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- Milhares de pessoas se reúnem para prestar as últimas homenagens a Charlie Kirk
O assassinato de Kirk desencadeou um debate acalorado sobre a liberdade de expressão nos EUA GLENDALE - Dezenas de milhares de pessoas se reuniram na manhã deste domingo, 21, em frente ao Estádio State Farm, em Glendale, Arizona, para participar do culto em memória do ativista conservador americano Charlie Kirk, assassinado em 10 de setembro enquanto discursava em uma universidade em Utah. Em um estádio lotado, um grupo de gaiteiros abriu formalmente a cerimônia cantando o conhecido hino cristão Amazing Grace. O evento, que contou com a presença do presidente Donald Trump, do vice-presidente J.D. Vance e de vários membros do gabinete, incluindo o secretário de Estado Marco Rubio, o secretário de Defesa Pete Hegseth e o secretário de Saúde Robert F. Kennedy Jr., foi cercado por forte esquema de segurança. Também estava presente Elon Musk, o empresário e ex-assessor de Trump que se distanciou do governo no final de maio passado. A atmosfera dentro e fora do estádio era uma combinação de comício político, culto religioso e cerimônia em memória. Muitos acenaram ou usaram as cores da bandeira americana, usaram bonés MAGA (do slogan político de Trump, "Make America Great Again"), seguraram cartazes, com citações da Bíblia e de Kirk, e crucifixos. Pulseiras comemorativas, faixas com a foto de Kirk e lenços de papel foram colocados em todas as cadeiras. Grupos musicais se divertiram com a chegada dos principais palestrantes do evento. Trechos de antigos discursos de Kirk foram tocados nos alto-falantes. Foi um sinal do impacto e da influência de Kirk sobre seus apoiadores, que viajaram de todos os Estados Unidos e do exterior para homenagear o ativista conservador, visto como um patriota e mártir cristão. Foi também uma indicação de como sua morte galvanizou o apoio da direita ao presidente Trump. Hegseth destacou o ativismo de Kirk na fundação da Turning Point USA, "mas este momento é o ponto de virada para a América", disse o Secretário de Defesa. "Charlie, nós cuidaremos disso. Deus o abençoe." Além de altos funcionários do governo americano, também houve palavras de admiradores e amigos de Kirk. Frank Turek, amigo do ativista que estava a 7,5 metros do local do ataque na Universidade de Utah, disse: "Fizemos tudo o que podíamos para salvar Charlie, mas ele já estava morto." "Ouvi dizer que Charlie não sentiu dor; ele morreu instantaneamente." Embora a organização de Kirk, a Turning Point USA, tenha sede no Arizona, muitos de seus apoiadores vieram de outros estados. Juan e Stephanie Flores chegaram do Tennessee para encontrar amigos que tinham viajado da Califórnia e estavam na fila para entrar no estádio desde as 6h da manhã. "Desistimos, tem gente demais", disse Stephanie. "Tem gente que está aqui desde as 3 ou 4 da manhã." No entanto, ela diz que não ficou chateada. Apontando para a multidão ao redor, ela declarou: "Estou animada ao ver quantas pessoas vieram aqui para homenagear Charlie Kirk. Vejam todos esses jovens, todos eles amam a Deus." Emory, outra participante que conseguiu entrar no estádio, disse que se sentiu atraída pela mensagem de Charlie Kirk porque sua fé é uma "grande parte" de sua vida. "É importante para mim desfrutar da minha fé e pregar o evangelho", disse ela, apontando para o palco, animada com os cânticos de louvor que uma das bandas estava tocando. "Isso é a prova de que (Charlie) ainda consegue unir as pessoas mesmo que não esteja mais aqui." O assassinato de Kirk desencadeou um debate acalorado sobre a liberdade de expressão nos EUA. Ele era um defensor apaixonado desse direito, embora tenha havido uma reação contra qualquer pessoa que critique Kirk ou se oponha às suas opiniões. Professores, funcionários públicos e um famoso apresentador de televisão, Jimmy Kimmel, foram demitidos ou penalizados por comentários que fizeram. Enquanto isso, o governo Trump ameaçou reprimir ativistas e organizações de esquerda, mesmo que não tenham defendido a violência política ou tenham qualquer ligação com o assassinato de Charlie Kirk. ** Com BBC **
- Imigrantes estão há 6 dias em greve de fome em prisão da Lousiana
