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  • Funeral de Jimmy Carter promove reunião de cinco presidentes dos EUA

    Obama e Trump conversaram e riram antes de começar a cerimônia WASHINGTON - O funeral do ex-presidente dos Estados Unidos Jimmy Carter nesta quinta-feira, 9, reuniu cinco líderes que ocuparam o cargo no país - Joe Biden, Donald Trump, Barack Obama, George W. Bush e Bill Clinton - para homenagear o democrata. Carter, vencedor do Nobel da Paz, morreu no último 29 de dezembro em sua casa, em Plains, no estado da Geórgia. Suas últimas aparições públicas haviam sido no funeral da esposa em novembro de 2023, e ao votar em Kamala Harris, em outubro do ano passado. Durante o funeral na Catedral de Washington, Obama —que estava sem a esposa Michelle— e Trump se sentaram lado a lado, conversaram e riram antes do início da cerimônia. O republicano ainda teve o primeiro encontro com seu ex-vice, Mike Pence, que disputou a candidatura com Trump e se recusou a apoiá-lo no último pleito. O atual presidente, Joe Biden, e a primeira dama, Jill Biden, sentados ao lado da atual vice, Kamala Harris, e seu marido, Doug Emhoff ocupavam a primeira fileira. Os casais Bush e Clinton também marcam presença na cerimônia. Biden discursou no funeral e exaltou a personalidade de Carter, com quem manteve uma relação de amizade e apoio político desde seu primeiro mandato como senador, em 1973, aos 31 anos. Segundo ele, o ex-presidente "tornou reais os ideais de seu salvador". Amar o próximo como a si mesmo é "fácil de dizer, mas muito, muito difícil de fazer", disse. Mas, segundo Biden, Carter fez isso. A criação do Carter Center, instituição sem fins lucrativos, por exemplo, consolidou a luta do ex-presidente e sua esposa, Rosalynn, para o avanço da democracia, resolução de conflitos e prevenção de doenças pelo mundo. O presidente da fundação, Jason Carter, neto do ex-mandatário, também falou durante a cerimônia. "Ele erradicou uma doença com amor e respeito. Ele fez a paz com amor e respeito. Ele liderou esta nação com amor e respeito. Para mim, esta vida foi uma história de amor desde o momento em que ele acordou até a hora de descansar." Durante o ato, também discursaram James Carter, neto do ex-mandatário, além de Steven Ford e Ted Mondale, filhos respectivamente do ex-presidente Gerald Ford —morto em 2006—, e do vice de Carter, Walter Mondale, morto em 2021. Ambos leram textos deixados por seus pais, com quem Carter teve importantes relações políticas, que destacaram sua humildade, capacidade de negociação e liderança. Sua atuação na garantia de paz e dos direitos humanos em inúmeros conflitos internacionais foi o que lhe rendeu o Nobel da Paz em 2002. "Os vínculos da nossa humanidade comum são maiores do que as divisões de nossos medos e preconceitos. Deus nos deu a capacidade de escolher. Nós podemos escolher por aliviar o sofrimento. Nós podemos escolher por trabalhar juntos pela paz. Nós podemos fazer essas mudanças –e devemos", disse Carter ao receber o prêmio. Carter é provavelmente o ex-presidente americano mais devoto à sua fé religiosa. Ele costumava lecionar na escola dominical da Igreja Batista Maranatha, em sua cidade natal até os 90 anos. ** Com Agências **

