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- Adolescentes são presos suspeitos de dez ataques a tiros no Texas
A Polícia de Austin divulgou a imagem de um dos suspeitos flagrado pelas câmeras de segurança AUSTIN - Dois adolescentes foram presos e um potencial terceiro suspeito estava sendo procurado após pelo menos dez tiroteios aleatórios no fim de semana em Austin, Texas, que deixaram quatro pessoas feridas, disseram autoridades municipais no domingo, 17. Dirigindo pela cidade em veículos roubados, os suspeitos atiraram contra dois quartéis de bombeiros, prédios de apartamentos e casas durante uma série de assaltos e tiroteios de sábado à tarde a domingo de manhã, disse a chefe de polícia de Austin, Lisa Davis. Os dois jovens, de 15 e 17 anos, foram apreendidos depois que foram parados em um carro roubado e tentaram fugir a pé. Uma terceira pessoa que estava no carro também correu e permanecia foragida. Davis disse que não se sabia se essa pessoa estava envolvida nos tiroteios. Ela disse que a arma de fogo usada nos tiroteios havia sido roubada anteriormente pelo jovem de 15 anos, e que o jovem de 17 anos era procurado por um roubo de arma de fogo separado. A cidade ordenou que os moradores de uma grande parte da área sul da capital do Texas permanecessem abrigados em locais seguros no domingo enquanto procuravam pelos suspeitos. Com dois suspeitos sob custódia, a ordem foi posteriormente suspensa. Quatro vítimas foram levadas para hospitais, incluindo uma com ferimentos graves, disseram as autoridades. Os suspeitos roubaram pelo menos quatro veículos enquanto se deslocavam pela cidade, disse Davis. “Não temos nenhum motivo específico que tenha sido identificado. Na verdade, essas ações parecem ser aleatórias”, disse o prefeito Kirk Watson. ** Com AP **
- OMS declara surto de ebola na África como emergência de saúde pública global
Autoridades de saúde garantem que não há indícios para uma pandemia até agora (Foto: Médicos Sem Fronteira) WASHINGTON - A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou no fim de semana uma "emergência de saúde pública de âmbito internacional" após a identificação de um surto raro de ebola na República Democrática do Congo (RDC) e Uganda que já causou dezenas de mortes. Apesar da gravidade da situação, a agência esclareceu que o surto não atende aos critérios para ser classificado como pandemia. Segundo a OMS, o atual cenário pode ser "muito maior" do que o registrado até o momento, com risco significativo de disseminação local e regional. Até agora, foram confirmados oito casos laboratoriais do vírus, além de 246 casos suspeitos e 80 supostas mortes em três zonas de saúde, incluindo Bunia, capital da província de Ituri, e as cidades mineradoras de Mongwalu e Rwampara. As autoridades de saúde também confirmaram a detecção de um caso na capital Kinshasa, possivelmente em um paciente que havia retornado recentemente de Ituri. Fora da RDC, dois casos foram registrados em Uganda, país vizinho. O governo ugandês confirmou a morte de um homem de 59 anos que testou positivo para o vírus. O surto atual está associado à cepa Bundibugyo do vírus ebola, uma variante rara para a qual, segundo autoridades sanitárias citadas por agências internacionais, não existem medicamentos ou vacinas aprovadas. O vírus ebola é uma doença infecciosa grave, transmitida por contato direto com fluidos corporais de pessoas infectadas ou superfícies contaminadas. Os sintomas iniciais incluem febre, dores musculares, fadiga, dor de cabeça e dor de garganta. Em estágios mais avançados, podem surgir vômitos, diarreia, erupções cutâneas e sangramentos internos e externos. ** Com Ansa **
- Aprovação de Trump cai 25 pontos entre eleitores latinos
