documentos devem ser deportados ou não, também discordam sobre a possibilidade de dissolver o ICE, órgão central de fiscalização do Departamento de Segurança Interna (DHS). Cerca de 63% dos democratas disseram que o ICE deveria ser abolido, enquanto 30% discordaram. A porcentagem de apoiadores representou um aumento significativo em relação a uma pesquisa Reuters/Ipsos de 2018, que mostrou 44% dos democratas apoiando a ideia. A pesquisa mais recente mostrou que apenas um terço dos independentes apoia o fim do ICE, uma mudança pequena em relação a 2018. A mais recente pesquisa Reuters/Ipsos, realizada online, coletou respostas de 4.638 adultos em todo o país e teve uma margem de erro de dois pontos percentuais. ** Com Reuters **

  • Presença de brasileiros no Congresso confronta discurso anti-imigrante de Trump

    Marcelo acompanhou maior parte do discurso de Trump no gabinete do deputado de Massachusetts WASHINGTON - Os brasileiros Marcelo Gomes da Silva e Caroline Dias Gonçalves acompanharam de perto o discurso do Estado da União nesta terça-feira, 24, a convite de parlamentares democratas, uma iniciativa para confrontar a retórica do governo federal de prender estrangeiros criminosos. Os dois foram presos pelo ICE em situações semelhantes, não têm passagem pela polícia e passaram a maior parte da vida nos Estados Unidos. Enquanto o presidente Donald Trump disse que estava salvando o país de estrangeiros criminosos, o deputado Seth Moulton exaltou a coragem de Marcelo pela disposição de humanizar a situação. "Ele aceitou mostrar o rosto, mostrar quem são as pessoas que estão sendo perseguidas. Marcelo é um bom cidadão, um patriota", acrescentou o representante de Massachusetts. O brasileiro deixou a galeria do plenário após o Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) tuitar sobre a presença de Marcelo no Congresso, referindo-se a "um estrangeiro ilegal que está na mira da agência". Após a postagem, a equipe de Moulton decidiu que seria mais seguro para o jovem assistir o evento do gabinete do deputado. "Conversamos com a advogada de Marcelo e ela disse que ele não corria risco uma vez que o processo dele tramita normalmente no sistema, mas não podemos confiar que essa administração vai seguir a lei", observou o democrata. O brasileiro foi preso em maio do ano passado aos 18 anos quando dirigia o carro do pai a caminho do treino de vôlei na Milford High School, em Massachusetts. Ele ficou seis dias preso no QG do ICE em Burlington antes de ser solto sob fiança. Na época, o ICE alegou que estavam tentando a captura do pai de Marcelo, mas nunca foram atrás do homem. Marcelo chegou aos EUA aos 7 anos acompanhando os pais com visto de estudante. Ao expirar o F-1, a família deu entrada em um pedido de asilo que segue pendente. Leia também: Juiz libera jovem de 18 anos preso pelo ICE em Milford Já Caroline Dias Gonçalves era a convidada do senador John Hickenlooper, do Colorado. A estudante de enfermagem da Universidade de Utah foi presa em junho após um policial rodoviário alertar agentes do ICE de que a jovem podia estar ilegal no país. Senador  Hickenlooper apresenta Caroline horas antes do discurso A universitária, então com 19 anos, ficou detida por 15 dias e denunciou os maus tratos na prisão. Leia também: Universitária brasileira é presa pelo ICE no Colorado Assim como Marcelo, a brasileira chegou ao país com 7 anos. Ao expirar o visto de turista, a família deu entrada em um processo de asilo que está sendo analisado pela Justiça de imigração. Outros Horas antes de Trump começar a falar, o DHS havia listado os dez convidados - entre imigrantes ilegais e parentes de estrangeiros detidos pelo ICE - de parlamentares democratas para o evento em uma mensagem contra as ações anti-imigrantes do republicano. O líder da minoria no Senado, Charles Schumer, de Nova York, levou a mãe de Dylan Josue Lopez Contreras que entrou no país no fim da administração de Joe Biden e estava em um processo de asilo quando foi preso ao comparecer em uma audiência na Corte de Imigração. Contreras segue preso na Pensilvânia. O deputado Robert Menendez Jr, de Nova Jersey, estava acompanhado de Monica Han Housen, sobrinha da colombiana Adriana Quiroz Zapata, uma solicitante de asilo que, segundo o processo, fugiu de um ex-parceiro violento e com "conexões políticas". Ela luta para não ser deportada. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Trump chama Robert De Niro de 'doente' após críticas do ator

    WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chamou o astro do cinema Robert De Niro de "doente e demente" depois que o ator pediu aos americanos que "resistam" ao seu governo. O protagonista de "Taxi Driver" e "Touro Indomável" é um crítico ferrenho de Trump e usou seu discurso ao receber a Palma de Ouro honorária no Festival de Cannes no ano passado para chamar o presidente "filisteu". "Robert De Niro Transtornado por Trump, outra pessoa doente e demente com, acredito, um QI extremamente baixo, que não faz a menor ideia do que está fazendo ou dizendo — algumas delas seriamente CRIMINOSAS!", escreveu Trump em uma longa publicação na sua plataforma Truth Social. O presidente americano também atacou em sua mensagem as congressistas democratas Ilhan Omar e Rashida Tlaib, que chamou de "lunáticas". Os comentários foram publicados depois que De Niro criticou o presidente em um podcast, divulgado na segunda-feira, ao afirmar: "Todos devem permanecer unidos para tirá-los e voltarmos aos trilhos". "A história é o nosso país, e Trump está destruindo isso, e quem sabe quais são seus motivos, mas é doentio", declarou o ator de 82 anos no podcast "The Best People with Nicolle Wallace". "As pessoas têm que resistir, resistir, resistir, resistir, resistir. É a única maneira", completou.

  • Autoridades dos EUA apontam preocupações com a segurança na Copa do Mundo

    Cerimônia do anúncio da Copa do Mundo no ano passado em Miami WASHINGTON - As autoridades das cidades-sede da Copa do Mundo da FIFA, que acontecerá no final deste verão, nos Estados Unidos prestaram depoimento perante uma comissão do Congresso na terça-feira, 24, expondo suas preocupações com possíveis problemas "catastróficos" de segurança à medida que o evento se aproxima. Em depoimento perante o Comitê de Segurança Interna da Câmara dos Representantes, testemunhas apontaram dois motivos principais para o atraso nos preparativos de segurança, a pouco mais de 100 dias do início da Copa do Mundo: o congelamento dos fundos da FEMA , a Agência Federal de Gestão de Emergências, destinados à segurança do evento e a falta de coordenação entre as entidades locais e Washington. Com o governo federal atualmente paralisado, a FEMA anunciou no domingo que reduziria suas operações ao "mínimo essencial para salvar vidas". Isso significou o congelamento de todos os fundos que não se enquadram nessa descrição, entre os quais estão quase US$ 900 milhões reservados para as cidades-sede da Copa do Mundo. Leia também: Foxborough ameaça cancelar jogos a menos de 4 meses da Copa Como parte da Lei One Big Beautiful Bill, a FEMA lançou em novembro o Programa de Subvenções para a Copa do Mundo da FIFA, que disponibilizou US$ 625 milhões para as cidades-sede a fim de "realizar as extensas atividades de segurança necessárias para proteger jogadores, funcionários, espectadores, instalações e infraestrutura crítica em todas as cidades-sede, fortalecendo-as contra possíveis ataques terroristas". Em dezembro, a agência concedeu mais US$ 250 milhões aos 11 Estados anfitriões, ajudando-os a "fortalecer sua capacidade de detectar, identificar, rastrear ou mitigar sistemas de aeronaves não tripuladas (drones)". "Acho que se tivéssemos tido essa conversa há dois anos, estaríamos em melhor situação", disse Mike Sena, presidente da National Fusion Center Association, durante a audiência, antes de continuar: "mas hoje, à medida que nos aproximamos desses jogos, estamos longe da capacidade que precisamos." Ray Martinez, diretor de operações do Comitê Organizador da Copa do Mundo de Miami, foi mais específico sobre suas necessidades e preocupações. "Estamos a 107 dias do torneio, mas, mais importante, estamos a cerca de 70 dias do início da construção do Fan Fest", disse ele, acrescentando que, se os organizadores não receberem os 70 milhões de dólares solicitados até o final de março, começarão a cancelar eventos, a começar pelo Fan Fest. "Essas decisões precisam ser tomadas", acrescentou. "Sem receber esse dinheiro, as consequências para nosso planejamento e coordenação podem ser catastróficas." Autoridades de Foxboro, Massachusetts, insinuaram a possibilidade de desistir de sediar as sete partidas programadas para o Gillette Stadium caso o financiamento não seja liberado. O vice-chefe de polícia de Kansas City, Joseph Mabin, afirmou que seu departamento não possui atualmente pessoal suficiente para atender a todas as necessidades de segurança da cidade e considerou o financiamento crucial para a capacidade da cidade de contratar mais funcionários. A Copa do Mundo, co-organizada pelos EUA, México e Canadá, começa oficialmente em 11 de junho com o jogo entre México e África do Sul na Cidade do México e com a Coreia do Sul enfrentando um adversário ainda a ser definido perto de Guadalajara. A primeira partida a ser disputada nos EUA acontecerá um dia depois, com os Estados Unidos enfrentando o Paraguai em Los Angeles. As 11 cidades anfitriãs nos EUA são Atlanta, Boston, Dallas, Houston, Kansas City, Los Angeles, Miami, Nova York/Nova Jersey, Filadélfia, Área da Baía de São Francisco e Seattle. ** Com Reuters **