  • Deputados aprovam projeto de lei contra imigrantes acusados de crimes menores

    Presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson, durante sessão na terça-feira WASHINGTON - A Câmara dos Estados Unidos aprovou na terça-feira, 7, um projeto de lei que coloca imigrantes indocumentados acusados ​​de crimes não violentos como alvo de deportação, uma iniciativa republicana para colaborar com a promessa do presidente eleito Donald Trump de expulsar o maior número possível de estrangeiros irregulares do país. "Conforme prometemos, começamos hoje com a segurança fronteiriça. Se fizessem uma pesquisa com a população e os eleitores, diriam que essa é a prioridade", afirmou antes da votação o republicano Mike Johnson, presidente da Câmara dos Representantes. O Laken Riley Act teve o voto de 48 democratas e de todos os 216 republicanos e agora segue para o Senado, onde deve ser votado ainda essa semana. O Senado também é controlado por 53 republicanos, mas depende de sete votos democratas para aprovar a proposta. Os senadores democratas Ruben Gallego, do Arizona, e Elisa Slotkin, do Michigan, eleitos em novembro, votaram a favor da legislação no ano passo quando eram deputados. “Este projeto de lei não é apenas uma peça legislativa. É um retorno aos valores americanos de bom senso”, disse o deputado republicano Tom Emmer, de Minnesota. “E sob a liderança do presidente Trump haverá mais de onde isso veio.” Já o deputado John Fetterman, democrata da Pensilvânia e marido de uma brasileira, alegou apoiar "ferramentas para as autoridades evitarem tragédias como esta enquanto trabalhamos para consertar de forma abrangente nosso sistema quebrado”. O projeto de lei exige que as autoridades federais detenham imigrantes indocumentados acusados ​​de roubo, furto, roubo ou furto em lojas, ampliando a lista de acusações que poderiam levar à detenção e possível deportação. Os opositores à proposta de lei argumentam que a mudança pode colocar o futuro de pessoas inocentes em xeque. “Infelizmente, existem inúmeros exemplos da vida real de indivíduos que foram presos injustamente por crimes que não cometeram”, disse a deputada Pramila Jaipal, democrata de Washington. “As pessoas merecem o seu dia no tribunal e são inocentes até prova em contrário. Parece ser algo que a maioria esqueceu ou não percebeu.” A lei também confere aos procuradores-gerais dos Estados o direito de processar o advogado geral da União e o secretário do Departamento de Segurança Interna se um imigrante que entrou ilegalmente nos EUA após ser detido na fronteira cometer um crime. Os críticos observam que a disposição é inconstitucional e permite que autoridades locais definam a política federal de imigração. Laken Riley O Ato Laken Riley recebe esse nome em referência a uma estudante de enfermagem de 22 anos que foi morta no ano passado na Geórgia por um imigrante que entrou ilegalmente no país. O venezuelano José Antonio Ibarra havia sido preso por roubo de uma loja e solto sob fiança antes do assassinato. Em novembro ele foi condenado à prisão perpétua por homicídio. O caso foi amplamente citado por Trump e seus apoiadores durante a campanha eleitoral.