Trump apresenta uma queda geral na popularidade, de acordo com as últimas pesquisas WASHINGTON - A aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, caiu 27 pontos entre a população latina que o elegeu em 2024, revela o levantamento do Pew Research Center divulgado na última semana. Segundo a pesquisa, 66% dos eleitores latinos o aprovavam em abril, ante os 93% registrados em fevereiro de 2025. Ao longo dos últimos 16 meses, o apoio passou de 36% para 22%. Já entre os apoiadores de outros grupos étnicos, o índice caiu de 95% para 79%.O levantamento atribui a queda à política imigratória e à perda de confiança em temas relacionados à economia, política externa, segurança pública e uso da força militar. Durante as eleições que garantiu a volta de Trump à Casa Branca, o republicano obteve uma votação recorde entre os latinos. Ele garantiu 48% dos votos, enquanto a democrata Kamala Harris conquistou uma pequena maioria, 51%. O aumento foi expressivo diante dos resultados eleitorais do Partido Republicano nos pleitos anteriores de 2020 (36%) e 2016 (28%). A maioria dos homens latinos votou na legenda em 2024. Entre as mulheres, houve uma ampliação de 13% nos votos para os republicanos, mas a maioria delas (53%) optou por Kamala Harris. ** Da Redação **
- Rubio nega inspiração em Maduro para roupa que viralizou
WASHINGTON - O secretário de Estado, Marco Rubio, negou ter se inspirado no deposto presidente venezuelano Nicolás Maduro no momento de escolher a roupa que aparece em uma foto que viralizou na internet. Uma imagem de Rubio com um conjunto esportivo cinza da Nike durante um voo para a China ao lado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, agitou as redes sociais. A roupa, da mesma marca e cor, é similar ao modelo Nike Tech Fleece que Maduro utilizava quando foi fotografado algemado em um helicóptero, depois que as forças americanas o capturaram em Caracas e o levaram para Nova York para ser julgado por narcotráfico. Steven Cheung, diretor de comunicação da Casa Branca, publicou nas redes sociais que Rubio estava utilizando o Nike Tech 'Venezuela' no Air Force One. Em suas primeiras declarações públicas sobre a foto viral, Rubio deixou claro que não tinha Maduro em mente. "Sabe de uma coisa? Ele me copiou porque eu já tinha antes. Quer dizer, eu não sei quando ele comprou o dele", disse Rubio sobre Maduro em entrevista ao canal NBC em Pequim. "A conclusão é que é um conjunto esportivo, que é confortável", afirmou o secretário de Estado. "Não havia nenhuma mensagem. Eu nem sabia que ele estava tirando a foto". Rubio, cubano-americano, é um inimigo ferrenho da esquerda latino-americana e ajudou a estabelecer as bases para a operação de 3 de janeiro destinada a derrubar Maduro. A Justiça dos EUA acusou o ex-presidente venezuelano e sua esposa de tráfico de drogas, o que eles negam. A vice-presidente de Maduro, Delcy Rodríguez, assumiu o governo da Venezuela com o apoio dos EUA. ** Com AFP **
- 10 mil estudantes estão na mira do ICE por suspeita de fraude
WASHINGTON - O ICE anunciou essa semana que pelo menos 10 mil estudantes, grande parte da Índia, estão sendo investigados sob suspeita de fraude imigratória em todo os Estados Unidos. Segundo o diretor interino do ICE, Todd Lyons, a investigação aponta o uso de empresas consideradas suspeitas, incluindo estruturas sem atividade real, endereços inexistentes e registros de estudantes vinculados a vagas fantasmas através do OPT (Optional Practical Training), que permite a estrangeiros com visto F-1 trabalhar no país após a graduação por até um ano. O programa também abre a oportunidade para legalizar através do trabalho pelo H-1B. "Já nos deparamos com casos envolvendo espionagem ameaças biológicas, roubo de propriedade intelectual, fraude de vistos e emprego e até golpes direcionados a idosos americanos, todos perpetrados por indivíduos que abusam de sua condição de estudante", afirmou Lyons em entrevista coletiva na terça-feira, 12. A operação nacional do Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) realizou inspeções na Flórida, Virgínia, Texas, Geórgia, Illinois, New York, New Jersey e Carolina do Norte até agora. Em alguns locais, agentes encontraram prédios vazios ou ausência de qualquer operação compatível com o número de trabalhadores registrados. De acordo com o ICE, há ainda casos de estudantes vinculados a empresas registradas em endereços residenciais ou que compartilhariam o mesmo espaço físico sem qualquer estrutura de funcionamento. Em parte das situações, investigadores relatam inconsistências nas informações fornecidas por supostos empregadores. O caso está sob investigação e os números podem aumentar, avisam as autoridades.