Cela da Prisão Estadual de Angola que mantém pelo menos 51 imigrantes presos (Foto: Divulgação) ALEXANDRIA - Dezenove pessoas detidas pelo ICE na Prisão Estadual de Angola, unidade recém aberta na Lousiana, completam seis dias de greve de fome nesta segunda-feira, 22, um protesto contra o que descrevem como condições duras e negligentes. Uma declaração conjunta da Southeast Dignity Not Detention Coalition e do National Immigration Project alega que os presos não têm acesso a itens básicos como escovas de dente, papel higiênico e xampu. Os grupos também afirmam que alguns indivíduos com problemas crônicos de saúde não estão recebendo os medicamentos prescritos. "Esses grevistas de fome estão se manifestando corajosamente, sujeitos às retaliações dos guardas do Campo J e colocando suas próprias vidas em risco, para garantir que aqueles ao seu redor recebam os cuidados médicos de que precisam", dizem as entidades. As denúncias revelam ainda que não há acesso a serviços como biblioteca jurídica ou programação religiosa, exigidos pelas normas federais de detenção. No início deste mês, o governador Jeff Landry afirmou que o local abrigava 51 detentos e que poderia receber mais de 400. O prédio — antes usado para presos estaduais de alto risco - foi reformado para receber os "piores dos piores" imigrantes. O acordo atual entre o ICE, o Departamento de Correções da Louisiana e o Gabinete de Segurança Interna e Preparação para Emergências do Governador preve que os estrangeiros detidos sejam mantidos na unidade separados do restante da população carcerária. A Louisiana soma a segunda maior população de imigrantes detidos do país, depois do Texas. Um pequeno aeroporto em Alexandria se tornou o principal ponto de partida para voos de deportação desde que o presidente Donald Trump assumiu a Casa Branca em janeiro. ** Com Agências **
- Trump vai impor taxa de US$100 mil para vistos H-1B
Taxa única passa de US$ 1 mil para US$ 100 mil para captar trabalhadores altamente qualificados (Foto: Ilustração) WASHINGTON - O governo dos Estados Unidos afirmou nesta sexta-feira, 19, que pedirá às empresas que paguem US$ 100 mil para obter vistos H-1B, o que pode representar um grande golpe para o setor de tecnologia, que depende muito de trabalhadores qualificados da Índia e da China. Um funcionário da Casa Branca afirmou que trata-se de uma "taxa única" e não anual como o presidente Donald Trump deixou a entender no momento do anúncio. Além disso, o valor será aplicado somente a novos vistos e não aos atuais portadores do benefício ou a renovações. Desde que assumiu o cargo em janeiro, Trump deu início a uma ampla repressão à imigração, incluindo medidas para limitar algumas formas de imigração legal. A medida para remodelar o programa de visto H-1B representa o esforço mais conhecido de seu governo para reformular os vistos de emprego temporário. "Se você for treinar alguém, treine um dos recém-formados de uma das grandes universidades do nosso país. Treine norte-americanos. Pare de trazer pessoas para ocupar nossos empregos", disse o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick. A ameaça de Trump de reduzir os vistos H-1B se tornou um grande ponto de conflito com o setor de tecnologia, que contribuiu com milhões de dólares para sua campanha presidencial. Os críticos do programa, incluindo muitos trabalhadores do setor de tecnologia dos EUA, argumentam que ele permite que as empresas reduzam os salários e deixem de lado os norte-americanos que poderiam fazer os trabalhos. Por outro lado, os defensores, inclusive o presidente-executivo da Tesla e ex-aliado de Trump, Elon Musk, dizem que o programa traz trabalhadores altamente qualificados, essenciais para preencher as lacunas de talentos e manter as empresas competitivas. Musk, ele próprio um americano naturalizado nascido na África do Sul, já teve um visto H-1B. Talentos Globais O acréscimo de novas taxas "cria um desestímulo para atrair os talentos mais inteligentes do mundo para os EUA", disse Deedy Das, sócio da empresa de capital de risco Menlo Ventures, no X. "Se os EUA deixarem de atrair os melhores talentos, isso reduzirá drasticamente sua capacidade de inovar e fazer a economia crescer." A medida poderia acrescentar milhões de dólares em custos para as empresas, o que poderia afetar especialmente as empresas de tecnologia menores e as start-ups. A Reuters não conseguiu estabelecer imediatamente como a taxa seria administrada. Lutnick disse que o visto custaria US$100.000 por ano para cada um dos três anos de sua duração, mas que os detalhes "ainda estão sendo considerados". Alguns analistas sugeriram que a taxa pode forçar as empresas a transferir alguns trabalhos de alto valor para o exterior, prejudicando a posição dos Estados Unidos na corrida estratégica pela liderança em inteligência artificial com a China. "No curto prazo, Washington pode ganhar uma bolada; no longo prazo, os EUA correm o risco de tributar sua vantagem inovadora, trocando dinamismo por protecionismo míope", disse Jeremy Goldman, analista da eMarketer. Cerca de dois terços dos empregos garantidos pelo programa H-1B são relacionados à informática, segundo dados do governo, mas os empregadores também usam o visto para trazer engenheiros, educadores e profissionais da área de saúde. Índia A Índia foi o maior beneficiário dos vistos H-1B no ano passado, respondendo por 71% dos beneficiários aprovados, enquanto a China ficou em um distante segundo