  • Congresso dos EUA confirma vitória de Trump

    Kamala Harris certifica vitória de Donald Trump em sessão solene no Congresso dos EUA WASHINGTON - O Congresso dos Estados Unidos confirmou nesta segunda-feira, 6, a vitória do Donald Trump na eleição à Casa Branca. A sessão conjunta de Câmara e Senado chancelou sem incidentes a conquista de 312 dos 538 votos do Colégio Eleitoral pelo republicano em novembro do ano passado. A vice-presidente Kamala Harris, que foi adversária de Trump na disputa, acumula o cargo de chefe do Senado e, por isso, comandou a cerimônia contagem e certificação das cédulas eleitorais. Ela anunciou os delegados obtidos por ela e pelo republicano na corrida eleitoral. "Kamala D. Harris, do estado da Califórnia, recebeu 226 votos", disse a atual vice, sob aplausos, em discurso protocolar e na terceira pessoa. Antes da sessão, Kamala publicou vídeo em suas redes sociais dizendo que seu papel na cerimônia representava uma "obrigação sagrada". "[Obrigação] que eu defenderei guiada pelo amor ao país, lealdade à nossa Constituição e minha fé inabalável no povo americano", disse. Sob uma forte nevasca que praticamente paralisou Washington e deixou as ruas desertas, a sessão desta segunda ocorreu sem incidentes e sem protestos no entorno do Capitólio, num cenário bem diferente de quatro anos atrás, quando o republicano instigou seus simpatizantes a ir ao Congresso. A tentativa deles de impedir esse mesmo processo de certificação resultou em tumultos com cinco mortes e dezenas de feridos.Trump até hoje não reconhece sua derrota diante de Joe Biden em 2020. O deputado democrata Jamie Raskin, que foi membro do comitê que investigou o 6 de Janeiro, afirma que a sessão desta segunda foi "como deveria ser". "Estou orgulhoso de que os democratas se levantaram em nome da Constituição em vez de espalhar mentiras e violência", afirmou. Segundo o parlamentar, o papel dos congressistas é apenas receber os votos e contá-los. Já a republicana Marjorie Taylor Greene disse que a certificação deste ano transcorreu de modo tranquilo porque não houve fraude eleitoral —o que ela insiste ter ocorrido em 2020, sem provas. Em tempo: O presidente eleito não participa e não comparece ao evento. Esse rito formaliza o caminho para a posse do republicano, no próximo dia 20. Em sua rede social, Trump fez provocações. Disse que certificação de sua vitória é "um grande momento na história" e acusou Biden de fazer "tudo para tornar a transição o mais difícil possível". Citou ainda o que seria uma frase de Elon Musk, o bilionário que será membro do alto escalão do governo, segundo a qual "a civilização estaria perdida" se Trump não tivesse vencido a eleição. Biden e Kamala já haviam aceitado o resultado eleitoral e incentivado os correligionários a fazerem o mesmo. Por isso, a expectativa era mesmo de uma cerimônia tranquila. Ainda assim, Washington reforçou a segurança e aprimorou a infraestrutura do Capitólio para este 6 de janeiro. Pela primeira vez, a certificação foi classificada de um Evento Nacional de Segurança Especial. Isso permitiu ao Serviço Secreto dos EUA coordenar os esforços pela proteção do Congresso e a aplicação de recursos locais e federais. Essa classificação é concedida a cerimônias de grande porte, como a posse presidencial em si e as convenções dos partidos Democrata e Republicano. A medida atendeu a um pedido da prefeita de Washington, a democrata Muriel Bowser, e de integrantes do comitê de parlamentares que investigaram o 6 de Janeiro. Após os distúrbios de 2021, cerca de 1.500 pessoas foram acusadas por crimes ligados à tentativa de reverter o resultado eleitoral. ** Com AF **

  • Nevasca coloca dezenas de Estados e milhões de pessoas sob alerta nos EUA

    Nevasca coloca 30 Estados sob alertas climáticos WASHINSTON - Mais de 60 milhões de pessoas nos Estados Unidos estão sob alertas climáticos de inverno devido a uma tempestade que deve trazer a maior queda de neve e as temperaturas mais baixas da última década. Trinta Estados americanos, do Kansas à Costa Leste, enfrentam condições perigosas provocadas pela nevasca. Espera-se queda de neve entre 15-30 cm, de Ohio a Washington DC, de acordo com o Serviço Nacional Meteorológico (NWS, na sigla em inglês). Kentucky, Virgínia, Virgínia Ocidental, Kansas, Arkansas e Missouri declararam estado de emergência. Até mesmo partes da Flórida, normalmente amena, devem experimentar condições de congelamento por conta da tempestade Blair. Os meteorologistas dizem que o clima extremo está sendo causado pelo vórtice polar, uma área de ar frio que circula ao redor do Ártico. O meteorologista da AccuWeather, Dan DePodwin, disse que este mês pode ser o janeiro mais frio para os EUA desde 2011. Ele acrescentou que "temperaturas bem abaixo da média histórica" ​​podem permanecer por uma semana. Temperaturas entre 7 e 14°C abaixo do normal são previstas. A nevasca provoca atrasos severos nas viagens. Quase 1.500 voos de entrada e saída dos EUA foram cancelados e quase 5.000 ficaram atrasados, de acordo com o FlightAware.com. As companhias aéreas American, Delta, Southwest e United suspenderam as taxas de alteração para passageiros devido às possíveis interrupções de voos. A Amtrak também cancelou vários serviços de trem por conta da nevasca. "Desastre em potencial" As condições nas estradas já pioraram, com acidentes envolvendo caminhões e carros, bem como um caminhão de bombeiros capotando perto de Salina, Kansas. "As condições de apagão tornarão as viagens extremamente perigosas, com estradas intransitáveis ​​e um alto risco de motoristas ficarem presos", alertou o NWS. Enquanto isso, tempestades severas capazes de produzir tornados se moverão para o leste do Arkansas e Louisiana para o Mississippi e Alabama na noite de domingo, disse o NWS. O meteorologista particular Ryan Maue disse: "Vai ser uma bagunça, um desastre em potencial. Isso é algo que não víamos há um bom tempo."