- Irã ainda não recebeu vistos para disputar Copa do Mundo nos EUA, diz federação
Arizona vai ser o Estado-sede da seleção iraniana nos Estados Unidos WASHINGTON - O presidente da Federação Iraniana de Futebol, Mehdi Taj, declarou nesta quinta-feira, 14, que o país ainda não recebeu os vistos para que a seleção viaje aos Estados Unidos e dispute a Copa do Mundo de 2026. A participação do Irã no torneio, que acontecerá de 11 de junho a 19 de julho, segue marcada pela incerteza desde o início da guerra no Oriente Médio, no fim de fevereiro, após os ataques lançados por Israel e Estados Unidos contra a República Islâmica. "Amanhã, ou depois de amanhã, teremos uma reunião decisiva com a Fifa. Ela deve nos apresentar garantias, porque o problema dos vistos continua sem solução", disse Taj, citado pela agência Irna. Copa do Mundo: como estão os preparativos para os EUA receberem a seleção do Irã? O presidente da Fifa, Gianni Infantino, reiterou que o Irã disputará suas partidas da Copa do Mundo nos Estados Unidos, como ficou estabelecido no sorteio do torneio, que também será disputado no Canadá e no México. "Não recebemos nenhuma informação da outra parte sobre quem obteve vistos. Os vistos ainda não foram emitidos", acrescentou Taj. Teerã e Washington não mantêm relações diplomáticas desde 1980, após a crise dos reféns na embaixada americana. Segundo o presidente da federação, os jogadores precisam viajar até a capital da Turquia, Ancara, para que suas impressões digitais sejam recolhidas como parte do procedimento de concessão dos vistos. "Nós não temos nada a ver com os Estados Unidos. Nos classificamos para a Copa do Mundo e é a FIFA que deve organizá-la", declarou. O Irã organizou uma cerimônia de despedida na quarta-feira (13) para a seleção nacional de futebol, antes da viagem para a Copa do Mundo de 2026. O 'Team Melli', que terá sua base de treinamento em Tucson, no Arizona, enfrentará Nova Zelândia, Bélgica e Egito no Grupo G da primeira fase da Copa. ** Com AFP **
- Em encontro com Trump, Xi afirma que relações China-EUA 'são as mais importantes do mundo'
Encontro entre Xi e Trump representa retomada de negociações comerciais abaladas pelo tarifaço PEQUIM - As relações China-Estados Unidos são as mais importantes relações bilaterais do mundo, disse o presidente chinês, Xi Jinping, durante banquete de Estado oferecido nesta quinta-feira, 14, em Pequim ao ser par americano Donald Trump. No jantar, Trump disse que as conversas anteriores entre as duas nações sempre foram "extremamente positivas". Um pouco antes, Xi e Trump tiveram uma reunião de quase duas horas, na qual discutiram assuntos como comércio, petróleo e Irã, segundo a Casa Branca. Em seguida, eles visitaram o Templo do Céu, em Pequim. Trump foi para a China com uma delegação que conta com vários líderes empresariais e bilionários, incluindo Elon Musk, da Tesla, Tim Cook, da Apple, e Jensen Huang, da Nvidia. Em seu discurso no jantar, Xi destacou a relação entre EUA e China como a "mais importante" do mundo, representando uma população conjunta de 1,7 bilhão de pessoas. O presidente chinês também afirmou que "o Grande Rejuvenescimento da Nação Chinesa" e o "Make America Great Again" ("Faça a América Grande de Novo") — slogans dos líderes da China e EUA, respectivamente — podem caminhar lado a lado. Em resposta, Trump classificou sua visita como uma "grande honra" e convidou Xi e sua esposa, Peng Liyuan, para visitar a Casa Branca em setembro. 