lugar, com 11,7%, de acordo com dados do governo. No primeiro semestre de 2025, a Amazon.com e sua unidade de computação em nuvem, a AWS, receberam aprovação para mais de 12 mil vistos H-1B, enquanto a Microsoft e a Meta tiveram mais de 5 mil aprovações de vistos H-1B cada. Lutnick disse nesta sexta-feira que "todas as grandes empresas estão de acordo" com os vistos H-1B de US$100 mil por ano. "Já conversamos com elas", disse ele. Muitas das grandes empresas de tecnologia, bancos e consultorias dos EUA não quiseram comentar ou não responderam imediatamente às solicitações de comentários. A embaixada da Índia em Washington e o Consulado Geral da China em Nova York também não responderam imediatamente aos pedidos de comentários. ** Com Reuters **
- Czar da fronteira escapa de acusação de receber suborno de US$50 mil
Tom Homan foi presença marcante durante campanha eleitoral que elegeu Donald Trump (Foto: Arquivo) WASHINGTON - O "czar de fronteira" Tom Homan aceitou um pacote de US$50 mil de um agente disfarçado do FBI no ano passado em uma investigação de suborno do Departamento de Justiça dos Estados Unidos que foi encerrada, disseram duas fontes familiarizadas com o assunto neste domingo, 21. No suposto esquema, Homan prometeu contratos governamentais relacionados à imigração quando entrou para o governo Trump em troca do dinheiro, disseram as fontes, falando sob anonimato para discutir investigações não públicas. O diretor do FBI, Kash Patel, ordenou o encerramento da investigação durante o verão, disse uma das fontes. Não foi possível entrar em contato com Homan para comentar o tema. "Esse assunto teve origem no governo anterior e foi submetido a uma análise completa por agentes do FBI e promotores do Departamento de Justiça. Eles não encontraram nenhuma evidência confiável de qualquer irregularidade criminal", disse Patel e o procurador-geral adjunto Todd Blanche em um comunicado no domingo. "Os recursos do Departamento devem permanecer concentrados em ameaças reais ao povo norte-americano, não em investigações sem fundamento. Como resultado, a investigação foi encerrada" A investigação sobre Homan começou por volta de agosto de 2024, perto do final do governo do ex-presidente norte-americano Joe Biden e resultou de uma apuração de segurança nacional separada, disse uma das fontes à Reuters. Nessa investigação não relacionada, o alvo repetidamente mencionou Homan, dizendo que ele estava coletando subornos em troca de futuros contratos com o governo, disseram as duas fontes. Uma operação secreta foi montada, e Homan foi flagrado em uma gravação aceitando um suborno de US$ 50 mil em uma sacola da rede de restaurantes Cava, disseram as fontes. Homan supervisiona a campanha do governo Trump de deportações em massa de pessoas que estão no país ilegalmente. A Casa Branca disse que ele não esteve envolvido na concessão de nenhum contrato. "Ele é um policial de carreira e servidor público de longa data que está fazendo um trabalho fenomenal em nome do presidente Trump e do país", defendeu Abigail Jackson, vice-secretária de imprensa da Casa Branca, em um comunicado. Uma investigação de júri sobre Homan no Distrito Oeste do Texas ainda estava em seus estágios iniciais quando Trump retornou à Casa Branca em janeiro, revelaram as fontes. Homan foi funcionário do ICE durante o governo do presidente Barack Obama e seu diretor interino durante o primeiro mandato de Trump. Durante os quatro anos de Trump fora do poder, Homan dirigiu um negócio de consultoria para ajudar empresas a obter contratos governamentais relacionados à imigração. Na operação gravada, Homan afirmou que manteria o dinheiro do suborno em um fundo até completar seu serviço no governo Trump, disse uma das fontes. A investigação agora encerrada sobre Homan foi relatada anteriormente pela MSNBC. ** Com Reuters **
- Homem morre em montanha-russa da Universal de Orlando
Vítima foi encontrada desacordada e declarada morta no hospital ORLANDO - Um homem morreu na quarta-feira, 17, após sofrer “múltiplos ferimentos por impacto contundente” durante um passeio em uma montanha-russa do novo parque temático da Universal Studios, em Orlando. De acordo com as autoridades, Kevin Rodriguez Zavala, de 32 anos, foi encontrado inconsciente Stardust Racers, do complexo Universal's Epice Universe inaugurado em maio. Policiais que estavam de folga socorreram a a vítima que foi declarada morta no hospital. À NBC News, o legista responsável pelo caso informou que a causa da morte foi “múltiplos ferimentos por impacto contundente”. Um porta-voz da Universal lamentou o caso e disse que o parque está cooperando com as investigações. “Estamos devastados por este trágico acontecimento e expressamos as nossas mais sinceras condolências aos entes queridos do hóspede”, disse em um comunicado. A Stardust Racers está temporariamente fechada. ** Com Agências **