  • Discurso de Trump reforça agenda patriótica em ano de eleição crucial

    Donald Trump foi ovacionado por parlamentares republicanos em diversos momentos do discurso WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez, na noite de terça-feira, 24, um discurso inflamado sobre o Estado da União, no qual celebrou o que chamou de "uma virada histórica" americana. Em um momento em que pesquisas indicam que muitos nos EUA estão insatisfeitos com a situação atual do país — e com a liderança de Trump — o presidente deu poucos sinais de mudança de rumo. Em vez disso, de olho nas decisivas eleições de meio de mandato, previstas para 3 de novembro, na qual o comando do Congresso pode ficar com a oposição, Trump apresentou um discurso de autopromoção ao país, um chamado patriótico a seus apoiadores leais e provocações a seus adversários políticos. Foi uma fala marcada por recursos teatrais — momentos pensados para as câmeras, típicos de alguém que já apresentou um reality show. Logo no início, ele deu as boas-vindas à equipe masculina de hóquei da seleção olímpica dos EUA, presente na galeria. Os atletas ergueram suas medalhas de ouro enquanto republicanos entoavam "USA!" e até os democratas se levantaram para aplaudir. Mais tarde, Trump homenageou heróis militares, um veterano de 100 anos da Segunda Guerra Mundial e um nadador da Guarda Costeira que resgatou 165 pessoas presas nas enchentes do Texas no ano passado. Este último recebeu a Medalha de Honra do Congresso, e o primeiro, a Legião do Mérito por heroísmo extraordinário. Embora seu discurso tenha batido um recorde de duração, esses momentos aceleraram o ritmo da noite e se alinharam ao tema central do presidente: patriotismo e realizações americanas. Seu discurso começou com frases já conhecidas. "Nossa nação está de volta", afirmou. Era o país "mais quente" do mundo. Em determinado momento, após culpar os democratas por criar uma crise de "custo de vida", acrescentou: "Estamos indo muito bem." Ele citou o aumento da renda, a valorização do mercado de ações, a queda no preço da gasolina, a fronteira sul com redução drástica na travessia de migrantes sem documentação e a inflação sob controle. "O nosso país está vencendo novamente", concluiu. O desafio do Trump é que sua taxa de aprovação pública gira em torno de 40%, e a população dos EUA quer que ele faça mais para enfrentar suas preocupações. No mês passado, ele fez um pronunciamento nacional na Casa Branca, em Washington D.C., no qual abordou temas semelhantes e apresentou estatísticas parecidas, mas que não convenceu o público. Trump e seus assessores parecem apostar que, com uma audiência maior no discurso sobre o Estado da União, que deve alcançar dezenas de milhões de pessoas, o resultado será diferente. O que Trump não fez neste discurso, porém, foi apresentar um volume significativo de novas políticas. Ele pontuou o pronunciamento, de quase duas horas, com algumas propostas, entre elas novas contas de poupança para aposentadoria destinadas a trabalhadores de baixa renda e um acordo com empresas de inteligência artificial para garantir fornecimento suficiente de eletricidade a suas instalações, a fim de evitar que consumidores sejam atingidos por tarifas mais altas. Também voltou a defender ideias antigas, como um plano de saúde que prevê pagamentos diretos aos americanos para ajudar a cobrir franquias de seguro, uma lei que exija que todos os eleitores comprovem cidadania e a proibição da concessão de carteiras de motorista comerciais a migrantes sem documentação. Ele ainda prometeu continuar avançando com seu amplo regime de tarifas, mesmo após a decisão da Suprema Corte, na sexta-feira passada (20), que derrubou muitas das taxas que ele havia imposto anteriormente. Três dos ministros que votaram contra o presidente permaneceram inexpressivos enquanto assistiam da primeira fila. Mais cedo, Trump e o presidente