  • Imagens mostram operação do ICE em Massachusetts

    Agentes prendem homem ainda de pijamas em sua casa em East Boston BOSTON - Imagens que circulam nas redes sociais chamam a atenção para uma caçada a imigrantes nas cidades de Massachusetts. Os registros são de uma reportagem do repórter Gabe Gutierrez, da NBC News, que acompanhou a ação rotineira do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos Estados Unidos (ICE) no início de dezembro. Em entrevista, o diretor de operações do ICE, Todd Lyons, disse que os agentes buscam pessoas de interesse da agência que foram liberados sob fiança. “Quando as jurisdições não cooperam, temos que entrar nas comunidades. Isso coloca os nossos agentes em risco”, avalia. "Não fazemos operações em grande escala. Cada indivíduo que está aqui hoje chamou nossa atenção porque foi preso por uma delegacia local após ser acusado de cometer um crime grave ou ser detido em flagrante", ressalta. Lyons enfatiza que essas operações - que levam até três dias e mobilizam pelo menos 16 agentes - são recorrentes ainda que haja poucos recursos. O diretor diz que a prioridade do ICE são imigrantes que representam perigo às seguranças nacional e pública. "Mas aqueles que já esgostaram todos os meios legais para estar no país também entram na nossa mira". A direção do ICE não comenta se haverá mudanças na política da agência para atender a promessa de deportação em massa feita pelo presidente eleito Donald Trump, mas garante estar pronta para honrar a sua missão. Duas autoridades familiarizadas com o ICE revelam que o órgão enfrenta um déficit orçamental de US$ 230 milhões, destaca a reportagem transmitida no dia 19 de dezembro.

  • FBI diz que suspeito de Nova Orleans agiu sozinho e descarta ligação com explosão em hotel de Trump

    FBI descartos relação entre incidentes NOVA ORLEANS - A Polícia Federal dos Estados Unidos (FBI) disse nesta quinta-feira, 2, que a explosão em Las Vegas, em Nevada, que matou uma pessoa e feriu outras sete na quarta (1º), não tem ligação com o ataque terrorista em Nova Orleans, na Lousiana, ocorrido no mesmo dia e que, por sua vez, matou 15 e feriu 35. Em entrevista coletiva, o vice-diretor assistente do FBI Christopher Raia deu mais detalhes sobre o atentado em Nova Orleans, cometido por um cidadão nascido no Texas e ex-membro do Exército dos EUA. Raia disse que a polícia mudou a avaliação e agora acredita que o homem agiu sozinho. O diretor afirmou que o autor do atentado se inspirou no Estado Islâmico, grupo terrorista ativo no Oriente Médio, para acelerar uma caminhonete contra uma multidão na Bourbon Street, uma das ruas mais turísticas da cidade. Ainda segundo o FBI, o homem dirigiu de Houston, no Texas, até Nova Orleans na segunda (31). Na madrugada do dia 1º, ele publicou uma série de vídeos nas redes sociais dizendo apoiar o Estado Islâmico. Também comentou detalhes de seus planos e disse esperar que a imprensa focasse a "guerra entre fiéis e infiéis" após a ação terrorista. "Foi um ato de terrorismo premeditado e maligno", disse Raia. Entre as vítimas do atentado estão uma mulher que tinha um filho de quatro anos, um turista de Nova York, um estudante que visitava os pais e uma mulher de 18 anos que estudava para se tornar enfermeira. As autoridades também identificaram, nesta quinta, o homem morto na explosão de um Cybertruck, da Tesla, em frente ao Trump International Hotel, em Las Vegas. Ele era cidadão americano, tinha 37 anos e foi soldado da ativa do Exército. Morador do Colorado, estado vizinho, o homem morreu depois que fogos de artifício e botijões de gás explodiram no carro, ferindo outras sete pessoas. O veículo estava estacionado em frente ao estabelecimento que faz parte da cadeia de hotéis de luxo do presidente eleito dos EUA, Donald Trump. A polícia investigava se a explosão havia sido resultado de um ataque terrorista —como cogitou Elon Musk, dono da Tesla e agora integrante do alto escalão do novo governo— e se teve conexão com o atentado em Nova Orleans no mesmo dia. As semelhanças entre os casos chamam a atenção: os dois homens eram membros do Exército dos EUA, alugaram carros no mesmo aplicativo e, segundo uma emissora local, serviram na mesma base militar. ** Com AF **