- EUA aumentam grau de dificuldade de teste para obter a cidadania
A partir de outubro, o teste vai ter 128 questões; atualmente são 100 WASHINGTON - Os Estados Unidos vão restabelecer uma prova de cidadania mais rigorosa, com perguntas mais complexas do que a versão atual. O novo questionário será aplicada àqueles que apresentarem seus pedidos a partir de 20 de outubro, de acordo com um comunicado do Serviço de Imigração e Naturalização (USCIS). Matthew Tragesser, porta-voz do USCIS, afirma que o teste revisado garantirá que os novos cidadãos sejam "totalmente assimilados e contribuam para a grandeza da América. Essas mudanças cruciais são as primeiras de muitas". Com a nova prova, os candidatos terão que acertar 12 das 20 questões, em vez de 6 das 10. O banco de questões possíveis foi expandido de 100 para 128, e também apresenta menos perguntas com respostas simples — que anteriormente poderia ser de uma palavra. No final de seu primeiro mandato, Trump implementou um teste revisado, que vigorou de 1º de dezembro de 2020 a 30 de abril de 2021, quando o governo do democrata Joe Biden o descartou. Uma das perguntas inseridas na primeira versão Trump era: "Por que os Estados Unidos entraram na Guerra do Vietnã?" com o gabarito "para impedir a disseminação do comunismo". Respostas também foram alteradas. Para a questão "Quem um senador dos EUA representa?", a resposta era "todas as pessoas do Estado"; no teste introduzido em dezembro de 2020, passou a ser "cidadãos" do Estado. A diferença entre o teste atual e o que está sendo introduzido agora é que os agentes serão obrigados a fazer perguntas somente até que o candidato seja aprovado ou reprovado. Portanto, se a pessoa responder às 12 primeiras perguntas corretamente, ele ou ela não precisará continuar respondendo às 20 perguntas. Joseph Edlow, diretor do USCIS, disse em julho que o processo era muito fácil. "O teste, como está apresentado atualmente, não é muito difícil", avaliou Edlow em entrevista ao The New York Times. "É muito fácil memorizar as respostas. Não acho que estejamos realmente de acordo com o espírito da lei." A taxa de aprovação atual na prova para obtenção da cidadania, de acordo com o USCIS, é de 91%. Os candidatos têm duas chances de passar no teste antes de precisarem reiniciar o processo de inscrição do zero. ** Com NYT **
- Corte impede Trump de acabar com proteção de venezuelanos
WASHINGTON - Um tribunal federal de recursos dos Estados Unidos rejeitou essa semana uma tentativa do governo Trump de anular a ordem de um juiz que considerou ilegal a revogação das proteções temporárias contra deportação concedidas a 600 mil venezuelanos que vivem nos EUA. Um painel de três juízes do 9º Tribunal de Apelações do Circuito, sediado em San Francisco, em uma decisão na noite de quarta-feira, recusou-se a pausar a decisão de um juiz em 5 de setembro, que determinou que a secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, não tinha autoridade para encerrar o programa, conhecido como Status de Proteção Temporária (TPS). Em tempo: O TPS está disponível para pessoas cujo país de origem tenha passado por um desastre natural, conflito armado ou outro evento extraordinário. Ele fornece aos imigrantes qualificados autorização de trabalho e proteção temporária contra deportação. "A revogação e o término do Status de Proteção Temporária da Venezuela desorganizaram o futuro desses cidadãos venezuelanos e os expuseram a um risco substancial de remoção indevida, separação de suas famílias e perda de emprego", afirmou o painel. O Departamento de Justiça disse que, se a suspensão fosse negada, poderia levar o caso à Suprema Corte, que em maio suspendeu uma liminar anterior emitida por Chen e abriu caminho para que o governo encerrasse as proteções temporárias para cerca de 348 mil dos venezuelanos em questão. Tricia McLaughlin, porta-voz do Departamento de Segurança Interna, disse em um comunicado que a decisão do 9º Circuito "é nada menos que um desafio aberto à Suprema Corte dos EUA". O governo alegou que a decisão da Suprema Corte de maio significava que a última decisão de Chen deveria ser igualmente suspensa. "Felizmente para nós, e para todos os norte-americanos, o Nono Circuito não é a última parada", disse McLaughlin. ** Com Reuters **
- Trump diz que TVs que o criticam podem 'talvez' perder concessão
WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu que algumas redes de TV deveriam ter suas licenças retiradas, ao manifestar seu apoio ao órgão regulador de radiodifusão em uma disputa sobre a suspensão do apresentador de TV Jimmy Kimmel. A rede de televisão ABC retirou o programa do comediante do ar por tempo indeterminado após seus comentários sobre o assassinato do influenciador conservador Charlie Kirk enquanto ele discursava na Universidade Utah Valley em 10 de setembro. A emissora cancelou o programa depois que a Comissão Federal de Comunicações (FCC, na sigla em inglês), liderada por um indicado de Trump, ameaçou tomar medidas regulatórias, levantando preocupações de que o governo Trump esteja restringindo a liberdade de expressão de seus críticos. Licença revogada Ao falar sobre o assunto com repórteres a bordo do avião presidencial na quinta-feira, 19, quando voltava de uma visita de Estado ao Reino Unido, Trump sugeriu que "talvez a licença devesse ser retirada" de veículos de comunicação. "Li em algum lugar que as redes estavam 97% contra mim, novamente, 97% negativas, e mesmo assim eu ganhei facilmente [na eleição do ano passado]", observou o presidente. "Eles só me dão publicidade ruim. Quer dizer, eles ganharam uma licença. Eu acho que talvez a licença deles devesse ser retirada." O que Kimmel disse Em um monólogo no seu programa de TV na segunda-feira, Kimmel disse que a "gangue Maga" [em referência ao Make America Great Again, o movimento político conservador de Trump] estava "tentando desesperadamente caracterizar esse rapaz que assassinou Charlie Kirk como algo diferente de um deles" e tentando "ganhar pontos políticos com isso". Ele também comparou a reação de Trump à morte de seu aliado político de 31 anos a "como uma criança de quatro anos lamenta a morte de um peixinho dourado". Kimmel condenou o ataque e enviou "amor" à família Kirk logo após o assassinato. Ameaça Juristas dizem que a primeira emenda da Constituição dos EUA, que protege a liberdade de expressão, impediria a FCC de revogar licenças devido a divergências políticas. Mas Joe Strazullo, ex-roteirista do Jimmy Kimmel Live!, disse à BBC que havia uma atmosfera de medo entre os roteiristas do programa. "É de partir o coração ver a ameaça de eles ficarem sem trabalho", disse. "Ninguém sabe exatamente o que está acontecendo ainda, e eles estão resolvendo as coisas nos bastidores." O presidente da FCC, Brendan Carr, acusou Kimmel de ter "a conduta mais doentia possível" e disse que empresas como a ABC, de propriedade do grupo Disney, poderiam "encontrar maneiras de mudar sua conduta e tomar medidas... ou haverá mais trabalho para a FCC". "Continuaremos responsabilizando essas emissoras pelo interesse público — e se as emissoras não gostarem dessa solução simples, elas podem entregar sua licença à FCC", disse Carr à rede conservadora Fox na quinta-feira. A FCC tem poder regulatório sobre as principais redes, como a ABC, bem como sobre as emissoras locais que transmitem o seu conteúdo. Proprietários das transmissoras locais também podem influenciar as principais redes, recusando-se a transmitir programas. Suspensão A suspensão de Kimmel foi anunciada logo após a Nexstar Media, uma das maiores donas de emissoras de TV dos EUA, dizer que não transmitiria o programa do apresentador "no futuro próximo", pois seus comentários foram "ofensivos e insensíveis". Carr elogiou a Nexstar — que atualmente está buscando a aprovação da FCC para uma fusão de US$ 6,2 bilhões com outra empresa de mídia, a Tegna — e disse que espera que outras emissoras sigam seu exemplo. Apoio a Kimmel e indignação Escritores, atores e democratas proeminentes condenaram a suspensão de Kimmel. O ex-presidente dos EUA, Barack Obama, disse que o governo Trump levou a cultura do cancelamento a um "nível novo e perigoso ao ameaçar rotineiramente com ações regulatórias as empresas de mídia, a menos que elas amordacem ou demitam repórteres e comentaristas dos quais não gostam". Apresentadores de programas noturnos se uniram em apoio a Kimmel. Em um raro episódio do The Daily Show no meio da semana, o comediante Jon Stewart zombou da restrição à liberdade de expressão sob o atual governo. Stewart descreveu a si mesmo como um "apresentador patrioticamente obediente" e seu programa como "em conformidade com o governo". Em seguida, referiu-se a Trump como um "querido líder" que vem "agraciando a Inglaterra com seu lendário calor e esplendor". Em um segmento posterior de seu programa, Stewart entrevistou Maria Ressa, que recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 2021 por sua luta pela liberdade de expressão e democracia nas Filipinas durante o governo do ex-presidente Rodrigo Duterte. O que está acontecendo nos EUA é "idêntico ao que aconteceu nas Filipinas", disse Ressa. "É tanto déjà vu quanto Transtorno de Estresse Pós-Traumático." O ator Ben Stiller disse que o que aconteceu com Kimmel "não está certo". A estrela da série Medíocres, Jean Smart, disse que ficou "horrorizada com o cancelamento". "Isso é censura descarada", disse Stephen Colbert em seu programa rival na CBS. "Com um autocrata, você não pode ceder um centímetro." A CBS anunciou em julho que não renovaria o programa de Colbert, alegando que isso se devia a pressões financeiras. O Writers Guild of America e o Screen