'Você é um grande líder' Xi Jinping ofereceu uma recepção grandiosa a Donald Trump no primeiro dia de uma visita que analistas dizem poderá redefinir as relações entre as superpotências rivais. Na chegada de Trump, a guarda de honra militar alinhou-se do lado de fora do Grande Salão do Povo para receber o americano, incluindo uma salva de tiros e uma banda tocando o hino nacional dos EUA. O presidente parou duas vezes para cumprimentar crianças em idade escolar que acenavam com bandeiras chinesas e americanas. Ao apertar a mão de Xi, ele se inclinou para lhe dar um tapinha no braço, em um gesto de cordialidade. E fez muitos elogios ao seu anfitrião. "Você é um grande líder. Eu digo isso a todo mundo", declarou. Mais tarde, durante sua visita ao Templo do Céu, do século 15, Trump disse a repórteres que a China é um país bonito. No banquete à noite, chamou as negociações entre os dois países de uma oportunidade "preciosa". Foi um dia notável considerando que Trump construiu sua imagem política adotando uma postura dura em relação à China. "Não podemos continuar permitindo que a China viole nosso país dessa forma, e é isso que eles estão fazendo", afirmou Trump em um comício de campanha em 2016. Em 2020, ele disse que a China havia "explorado os EUA como ninguém jamais fez antes" e descreveu a pandemia de covid como o "vírus chinês". Antes de voltar ao poder, prometeu que iria "fazer a China pagar". No auge de uma guerra comercial entre EUA e China no ano passado, os dois lados chegaram a impor tarifas mútuas que ultrapassavam 100%. Em seguida, houve uma trégua frágil. Uma das principais dúvidas sobre esta visita de Trump à China é se a trégua vai durar — e se pode haver um acordo para substituí-la. Pequim preparou um espetáculo pensado para agradar Trump antes de qualquer acordo, como forma de demonstrar que a China está aberta ao diálogo. No entanto, pouco após o início das conversas, a mídia estatal divulgou comentários de Xi deixando claro que as tensões em torno de Taiwan podem representar um desafio. Mas a coreografia cuidadosamente planejada não foi apenas para beneficiar Trump e os 30 CEOs que o acompanharam. Tratou-se também de uma demonstração de força — algo que Pequim sabe que será transmitido ao vivo para os EUA e para o restante do mundo. "Estamos testemunhando uma mudança histórica", afirma John Delury, pesquisador do Centro de Relações EUA-China da Asia Society. "Evito atribuir peso excessivo a esta cúpula específica, mas a ascensão inexorável da China a um patamar em que rivaliza legitimamente com os EUA — isso está acontecendo diante dos nossos olhos. Pequim agora é a segunda capital do mundo." Irã e Taiwan Um dos pontos de discussão da reunião foi a guerra dos EUA com o Irã. O bloqueio do Estreito de Ormuz abalou a economia global, e espera-se que Trump busque o apoio de Pequim para reabrir a rota. Pequim e Teerã mantêm uma relação que remonta a décadas, e a China é o principal parceiro comercial do Irã. Se Xi ajudar a conduzir Teerã à mesa de negociações, isso poderá ampliar ainda mais sua margem de influência. "É do interesse deles resolver isso", disse o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, à rede Fox News antes da viagem. "E esperamos convencê-los a desempenhar um papel mais ativo." Mas a China deve querer algo em troca. Xi já alertou Trump, durante as conversas, que a questão de Taiwan pode levar os dois países a um confronto, segundo a mídia estatal chinesa. Ele poderia pressionar os EUA a adiar ou interromper vendas de armas para Taiwan, embora Washington seja legalmente obrigado a fornecer à ilha meios de defesa. Ainda assim, autoridades em Taiwan devem estar acompanhando esta cúpula com apreensão. Quando repórteres perguntaram aos dois líderes no Templo do Céu se haviam discutido Taiwan, nenhum deles respondeu. Diferentemente da visita anterior, quando a primeira-dama Melania Trump acompanhou o marido, desta vez o contexto é bastante diferente. O foco parece estar na delegação empresarial, que inclui grandes CEOs. Todos também estiveram presentes no banquete. Trump quis dar destaque a essa delegação, ao defender que a China abra mais espaço para empresas americanas. Se isso dará resultados, em termos de acordo, ainda não está claro, já que nenhum detalhe do encontro foi divulgado. O comunicado da Casa Branca afirmou apenas que os dois lados "discutiram formas de ampliar a cooperação econômica", incluindo expandir o acesso de empresas americanas ao mercado chinês e o investimento