  • Investigação indica 'múltiplos suspeitos' em atentado em Nova Orleans e apura elo com explosão em Las Vegas

    Veterano avançou contra multidão em Nova Orleans e matou 15 pessas na virada do ano NOVA ORLEANS - Equipes da Polícia Federal dos Estados Unidos (FBI) cumprem nesta quinta-feira, 02, mandados de busca relacionados ao atentado que matou 15 pessoas em Nova Orleans, na Luisiana, na madrugada do primeiro dia do ano. As autoridades acreditam que o veterano do Exército Shamsud-Din Jabbar, que executou a ação, não agiu sozinho. As forças policiais também avaliam possíveis conexões entre esse atentado e a explosão de uma picape Cybertruck da Tesla em frente a um hotel pertencente ao presidente eleito, Donald Trump, em Las Vegas, em Nevada. A procuradora-geral da Louisiana, Liz Murrill, disse em entrevista pode afirmar "com alguma certeza" que há "múltiplas pessoas envolvidas" no incidente em Nova Orleans — um caso que já foi apontado por algumas autoridades como um atentado terrorista. A procuradora mencionou uma suspeita ainda sob investigação de que dispositivos explosivos encontrados no local do ataque teriam sido fabricados em um Airbnb alugado por indivíduos envolvidos no ataque. Liz não foi a primeira a se referir ao caso. Em uma declaração anterior à imprensa, a agente especial do FBI responsável pela investigação federal, Alethea Duncan, disse a repórteres que suspeitos estavam sendo analisados pelas equipes de trabalho. "Nós não acreditamos que Jabbar foi o único responsável. Estamos investigando agressivamente todas as pistas, incluindo aquelas de seus associados conhecidos", afirmou a agente. A confirmação de que o motorista de Nova Orleans carregava uma bandeira do Estado Islâmico no momento do ataque contra os pedestres abriu uma série de questionamentos sobre o grau de envolvimento entre o militar e o grupo terrorista. Em vídeos postados nas redes sociais pouco antes do ataque, Jabbar afirmou que tinha "desejo de matar". Em meio às apurações, autoridades também informaram que os investigadores estão averiguando possíveis elos entre o ataque em Nova Orleans e a explosão do veículo da Tesla em Las Vegas, que autoridades sugeriram ter sido intencionalmente provocada. "Nós certamente estamos investigando qualquer conexão com o que aconteceu em Nova Orleans, bem como outros ataques que ocorreram ao redor do mundo", disse o xerife do Departamento de Polícia Metropolitana de Las Vegas, Kevin McHail, durante uma coletiva de imprensa na quarta-feira, acrescentando que não havia, até aquele momento, nenhuma prova de vínculo com terrorismo. Um possível fator que relacionaria os dois casos seria o fato de que os veículos utilizados no momento dos incidentes teriam sido alugados por meio de um mesmo aplicativo de locação de automóveis, o Turo. O vínculo frágil, contudo, foi apontado por autoridades em Las Vegas como uma coincidência. A empresa disse em uma declaração que estava "fazendo parcerias ativas com autoridades policiais enquanto investigam ambos os incidentes" e que não tinha nenhuma informação de que os locatários dos veículos tivessem antecedentes criminais "que os identificariam como uma ameaça à segurança". Trump associa ataque à imigração ilegal Há menos de três semanas de assumir a Casa Branca, Trump associou o atropelamento em Nova Orleans à imigração ilegal, embora o crime tenha sido praticado por um cidadão americano e não haja nenhum elemento investigativo que sustente esta hipótese até o momento. "Quando eu disse que os criminosos que chegam são muito piores do que os que temos no nosso país, esta afirmação foi constantemente negada pelos democratas e pelos meios de comunicação de notícias falsas, mas acabou por ser verdade", escreveu o magnata em sua rede social Truth. **Com Agências**