Actors Guild, dois sindicatos de Hollywood, condenaram a suspensão de Kimmel como uma violação dos direitos constitucionais de liberdade de expressão. Mas outros sustentaram que a FCC e a ABC agiram adequadamente. "Quando uma pessoa diz algo que muitas pessoas consideram ofensivo, rude e idiota em tempo real e depois é punida por isso, isso não é cultura do cancelamento", disse Dave Portnoy, fundador da empresa de mídia Barstool Sports. "Isso são consequências para suas ações." O apresentador do programa noturno Fox, Greg Gutfeld, argumentou que Kimmel havia "deliberada e enganosamente" culpado os "aliados e amigos" de Kirk por sua morte. O apresentador britânico Piers Morgan disse que Kimmel causou "indignação compreensível em toda a América", acrescentando: "Por que ele está sendo tratado como uma espécie de mártir da liberdade de expressão?" Entretanto, uma das colegas de Carr na FCC, a democrata Anna Gomez, criticou a posição do regulador. Ela disse que "um ato indesculpável de violência política por parte de um indivíduo perturbado nunca deve ser explorado como justificativa para censura ou controle mais amplo". ** Com BBC **
- Promotor pede pena de morte para o suspeito de matar Charlie Kirk
Homicídio qualificado é um dos crimes pelos quais Tyler Robinson vai responder OREM - A promotoria de Utah anunciou na tarde desta terça-feira, 16, o indiciamento de Tyler Robinson por sete crimes no assassinato de Charlie Kirk, ativista conservador e aliado do presidente americano Donald Trump. O promotor Jeff Gray anunciou mais acusações do que o previsto inicialmente. Além do homicídio qualificado e disparo criminoso de arma de fogo, o acusado de 22 anos também responderá por duas acusações de manipulação de testemunha, duas de obstrução de justiça e uma por crime violento cometido na presença de uma criança. Cercado por cerca de 20 pessoas do gabinete da promotoria e do xerife local, Gray afirmou que vai buscar a pena de morte. "Não tomo essa decisão de ânimo leve", disse. Na coletiva de imprensa, o promotor detalhou as horas entre o tiroteio e a rendição de Robinson. Mensagens e depoimentos lidos pelo promotor mostram que pessoas próximas ao acusado pareceram surpresas pelas supostas ações dele. Os pais de Robinson, por exemplo, passaram a suspeitar do envolvimento do filho no ataque e o convenceram a se entregar com ajuda de um amigo da família, segundo a promotoria. O pai do acusado relatou uma conversa em que o filho comentou sobre a visita de Kirk à Utah Valley University. Robinson teria dito que o local era um "espaço estúpido" para o evento e acusou Kirk de espalhar ódio. O pai suspeitou ao ver fotos de câmeras de segurança, acreditando que o rifle se parecia com uma arma que havia dado ao filho. Ele pediu, por mensagem, uma foto da arma, mas Robinson não respondeu. Na ligação seguinte, o filho sugeriu que tiraria a própria vida, mas acabou convencido a ir até a casa dos pais. Lá, insinuou que era o atirador e disse querer "acabar com tudo" em vez de ir para a prisão. Também foram lidas mensagens entre Robinson e seu colega de quarto. O acusado teria pedido ao amigo que olhasse sob o teclado, onde havia deixado um bilhete: "Tive a oportunidade de eliminar Charlie Kirk, e vou fazê-lo". Na sequência, ele teria dito que já estava "farto do ódio [de Kirk]" e pediu ao colega que apagasse as conversas e não comentasse sobre suas supostas ações. Em outras mensagens ao colega, Robinson afirmou que "esperava manter esse segredo" até morrer de velhice. Suspeito teria confessado crime no Discord Robinson teria assumido a responsabilidade pelo disparo na plataforma de mensagens Discord. Segundo o porta-voz da plataforma, Robinson enviou mensagens a amigos em um bate-papo no Discord horas antes de ser preso, na semana passada, em conexão com o ataque a Kirk durante "Fui eu na UVU ontem. Sinto muito por tudo isso", dizia uma mensagem de uma conta que supostamente pertencia a Robinson, de acordo com o porta-voz e uma fonte policial. Segundo relatos, Robinson foi questionado no grupo se era o autor dos disparos, o que ele não teria negado, e um dos participantes chegou a brincar dizendo que ele deveria evitar o McDonald's — local onde foi preso Luigi Mangione, acusado de assassinar Brian Thompson, CEO da UnitedHealthcare. Mensagens da conta atribuída a Robinson também indicam que ele planejava se entregar. "Vou me entregar a um amigo xerife em alguns instantes, obrigado por todos os bons momentos e risadas, vocês foram incríveis, obrigado por tudo", dizia uma delas. As mensagens no Discord, que seriam de Robinson, foram relatadas primeiro pelo jornal americano Washington Post e teriam sido escritas e publicadas no fim da caçada ao assassino de Kirk, que durou mais de um dia. O porta-voz afirmou que uma investigação interna não encontrou "nenhuma evidência de que o suspeito