da Suprema Corte, John Roberts — autor do parecer sobre as tarifas — trocaram um breve aperto de mãos, mas nenhum dos dois sorriu. Em um discurso frequentemente interrompido por aplausos dos republicanos presentes no plenário, a discussão de Trump sobre tarifas provocou murmúrios entre os democratas e silêncios desconfortáveis entre os republicanos, muitos dos quais demonstram desconforto com o custo econômico dessas medidas e com a ameaça que sua impopularidade possa representar para suas chances eleitorais. Se as tarifas sufocaram o ambiente, quando Trump passou a falar de imigração os ânimos se exaltaram. Os trechos em que o presidente mencionou o que chamou de ameaça de "imigrantes ilegais" provocaram alguns dos aplausos mais estrondosos dos republicanos no plenário e gritos indignados e olhares frios dos democratas. Imigração A imigração vinha sendo um dos pontos fortes políticos de Trump, mas a intensificação das ações de fiscalização em Minneapolis, que resultou na morte a tiros de dois cidadãos americanos por agentes federais, corroeu significativamente a sua posição. O presidente não mencionou essas mortes — nem a "abordagem mais branda" na fiscalização que sugerira ser necessária após o episódio. Em vez disso, o discurso de Trump, com foco em crimes cometidos por migrantes sem documentação — assassinatos, acidentes e corrupção — buscou retomar a iniciativa no tema. Nesse momento, a deputada democrata Ilhan Omar interrompeu o discurso aos grito de que Trump é "mentiroso" e afirmou que ele "matou americanos". A representante de Minnesota, onde Renee Good e Alex Pretti foram assassinados em janeiro por agentes do ICE, é de origem somali, comunidade a quem o republicano acusa de envolvimento em fraudes e crimes naquele Estado. Por outro lado, o presidente relatou uma série de crimes cometidos por imigrantes irregulares e usou as histórias para defender medidas mais rígidas. Entre elas, pediu ao Congresso a aprovação do que chamou de “Lei Dalilah”, que proibiria Estados de conceder carteiras de motorista a imigrantes ilegais, em referência Dalilah Coleman, sobrevivente de 5 anos de um acidente de carro, envolvendo um caminhão dirigido por um imigrante ilegal. Além disso, Trump pediu que o Congresso aprove um projeto de lei que exige documento de identidade e comprovação de cidadania nas eleições. Democratas da oposição prometem barrar a proposta no Senado. "A única coisa que separa os americanos de uma fronteira completamente aberta neste momento é o presidente Donald J. Trump e nossos grandes patriotas republicanos no Congresso", disse. Foi um reconhecimento tácito de que, em pouco mais de oito meses, os americanos irão às urnas nas eleições de meio de mandato que definirão a composição das duas Casas do Congresso. Como é típico nesses pronunciamentos no Congresso, independentemente de quem ocupe a Presidência, a política externa ficou em segundo plano. Apesar do grande envio de forças americanas para a região próxima ao Irã, Trump fez pouco para convencer o público americano de que uma ação militar sustentada dos EUA seria necessária. "Minha preferência é resolver esse problema por meio da diplomacia, mas uma coisa é certa: jamais permitirei que o principal patrocinador do terror no mundo tenha uma arma nuclear", afirmou, antes de mudar de assunto. No momento, os ventos políticos sopram contra o presidente. Ainda assim, Trump pode acreditar que o humor do público está prestes a mudar. Talvez ele esteja convencido de que os americanos começarão a sentir os benefícios econômicos de suas políticas. Ou talvez acredite que o clima mudará com um renovado sentimento de patriotismo durante as celebrações do 250º aniversário do país neste verão. Seu discurso, com menções a heróis militares e a jogadores de hóquei medalhistas de ouro presentes na plateia, pode indicar que esta é a aposta política que ele decidiu fazer.