  • Brasileiro é preso em Miami após lançar laser contra aviões

    Franciso Teixeira vai responder pelo crime federal em liberdade MIAMI - O brasileiro Francisco Teixeira foi preso em flagrante na quarta-feira, 25, após apontar laser verde contra aviões que sobrevoavam Miami, na Flórida. Um piloto da companhia aérea American Airlines fez a denúncia e identificou que a luz vinha do hotel La Quinta, próximo ao Aeroporto Internacional de Miami. Teixeira passou por uma audiência de custódia e vai responder pelo crime federal em liberdade após pagar a fiança de US$ 1,5 mil. A Administração Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos alerta que "o laser pode causar a simples distração, o ofuscamento da visão, uma cegueira temporária e até mesmo provocar uma hemorragia na retina do piloto e causar acidentes fatais". A ação é ainda mais perigosa durante a decolagem e o pouso, avisam as autoridades. De acordo com os dados da FAA, 313 pessoas ficaram feridas desde 2010 quando os incidentes causados por laser passaram a ser registrados pelo órgão. Só em 2023 foram 13.304 casos.

  • Polícia de Medford agradece a comunidade brasileira por ajudar a capturar fugitivo

    Buscas levaram menos de 24 horas MEDFORD - A Polícia de Medford, em Massachusetts, prendeu Anderson Otoni Nascimento, 31, nesta quinta-feira, 26, procurado por invasão de domicílio, e usou as redes sociais para agradecer a comunidade brasileira pela ajuda na captura. Com anúncios em português os agentes finalizaram a operação em menos de 24 horas. "Nós gostariamos de agradacer a todos que compartilharam essa postagem, especialmente à comunidade Brasileira, cujo o auxílio foi fundamental para garantir a captura de Otoni-Nascimento", diz uma publicação da instituição no Facebook. Nascimento era considerado foragido perigoso As autoridades espalharam cartazes em português e inglês para localizar o brasileiro descrito como "armado e perigoso". A Polícia de Medford afirma que não pode comentar o caso porque "trata-se de violência doméstica".

  • Biden e Trump enviam diferentes mensagens de Natal

    Donald Trump e Joe Biden usam redes sociais para enviar mensagem de Natal WASHINGTON - Os presidentes - o atual e o eleito - dos Estados Unidos divulgaram mensagens de Natal em tons diferentes. O democrata Joe Biden pediu aos americanos para refletirem e se unirem enquanto que republicano Donald Trump, que assume a Casa Branca em 20 de janeiro - fez uma saudação de feriado e uma enxurrada de publicações com foco político em redes sociais. Biden narrou um vídeo tour das decorações de Natal da Casa Branca que foi publicado no YouTube no final da véspera de Natal, no qual ele incentiva os norte-americanos a deixarem de lado “todo o barulho e tudo o que nos divide”. “Estamos aqui nesta Terra para cuidar uns dos outros, para amar uns aos outros”, disse Biden. “Muitas vezes nos vemos como inimigos, não como vizinhos, não como concidadãos americanos”, acrescentou. O democrata defendeu que as pessoas encontrem um momento de “reflexão silenciosa” para se lembrarem de tratar uns aos outros com dignidade e respeito, “viverem na luz” e lembrarem que há mais para unir do que dividir a sociedade. “Somos verdadeiramente abençoados por viver nesta nação”, afirmou. Já Trump publicou uma mensagem de “Feliz Natal” no meio da manhã desta quarta-feira na rede social Truth Social criada pelo magnata em 2021. A mensagem trouxe uma foto dele e da esposa Melania, seguida por mais de duas dúzias de reproduções de artigos ou outras publicações de mídia social que apoiavam suas posições políticas em tópicos que incluem a controversa indicação de Pete Hegseth para a Secretaria de Defesa e sua busca pela Groenlândia e pelo Canal do Panamá. Uma das publicações é um meme que mostra uma foto de Barack Obama e de Trump na posse de 2017 com a mensagem: “Quando você vê o cara que disse ‘você nunca será presidente’ na sua posse.” *Com Reuters