tenha planejado o incidente ou promovido violência no Discord". Na terça-feira, o diretor do FBI, Kash Patel, disse em uma audiência no Congresso que os investigadores irão interrogar membros do grupo no Discord em que Robinson participava. Ele declarou que conversariam com "todos e qualquer um envolvido naquele bate-papo do Discord" e que "seguiriam todas as pistas possíveis". Crime Kirk, de 31 anos, discursava na Utah Valley University na quarta-feira, 10, em um evento ao ar livre organizado pela Turning Point USA, a organização que ele cofundou, quando foi atingido no pescoço por um único disparo. O assassinato do ativista e influenciador de direita provocou indignação, com democratas e republicanos se acusando mutuamente de disseminar discursos de ódio, e iniciou a caçada pelo autor. Os investigadores tentam estabelecer a motivação do crime. Registros públicos consultados pela BBC mostram que ele havia se registrado como eleitor independente, ou sem filiação partidária, em Utah. Já seus pais são filiados ao Partido Republicano, segundo registros estaduais. Investigadores também analisam as contas de redes sociais usadas por Robinson, segundo a CBS, em busca de indícios de que alguém soubesse ou tivesse incentivado o ataque com antecedência. Um dos principais assessores de Donald Trump, o vice-chefe de gabinete Stephen Miller, alegou que houve uma campanha organizada por trás do assassinato, mas até o momento não foram apresentadas provas de que Robinson tenha atuado em grupo. Quem era Charlie Kirk Kirk, cristão devoto, era um forte defensor do direito ao porte de armas, se opunha veementemente ao aborto, criticava os direitos de pessoas trans e gays e divulgava alegações falsas sobre a covid-19. Seus apoiadores diziam que ele era acessível, entendia suas preocupações e conseguia debater de forma respeitosa com quem discordava. Mas suas posições atraíam duras críticas de liberais, que consideravam seus comentários profundamente ofensivos a alguns grupos minoritários, incluindo pessoas LGBT e muçulmanos. A Turning Point USA, cofundada por Kirk, tinha como objetivo disseminar ideias conservadoras em universidades de tendência liberal nos EUA e desempenhou papel fundamental para mobilizar eleitores em favor de Trump e outros candidatos republicanos na eleição do ano passado. ** Com BBC **
- Jovens americanos processam Trump por mudança climática
Eventos climáticos estão ganhando cada vez mais fortes (Foto: Arquivo) WASHINGTON - Um grupo de jovens americanos disse nesta terça-feira, 16, que o apoio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à indústria de combustíveis fósseis está passando por cima de seus direitos inalienáveis. Ar poluído, lares ameaçados por inundações e calor debilitante são citados no processo. Lighthiser vs. Trump é um caso emblemático de uma tendência mundial de processos judiciais para forçar ações contra a crise climática, diante da inércia política ou da resistência dos dirigentes. A ação contesta decretos do governo Trump para fomentar os combustíveis fósseis às custas da energia renovável e outras ações como a demissão de cientistas ou a retirada de relatórios críticos. "A Constituição dos Estados Unidos protege contra abusos do Poder Executivo por uma ordem executiva que prive crianças e jovens de seus direitos fundamentais à vida e suas liberdades? ", questionou Julia Olsons, advogada principal dos 22 demandantes, durante uma audiência nesta terça-feira, 16, em um tribunal de Montana. Michael Sawyer, representante do governo Trump, classificou o caso de "antidemocrático". Os jovens demandantes, representados pela organização sem fins lucrativos Our Children's Trust, descreveram como a mudança climática está mudando suas vidas. Uma adolescente de Montana relatou como sua família se viu forçada a abandonar sua casa, vítima de um incêndio. Outro demandante, Joseph Lee, de 19 anos, lembrou os incêndios florestais na Califórnia no ano passado que destruíram a casa de um amigo. "Um futuro melhor é possível", disse Lee, que foi hospitalizado por um golpe de calor que quase lhe causou insuficiência dos órgãos. O processo busca uma ordem preliminar que poderia abrir as portas para um julgamento completo. O governo federal, junto com 19 estados de inclinação conservadora e o território de Guam, quer que o caso seja desconsiderado, mas não convocou suas testemunhas. Apesar de os demandantes terem conseguido uma vitória em nível estadual, o julgamento pode ser levado à Suprema Corte, de maioria conservadora. ** Com AFP **
- ICE planeja quase dobrar seu efetivo