  • Departamento de Justiça removeu arquivos que citavam Trump no caso Epstein, diz NPR

    WASHINGTON - Departamento de Justiça dos Estados Unidos teria removido alguns arquivos públicos relacionados ao caso do financista pedófilo Jeffrey Epstein, morto em 2019, que mencionavam alegações de abuso sexual de uma menor de idade envolvendo Donald Trump, presidente do país. As informações são resultado de uma investigação da Rádio Pública Nacional (NPR), organização americana de radiodifusão pública com sede em Washington, que identificou também a remoção de outros documentos que citavam o republicano. Segundo a NPR, o conteúdo removido incluía mais de 50 páginas de entrevistas e anotações do FBI com uma mulher que acusou Trump de abuso sexual décadas atrás, quando ela ainda era menor de idade. Na reportagem, a organização afirmou que não houve resposta oficial sobre os motivos pelos quais o conteúdo não teria sido divulgado ou teria sido retirado do ar. Outros arquivos que teriam desaparecido do site do Departamento de Justiça dizem respeito a outra mulher, testemunha-chave da acusação no julgamento criminal da ex-namorada de Epstein, Ghislaine Maxwell, que cumpre pena de 20 anos de prisão por tráfico sexual. ** Com ANSA **

  • Novas tarifas dos EUA entram em vigor com taxa mais baixa de 10%

    Fonte do governo diz que tarifas maiores virão com o tempo WASHINGTON - Os Estados Unidos impuseram uma tarifa adicional ‌de 10% a partir desta terça-feira, 24, sobre todos os produtos não cobertos por isenções, segundo um aviso emitido pela Polícia de Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP, na sigla em inglês). A taxa inicialmente anunciada pelo presidente Donald Trump na sexta-feira era de 15%. Em um aviso para "fornecer orientações ⁠sobre a Proclamação Presidencial de 20 de fevereiro de 2026", a CBP disse que as importações "estarão sujeitas a uma taxa adicional de 10%", salvo os produtos listados como isentos. A medida aumentou a confusão em torno da política comercial dos ‌EUA, sem nenhuma explicação sobre o motivo pelo qual a taxa ‌mais baixa foi ⁠usada. O Financial ⁠Times citou um funcionário da Casa Branca dizendo que o aumento para ⁠15% virá mais tarde. A cobrança das novas tarifas começou à meia-noite, quando as taxas de 10% e 50% anuladas pela Suprema Corte já estavam suspensas. A lei da Seção ⁠122 permite que o presidente imponha as novas tarifas por até 150 dias a todos os países para lidar com déficits "grandes e graves" na balança de pagamentos e "problemas fundamentais de pagamentos internacionais". A ordem tarifária do republicano ‌argumenta que existe um grave déficit na balança de pagamentos na forma de um déficit comercial anual de US$1,2 trilhão em ⁠bens dos EUA e um déficit em conta corrente de 4% do PIB, além de uma reversão do superávit de renda primária dos EUA. Na segunda-feira, Trump advertiu os países contra o recuo dos acordos comerciais recentemente negociados com os EUA, dizendo que, se o fizerem, ele adotará tarifas muito mais altas sob diferentes leis comerciais. ** Com Reuters **