  • Quase 120 milhões de pessoas viajam durante as festas de fim de ano

    Mesmo com passagens mais caras , aeroportos registram recordes de passageiros nos EUA WASHINGTON - Mais de 119 milhões de pessoas decidiram viajar durante as festas de fim de ano nos Estados Unidos, estima a Associação Americana dos Automóveis (AAA). Isso significa 3 milhões a mais de que o recorde anterior registrado em 2019, antes da pandemia. Noventa por cento estão viajando de carro  entre 21 de dezembro e 1 de janeiro. As 107 milhões de pessoas que dirigem nas estradas americanas estão aproveitando a baixa no preço do combustível, avalia a AAA. A média do valor do galão da gasolina é de US$ 3, 12 centavos mais barato do que no ano passado. Os dias mais congestionados são nos finais de semanas que precedem o Natal e o Ano Novo. Os motoristas em Boston, Nova York, Seattle e Washington D.C. podem levar o dobro do tempo para chegar aos seus destinos. A média nacional de atraso é de 30%. Os passageiros também enfrentam longas filas nos aeroportos. No total, são esperados 7,85 milhões de pessoas, número acima do ano anterior ainda que as passagens domésticas estejam 4% mais caras do que em 2023. As internacionais subiram 13%. Os destinos domésticos mais procurados são Orlando, Fort Lauderdale, Miami, Los Angeles, Tampa e Las Vegas. Quem escoheu uma viagem internacional está indo para Punta Cana (República Dominicana), Mexicali (México), Cancun (México), Bahrain (Bahrain), Puesto Vallarta (México) e San Jose (Costa Rica).

  • Deportações nos EUA atingem o maior número em uma década

    Imigrantes que tentam entrar nos EUA pela fronteira sul engrossam a lista de deportações do ICE WASHINGTON - Os Estados Unidos deportaram 271.484 migrantes em um ano, o número mais alto da última década, informou nesta quinta-feira, 19, o Serviço de Controle de Imigração e Alfândega (ICE, na sigla em inglês). O relatório anual do órgão destaca que a maioria desses estrangeiros entrou no país ilegalmente pela fronteira sul, vindos de quase 200 países. O documento, que compila estatísticas de 1º de outubro de 2023 a 30 de setembro de 2024, foi divulgado um mês antes da posse de Donald Trump, cuja campanha se centrou em uma retórica anti-imigração e em críticas à administração de Joe Biden, acusado por ele de ser frouxo em questões fronteiriças. Os números oficiais mostram, entretanto, que, no ano fiscal de 2024, o número de deportações foi maior do que em qualquer ano do primeiro mandato de Trump. O republicano prometeu iniciar ações massivas de deportação a partir de 20 de janeiro, quando assumirá a Presidência, e designou figuras conhecidas por posições rígidas contra a imigração para liderar a tarefa. Estima-se que entre 11 e 15 milhões de imigrantes vivam nos EUA sem documentação adequada. Muitos são essenciais para setores como agricultura, construção civil, restaurantes e hotéis, onde formam a maior parte da força de trabalho.

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