chinês em setores industriais dos EUA. Sobre o Irã, acrescentou que "ambos os países concordaram que o Irã nunca deve ter uma arma nuclear" e que "o Estreito de Ormuz deve permanecer aberto para garantir o fluxo livre de energia". O que acontece agora? Na sexta-feira, quando os dois líderes voltarão a se encontrar, pode haver mais novidades. Trump busca levar para casa algum ponto concreto que possa apresentar como uma vitória aos americanos, já que seus índices de aprovação continuam em queda. Xi afirmou que os dois lados devem ampliar os intercâmbios e a cooperação em áreas como comércio e agricultura — possivelmente um indicativo de que a China está disposta a aumentar as compras de soja, carne bovina e aeronaves da Boeing dos EUA. Os dois líderes também concordaram em definir a relação bilateral como "construtiva, estratégica e estável", em um novo enquadramento que deve orientar os laços entre os países nos próximos três anos. A China enfrenta sérios desafios econômicos, como o aumento do desemprego, crescimento desigual, uma crise no setor imobiliário e níveis muito elevados de endividamento dos governos locais. Pequim pode não desejar um mundo com Washington no centro do poder global, mas precisa encontrar uma forma de conviver com os EUA. Essa parece ter sido a mensagem transmitida por ambos os líderes durante o banquete desta noite. Ao falar da "recepção magnífica como nenhuma outra" que recebeu, Trump convidou Xi para visitar a Casa Branca em setembro. Xi encerrou seu discurso com um brinde ao futuro dos EUA e China: "Saúde." ** Com BBC **
- EUA monitoram mais de 40 pessoas por suspeita de hantavírus
0MS afirma que situação exige cuidado, mas não ameaça repetir cenário de Covid-19 WASHINGTON - Os Estados Unidos estão monitorando mais de 40 pessoas por suspeita de hantavírus, informou o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) do país. A maioria delas deve permanecer em casa e evitar contato com outras pessoas durante o período de monitoramento de 42 dias. Segundo David Fitter, gerente de incidentes da resposta do CDC ao hantavírus, as 41 pessoas pertencem a três grupos principais, "Primeiro, os passageiros que foram repatriados recentemente e agora estão em Nebraska e Emory; segundo, os passageiros que já haviam deixado o navio e retornado para casa antes da identificação do surto; e terceiro, as pessoas que podem ter sido expostas durante a viagem, especificamente em voos onde havia um caso sintomático", explicou Fitter a repórteres em uma teleconferência. Em entrevista à CNN, o diretor-geral da OMS (Organização Mundial da Saúde), Tedros Adhanom, disse que espera o surgimento de mais casos de hantavírus depois que dois passageiros testaram positivo para o vírus após serem retirados do cruzeiro MV Hondius, onde ocorreu o surto. “O período de incubação do hantavírus, ou vírus Andes, varia de seis a oito semanas. Então, esperamos que mais casos apareçam, na verdade, mas espero que sejam o menor número possível”, acrescentou Adhanom direto do porto de Grenadilla, em Tenerife. O chefe da OMS tentou acalmar os temores em torno do surto, reiterando novamente que o vírus “não é outra Covid”. Ele acrescentou que os passageiros que apresentarem sintomas receberão excelente atendimento médico agora que desembarcaram do navio. ** Com Reuters **
- Chefe da Patrulha de Fronteira dos EUA renuncia
Banks disse que cumpriu a missão de fechar a fronteira entre os EUA e o México WASHINGTON - O chefe da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos (CBP, na sigla em inglês), Michael Banks, renunciou ao cargo nesta quinta-feira, 14. "Chegou a hora", disse Banks à Fox News. "Sinto que consegui colocar o país de volta nos trilhos, transformando-o da fronteira mais insegura, desastrosa e caótica que já tivemos na fronteira mais segura que este país já viu", afirmou. A saída de Banks, que estava no cargo desde o retorno de Donald Trump à Casa Branca no último ano, é mais uma entre as recentes mudanças na