  • Nevasca paralisa trens, aeroportos e deixa 650 mil sem luz nos EUA

    Transtornos causados pela nevasca deve atrapalhar a semana dos americanos NOVA YORK - A forte tempestade de neve que começou a atingir o Nordeste dos Estados Unidos no domingo afetou 40 milhões de pessoas e deixou mais de 650 mil sem energia nesta segunda-feira, 23. Apenas em Massachusetts e Nova Jersey, 400 mil ficaram no escuro, segundo o site Poweroutage.us, que monitora interrupções no fornecimento de energia. Ventos fortes e alertas de nevasca, com interrupções no transporte, cancelamento de voos e fechamento de escolas e empresas, deixaram milhões de pessoas presas em casa. Oito Estados declararam estado de emergência. Autoridades fecharam as rodovias no Estado de Nova York. Na cidade, o prefeito Zohran Mamdani proibiu deslocamentos não essenciais de veículos e ordenou o fechamento de escolas. Os Estados vizinhos de Nova Jersey e Rhode Island impuseram restrições semelhantes. Em dezenas de localidades, a neve chegou a 90 centímetros. "Essa parece ser a pior nevasca que tivemos em uma década", disse Josh Estrella, porta-voz da cidade de Providence, Rhode Island, onde 84 centímetros de neve haviam caído até o meio da tarde de ontem. A neve úmida e pesada, juntamente com os ventos fortes, quebrou galhos de árvores, resultando em um cenário invernal caótico que exigiu o trabalho de inúmeras equipes de remoção de neve. Alertas Mamdani anunciou um aumento salarial para os trabalhadores de remoção de neve, elevando o salário para US$ 30 por hora, ante os cerca de US$ 19 anteriores. Ele afirmou que mais de 800 pessoas já estavam nas ruas removendo a neve, garantindo que as aulas presenciais serão retomadas hoje. Autoridades de Massachusetts, porém, pediram que as pessoas trabalhassem de casa, para manter as estradas livres para a remoção da neve e o restabelecimento da energia elétrica. Cerca de 350 veículos ficaram presos em todo o Estado durante a tempestade. A nevasca também reduziu drasticamente o tráfego nos aeroportos, especialmente nos arredores da cidade de Nova York e de Boston. Mais de 6 mil voos programados para o dia foram cancelados em aeroportos dos EUA, com quase todas as chegadas e partidas suspensas nos principais centros de conexão do nordeste, de acordo com a FlightAware. Cansaço Os cancelamentos afetaram cerca de um em cada cinco voos nos EUA, segundo a Cirium, empresa de dados de aviação. Em um dia típico, cerca de 1% dos voos domésticos são cancelados. Pelo menos 90% dos voos foram cancelados nos aeroportos Kennedy, Newark Liberty e Boston Logan, de acordo com o FlightAware. Ao menos 12 voos que partiriam do Brasil para os EUA, entre domingo, 22, e esta segunda, 23, tinham sido cancelados. Os principais destinos com rotas canceladas foram Boston e Nova York. Fenômeno O fenômeno chega pouco depois de a região ter recuperado a normalidade após a passagem devastadora da outra frente fria que causou mais de 100 mortes a menos de um mês. A tempestade intensificou-se rapidamente, atingindo a categoria de "ciclone-bomba" e apresentando trovões e relâmpagos - dois fenômenos raramente vistos em tempestades de neve. ** Com AE **

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