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  • Prefeito de Nova York desiste de disputar reeleição

    NOVA YORK - O prefeito de Nova York, Eric Adams, anunciou neste domingo, 28, que encerrou sua campanha para a reeleição. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o democrata falou com orgulho sobre suas conquistas à frente da prefeitura, incluindo uma queda nos crimes violentos. “Apesar de tudo o que conquistamos, não posso continuar minha campanha de reeleição”, disse Adams. O prefeito disse que a “especulação constante da mídia” sobre seu futuro e a decisão do conselho de finanças de campanha da cidade de reter financiamento público para seu esforço de reeleição tornaram impossível permanecer na disputa. A decisão do democrata ocorre dias depois de ele ter dito que permaneceria na disputa porque nova-iorquinos não “se rendem”. A campanha de Adams foi gravemente ferida pelas suspeita de envolvimento dele em um caso federal de suborno (agora arquivado) e pela raiva liberal em relação ao bom relacionamento entre ele e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Ele havia evitado a primária democrata e entrado na cédula como independente. No vídeo, Adams não mencionou diretamente nem endossou nenhum dos candidatos restantes na disputa. Ele também alertou que “o extremismo está crescendo em nossa política”. “Grandes mudanças são bem-vindas e necessárias, mas cuidado com aqueles que afirmam que a resposta é destruir o próprio sistema que construímos ao longo de gerações”, disse. “Isso não é mudança, isso é caos. Em vez disso, exorto os eleitores a escolherem líderes não pelo que prometem, mas pelo que entregaram.” O novo cenário da eleição pode aumentar as chances do ex-governador de Nova York, Andrew Cuomo, um colega centrista que se retratou como o único candidato potencialmente capaz de vencer o indicado do Partido Democrata, o membro da Assembleia Estadual Zohran Mamdani. Mamdani, que, aos 33 anos, seria o prefeito mais jovem e mais liberal da cidade em gerações se eleito, venceu Cuomo de forma decisiva na primária democrata, fazendo campanha com a promessa de tentar reduzir o custo de vida em uma das cidades mais caras do mundo. O republicano Curtis Sliwa também permanece na disputa, embora sua candidatura tenha sido prejudicada por seu próprio partido; Trump em uma entrevista recente o chamou de “não exatamente ideal”. A governadora de Nova York, Kathy Hochul, que endossou Mamdani, disse em um comunicado após o anúncio do prefeito que estava orgulhosa de ter trabalhado com Adams nos últimos quatro anos e que ele deixa a cidade “melhor do que a herdou”. ** Com Agências **

  • Atirador abre fogo com rifle de assalto, incendeia igreja mórmon e mata quatro nos Michigam

    GRAND BLANC - Um homem de cerca de 40 anos lançou o carro contra uma igreja mórmon em Grand Blanc, no Michigan, e abriu fogo contra religiosos durante um culto dominical, matando pelo menos quatro pessoas, antes de atear fogo no templo por volta das 10h30 do domingo, 28. O atirador, identificado como o ex-fuzileiro naval dos Estados Unidos Thomas Jacob Sanford, lançou o próprio carro contra o templo da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e começou a disparar contra as pessoas reunidas no local com um rifle de assalto. Autoridades informaram que ao menos dez pessoas foram alvejadas. Uma pessoa morreu no local, enquanto a segunda faleceu no hospital. Outros dois corpos foram recuperados dos escombros da igreja incendiada e as buscas por outras vítimas continuam. O atirador foi abatido após uma troca de tiros com a polícia, de acordo com o delegado William Renye. Uma investigação está em curso descobrir o motivo do ataque. O presidente Donald Trump qualificou o ataque como "horrendo". Em uma publicação na rede social Truth Social, ele afirmou que o atentado parecia "ser mais um direcionado a cristãos nos Estados Unidos". ** Com Agências **