equipe responsável pela política de imigração do governo republicano. Ele era aliado da ex-secretária de Segurança Interna (DHS), Kristi Noem, que foi removida do cargo por Trump em março, disse um ex-funcionário da patrulha de fronteira sob condição de anonimato. Em março, o controverso agente da patrulha de fronteira, Gregory Bovino, se aposentou e o “czar da fronteira” ,Tom Homan, ganhou mais poderes sobre as operações de fiscalização. Nesta semana, o governo anunciou que David Venturella, ex-funcionário da imigração que também trabalhou para a empresa privada de prisões GEO Group, substituirá Todd Lyons como diretor interino do ICE. ** Da Redação **
- Empresária brasileira é solta após mais de 20 dias detida pelo ICE na Flórida
Fernanda mora nos Estados Unidos e trabalha no ramo da beleza desde pelo menos 2009 (Foto: Facebook) ORLANDO - A Justiça determinou na terça-feira, 12, a soltura da brasileira Fernanda Romana Linhares, após ela passar mais de 20 dias detida sob a custódia do ICE, em Orlando, na Flórida, e mobilizar as redes sociais com pedidos de orações. Segundo relatos de internautas, Fernanda, de 45 anos e mãe de três filhos, estava como passageira em um Uber no dia 20 de abril quando o motorista do carro de aplicativo foi abordado por policiais. Sistema a mantinha presa por "razões imigratórias" (Foto: Polícia do Condado de Orange) Nos registros da polícia do Condado de Orange, a empresária do ramo da beleza aparecia como detida sob custódia do ICE até ontem. Fernanda vive no país pelo menos desde 2009. Na Flórida, os policiais agem em parceria com agentes de imigração desde o ano passado. O modus operandis tem levado cidadãos americanos e portadores de green card à prisão temporária quando esses não apresentam a documentação exigida para comprovar o status. Autoridades federais também já alertaram que “estar em processo imigratório não protege da prisão nem da deportação”. A MANCHETE USA tentou contato com Fernanda, mas não obteve resposta. Nos stories do Facebook, ela compartilha posts desde o inicio da manhã desta quarta-feira, 13, celebrando a liberdade. Em 2024, a trajetória de Fernanda nos EUA foi tema de uma matéria no jornal O Estado de S. Paulo. O texto cita o início de sua jornada de "fazer unhas aos 9 anos no salão de sua mãe em Jacarepaguá, zona oeste do Rio de Janeiro. Hoje sua empresa Wonderful Beauty fatura mais de US$ 2 milhões por ano, ajudando brasileiros a conseguirem licenças de trabalho para atuar no setor de beleza e bem-estar nos Estados Unidos". Procurada, a empresa da brasileira também disse que não podia fornecer informações sobre o assunto. Já o ICE não atendeu ao nosso pedido de comentários até a publicação dessa matéria. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA (mancheteusa.com)
- Arizona se prepara para receber seleção iraniana para a Copa do Mundo
TUCSON - Diante do conflito no Oriente Médio, a seleção de futebol do Irã não sabe se disputar a Copa do Mundo, que começa em menos de um mês, mas seus anfitriões nos Estados Unidos avançam a todo vapor nos preparativos para a recepção. No complexo esportivo que deve receber o 'Team Melli' na quente Tucson, no Arizona, os funcionários irrigam e cortam a grama metodicamente como estipulado pelas regras da Fifa. O gramado é mantido "nas mesmas condições em que vão jogar, tanto em Los Angeles quanto em Seattle", detalhou Sarah Hanna, diretora do Complexo Esportivo Kino, onde joga o clube local FC Tucson. "Estamos felizes em recebê-los e vamos proporcionar a eles uma experiência positiva. Para nós, está 100% confirmado e nunca foi colocado em dúvida (...) até que escutemos algo diferente da Fifa", acrescentou. Entre 12 e 20 reuniões semanais são realizadas no complexo para coordenar os arranjos logísticos de hospedagem, alimentação e segurança da Copa do Mundo que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México de 11 de junho a 19 de julho. O trabalho não foi paralisado apesar da incerteza em que se encontra