ICE não exige qualificação profissional de agentes de deportação WASHINGTON - O ICE planeja praticamente duplicar seu efetivo, após receber mais de 150 mil solicitações de emprego, anunciou nesta terça-feira, 16, o Departamento de Segurança Nacional (DHS) em um comunicado. "O ICE recebeu mais de 150 mil solicitações de americanos patriotas", diz a nota, citando a secretária Kristi Noem. "Já emitimos mais de 18 mil ofertas de trabalho provisórias", acrescenta. Isso significa praticamente duplicar a força atual do ICE, que segundo seu próprio site conta com 21 mil funcionários, incluindo agentes em campo e pessoal administrativo. O combate à imigração ilegal é um dos pilares do segundo mandato do presidente Donald Trump. O republicano assinou uma série de decretos presidenciais, alguns pendentes de revisão judicial, para impedir a entrada no país de pessoas sem documentação, principalmente através da fronteira sul. A mobilização sem precedentes de tropas ao longo de mais de 3 mil km de fronteira com o México conseguiu praticamente reduzir ao mínimo os cruzamentos ilegais, após quatro anos de recordes de entradas durante a presidência anterior, do democrata Joe Biden. Em paralelo, o DHS implementou dezenas de milhares de agentes do ICE por todo o país, em uma campanha intensa de prisões que inclui batidas em empresas e locais públicos. Essas operações foram denunciadas por organizações de defesa dos direitos civis e pela oposição democrata. A Suprema Corte confirmou na semana passada que o ICE pode deter supostos indocumentados com base em indícios como língua ou aparência física em certos bairros de Los Angeles, onde a população é majoritariamente estrangeira. Para respaldar as operações contra a imigração ilegal, o Congresso, de maioria republicana, aprovou recentemente um substancial pacote orçamentário para aumentar os recursos do ICE e da polícia de fronteira. O ICE propõe condições atraentes para ingressar na corporação, segundo o comunicado: um bônus inicial de até US$50 mil, a possibilidade de solicitar o perdão de empréstimos estudantis e melhores condições de aposentadoria. O número de imigrantes irregulares que conseguiram cruzar a fronteira nos últimos anos é objeto de debate, mas segundo alguns especialistas, entre 8 e 10 milhões de pessoas entraram nos Estados Unidos. ** Com AFP**
- Mãos ao alto: Corte da Flórida autoriza porte visível de arma
Medida pode ser reprimida em alguns condados (Foto: Ilustração Arquivo) TALLAHASSEE - Os residentes da Flórida já podem carregar armas de fogo à vista do público após a Primeira Corte Distrital de Apelação derrubar uma decisão de 40 anos que proibia o porte ostensivo. A medida levanta mais uma vez o debate sobre a possibilidade do crescimento da violência urbana. O procurador geral, James Uthmeier, diferente da sua antecessora, disse que não vai recorrer da decisão e emitiu um guia na segunda-feira, 15, para as polícias e as promotorias não violarem os direitos do cidadão. Uthmeier fez seu pronunciamento em meio a uma discussão entre as agências policiais sobre como lidariam com incidentes de porte visível de arma. Enquanto o gabinete do xerife de Jacksonville disse que não vai parar nem prender quem exibir uma arma abertamente, a delegacia do Condado de Pinellas afirmou que a decisão não se aplicava a todo o Estado. O procurador-geral escreveu que "a prudência aconselha que promotores e agentes da lei também se abstenham de prender ou processar cidadãos cumpridores da lei portando arma de fogo visível a terceiros". A decisão da semana passada decorreu da prisão de Stan McDaniels após ele exibir o coldre de sua arma durante uma celebração 4 de julho de 2002. O americano, que possuía porte de arma oculto, disse à polícia que queria que seu caso fosse levado à Suprema Corte. Para a Primeira Corte Distrital de Apelação, não há uma justificativa para a proibição ampla do porte de armas, seguindo a linha de interpretação da Suprema Corte dos EUA em casos recentes sobre a Segunda Emenda. O tribunal destaca que isso significa que direito de portar uma arma "deve ser regulado de forma razoável". As restrições ao porte velado, limites de idade e regras específicas para determinados locais continuam válidas. Uthmeier enfatizou em suas orientações que outras leis sobre armas permanecem em vigor, incluindo uma que proíbe o porte de armas em tribunais, bares, escolas e campi universitários. O procurador-geral afirmou ainda que alguém armado pode ser acusado criminalmente caso se recuse a sair após ser solicitado a fazê-lo por um dono ou responsável por propriedade privada. Os grandes parques temáticos da Flórida, como o Disney World por exemplo, proíbem armas em suas dependências. "Quando a gente chega à Flórida para morar, vindo de outro estado americano, as pessoas falam que não devemos jamais discutir no trânsito porque muitas pessoas carregam armas no porta-luvas. Isso já assustava, imagina agora quando alguém já vai estar armado ao seu lado", critica o brasileiro Nilo Satiago. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com ) .
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