  • Trump anuncia novas tarifas sobre medicamentos, caminhões e móveis

    Taxação de 100% dos remédios causa preocupação entre especialistas WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma nova onda de tarifas na noite de quinta-feira, 25, com vigência prevista a partir de 1º de outubro. Entre os produtos que serão taxados estão medicamentos, alvo de alíquotas de 100%, armários de cozinha e banheiro (50%), mobiliários estofados (30%) e caminhões pesados (25%). A medida foi comunicada por Trump em três posts compartilhados em seu perfil na Truth Social, sua rede social, a despeito dos apelos feitos por empresas americanas para que a Casa Branca não impusesse mais tarifas a importações. "A razão para isso é a 'INUNDAÇÃO' em larga escala desses produtos nos Estados Unidos por outros países", escreveu o republicano ao falar sobre os produtos da indústria moveleira. As novas taxas sobre armários de cozinha e banheiro e mobiliário estofado, segundo o republicano, foram uma resposta aos níveis elevados de importação desses produtos, o que, na visão do presidente americano, estaria prejudicando fabricantes nacionais. No caso de remédios, Trump afirmou que farmacêuticas que construirem fábricas em solo americano ficam isentas da taxação. A tarifa sobre caminhões pesados, por sua vez, ​​teria como objetivo resguardar fabricantes americanos da "concorrência externa desleal" e ajudaria a impulsionar empresas locais como Peterbilt e Mack Trucks. Essas compahias "estarão protegidas do ataque de interrupções externas", escreveu Trump. Em um documento publicado em maio, a Câmara de Comércio dos EUA chegou a desaconselhar a Casa Branca quanto à imposição de tarifas sobre caminhões, argumentando que muitas peças usadas na produção desses veículos são provenientes "em sua grande maioria" de locais como México, Canadá, Alemanha, Finlândia e Japão. Esses países, segundo a organização, são "aliados ou parceiros próximos dos EUA, não representando nenhuma ameaça à segurança nacional". México e Canadá estão entre os maiores fornecedores de peças para caminhões médios e pesados para a indústria americana, respondendo por mais da metade do total das importações dos EUA no setor no ano passado, ainda conforme a análise. O relatório alertava que seria "impraticável" esperar que muitas dessas peças passassem a ser negociados por fornecedores locais, com a possibilidade de aumento de custos para o setor. Trump anunciou em julho tarifas abrangentes sobre os produtos exportados por mais de 90 países aos EUA. A política protecionista foi uma promessa de campanha do republicano, que acredita que ela seja um caminho para impulsionar a geração de empregos e a indústria americana. As novas tarifas favorecem os produtores nacionais, mas são "terríveis" para os consumidores, já que provavelmente virão acompanhadas de aumento de preços, avalia a especialista em comércio Deborah Elms, da empresa de pesquisa Hinrich Foundation. Do ponto de vista da gestão Trump, Elms pondera que a taxação de produtos de setores específicos podem servir como uma espécie de plano B do governo para garantir a arrecadação, já que o tarifaço mais amplo sobre parceiros comerciais dos EUA tem sido questionado por diversas empresas e entidades na Justiça americana. ** Com BBC **

  • Ex-diretor do FBI James Comey é indiciado por falso testemunho nos EUA

    James Comey foi demitido no primeiro mandato de Donald Trump WASHINGTON - Os Estados Unidos indiciaram nesta quinta-feira, 25, o ex-diretor do FBI, James Comey, por crimes de fazer declarações falsas e obstrução da justiça. As acusações surgem poucos dias depois de Trump ter solicitado publicamente à procuradora-geral Pam Bondi que tomasse medidas contra Comey e outros adversários políticos. Após a informação se tornar pública, Bondi fez um post na rede social X, sem citar o nome de Comey, dizendo que “ninguém está acima da lei”. "Ninguém está acima da lei. A acusação de hoje reflete o compromisso deste Departamento de Justiça em responsabilizar aqueles que abusam de posições de poder por enganar o povo americano. Acompanharemos os fatos deste caso", diz a publicação. Trump e Comey mantêm divergências desde o início do primeiro mandato do presidente, em 2017. O republicano demitiu o adversário do cargo do FBI dias depois do ex-diretor confirmar publicamente que o presidente estava sob investigação devido às conexões de sua campanha eleitoral com a Rússia. ** Com AFP **

  • Trump alerta sobre paralisação do governo enquanto Casa Branca ameaça com demissões