a seleção iraniana desde fevereiro, quando EUA e Israel entraram em guerra com o Irã. "Ambiente seguro" A Fifa insiste que a seleção estará na Copa do Mundo. Mas, na última sexta-feira, o presidente da Federação Iraniana citou 10 condições para participar, incluindo a questão dos vistos e o respeito à comissão técnica. Washington poderia vetar a entrada de membros da delegação ligados à Guarda Revolucionária, o exército ideológico de Teerã, considerada uma organização terrorista pelos EUA. Teerã também exigiu segurança para sua equipe, ponto em que Trump jogou mais lenha na fogueira. O mandatário republicano disse, em março, que a seleção seria bem-vinda, mas acrescentou em seguida que não via como "apropriada" a "apropriada" a sua participação no torneio "por sua própria vida e segurança". Em Tucson, cidade de maioria democrata, Hanna afirmou que as autoridades elaboraram "um plano de segurança adaptado", que prevê a maior parte dos treinos fechados ao público. Jon Pearlman, presidente do clube local, busca acalmar as tensões. "Não acredito que o presidente Trump ou alguém em nosso governo queira fazê-los se sentirem indesejados ou em perigo. Eles vão criar um ambiente seguro porque queremos que nosso país continue sendo um anfitrião", afirmou Pearlman, que já vislumbra a Copa do Mundo Feminina de 2031. "Impossível" No Complexo Esportivo Kino, está previsto que os jogadores iranianos tenham uma academia equipada com aparelhos de musculação, banheiras de gelo e macas para massagem. "Nós os recebemos de braços abertos. Somos parte da comunidade mundial do futebol (...) o jogo une as nações, não as separa", declarou Pearlman. Um sentimento compartilhado na cidade de cerca de 540.000 habitantes, em ambos os lados do espectro político. "Espero que eles se sintam bem-vindos aqui apesar do que estamos fazendo", disse Rob McLane, um crítico da guerra contra o Irã. Por outro lado, os eleitores republicanos separam a política do esporte. "Fico feliz que venham e não tenho más intenções nem reservas", comentou Michael Holley, um veterano que aprova a guerra por considerá-la necessária para impedir que o Irã desenvolva uma bomba atômica. Para Holley, as palavras de Trump não deveriam ser lidas como uma ameaça. Ele "temia que os atletas fossem punidos por seu próprio governo se tivessem voz própria", comentou. Já a comunidade iraniana que reside em Tucson está dividida. Para alguns, como Ali Rezaei, a seleção é um instrumento de propaganda do regime dos mulás. "É impossível para mim apoiá-los. Se houver um protesto contra eles, talvez eu participe", afirmou. ** Com AFP **
- Trump publica imagem da Venezuela como 51º estado dos EUA
WASHINGTON - O presidente Donald Trump publicou em sua rede social nesta terça-feira, 12, uma imagem sugerindo a incorporação da Venezuela como o 51.º Estado norte-americano. A publicação do mapa da Venezuela com as cores da bandeira dos Estados Unidos acontece um dia após o republicano afirmar que está "considerando seriamente" incorporar o país, mas não vem acompanhada por uma declaração do presidente. Declarações anteriores Esta não é a primeira vez que Trump faz insinuações sobre a Venezuela. Em abril de 2026, ele falou sobre sua suposta popularidade no país e brincou com a possibilidade de ser presidente. "Aprenderei espanhol rapidamente. Não vai demorar muito. Sou bom com idiomas e irei à Venezuela. Vou me candidatar à presidência", declarou à época. Desde a operação que capturou Nicolás Maduro, em janeiro deste ano, o republicano vem estabelecendo contato com as lideranças venezuelanas, principalmente com a presidente interina, Delcy Rodríguez. Em recente declaração, Rodríguez descartou qualquer posse do território venezuelano pelos EUA. “Continuaremos a defender nossa integridade, nossa soberania, nossa independência e nossa história (...) [A Venezuela] não é uma colônia, mas um país livre", escreveu a líder venezuelana. ** Da Redação **
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