    Serviços federais não essenciais podem parar no dia 1 de outubro (Foto: Arquivo) WASHINGTON - A Casa Branca ameaça realizar demissões em massa de funcionários públicos diante da recusa da oposição democrata de prorrogar o financiamento federal até o fim de novembro, de acordo com um memorando interno que circulou na quinta-feira, 25. Caso o embate no Congresso continue, o governo federal ficará oficialmente sem dinheiro para pagar os salários de funcionários não essenciais ao final de setembro, uma conjuntura que se repete no cenário político dos Estados Unidos há anos. O Escritório de Gestão e Orçamento (OMB, na sigla em inglês) alertou em um memorando interno que o governo republicano iria além da prática habitual de conceder licenças temporárias como nas paralisações anteriores (shutdown). Os republicanos têm estreitas maiorias na Câmara dos Representantes e no Senado. A prorrogação do financiamento federal já foi aprovada pela Câmara Baixa, mas no Senado, a maioria republicana (53-47) precisa de sete votos democratas para aprovar a lei. O memorando da Casa Branca, obtido pela AFP, adverte que "as agências devem aproveitar esta oportunidade para considerar o envio de avisos de redução de pessoal a todos os funcionários". O termo "redução de pessoal" (Reduction in Force, na sigla em inglês) é o mesmo que o governo Trump utilizou durante as demissões em grande escala realizadas pelo Departamento de Eficiência Governamental (Doge) do magnata Elon Musk no início deste ano. A Casa Branca culpou uma "série de exigências insensatas" dos democratas. "Continuamos esperançosos de que os democratas no Congresso não provocarão uma paralisação e que os passos descritos acima não serão necessários", acrescentou o memorando. "Não seremos intimidados" O líder da minoria democrata na Câmara dos Representantes, Hakeem Jeffries, respondeu à Casa Branca: "vá para o inferno". "Não seremos intimidados pela sua ameaça de realizar demissões em massa", afirmou Jeffries no X, descrevendo o diretor do departamento orçamentário, Russ Vought, como um "operador político maligno". As batalhas do governo em torno do 'shutdown' se tornaram frequentes na política americana sob administrações republicanas e democratas, já que Washington está cada polarizada. Os democratas querem aproveitar este debate para recuperar bilhões de dólares em gastos com saúde pública e educação, algo que os republicanos consideram irrealista, após aprovaram neste ano, a "única e bonita lei" ("one big beautiful bill") que cortou 2 trilhões de dólares (R$ 10,6 trilhões, na cotação atual) em gastos públicos nos próximos dez anos. Trump cancelou uma reunião na terça-feira com líderes democratas no Congresso, afirmando que não se encontraria com eles até que "se tornem realistas" com suas demandas. Ambas as câmaras estão em recesso esta semana e os senadores retornarão na segunda-feira, enquanto corre o tempo para manter o financiamento federal após o fim do ano fiscal. Os republicanos da Câmara dos Representantes advertiram na sexta-feira que seus membros não retornarão antes do prazo final de financiamento, obrigando o Senado a votar novamente e aceitar sua proposta ou enfrentar uma paralisação. O projeto de lei, se aprovado, seria apenas uma solução temporária para financiar as agências federais até 21 de novembro. O Congresso enfrentou um 'shutdown' pela última vez em março, mas os democratas no Senado, liderados pelo veterano Chuck Schumer, acabaram cedendo. ** Com AFP **

  • Trump diz que pode mudar sedes da Copa do Mundo de 2026

    Trump indicou que pode fazer mudanças de última hora WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira, 25, que cogita a possibilidades de mudar algumas das cidades-sedes da Copa do Mundo de 2026 por conta da falta de segurança em algumas cidades. "É uma pergunta interessante, mas vamos garantir que [os torcedores] estejam seguros. [alguns locais] São geridos por lunáticos de esquerda que não sabem o que estão fazendo. A segurança está garantida para a Copa do Mundo. Se eu achar que não, iremos transferir jogos para outras cidades", disse o presidente americano durante uma coletiva no Salão Oval da Casa Branca. "Se acharmos que uma cidade será, mesmo que só um pouco, insegura para a Copa do Mundo ou para os Jogos Olímpicos [em Los Angeles em 2028], mas especialmente para a Copa do Mundo, porque a competição está espalhada por muitas cidades, não deixaremos que os jogos aconteçam e faremos alterações", prosseguiu Trump ao citar estatísticas de crime em Chicago, cidade que não receberá jogos da competição. O torneio será realizado entre Estados Unidos, Canadá e México. Será a primeira edição com 48 seleções, novo formato adotado pela Fifa e a seleção brasileira está garantida na competição. A abertura da Copa do Mundo acontece no dia 11 de junho nas cidades de Guadalajara e Cidade do México, no México. No dia seguinte, os jogos acontecem em Toronto (Canadá) e Los Angeles (EUA). Nos EUA, além de Los Angeles (Califórnia), Boston (Massachusetts), Atlanta (Geórgia), Miami (Flórida), Nova York/ Nova Jersey, Kansas City (Kansas), Dallas e Houston (Texas), Seattle (Washington) e San Francisco (Califórnia) devem ser sede da competição. Agenda oficial da Copa do Mundo 2026 (Foto: Site oficial da FIFA) Maple, Zayu e Clutch Faltando cerca de nove meses da Copa do Mundo de 2026, a Fifa divulgou os mascotes que representarão os países-sede do evento. O alce Maple representa o Canadá, o jaguar Zayu simboliza o México e uma águia careca foi escolhida como símbolo dos Estados Unidos. A Fifa atribuiu posições aos mascotes. O alce Maple é um "artista apaixonado pelo estilo das ruas, entusiasta de música e um goleiro dedicado", que encontrou seu propósito através de "criatividade, resiliência e individualidade sem ressalvas". O jaguar Zayu é uma homenagem á "herança rica e espírito vibrante" do México, um atacante que é "um símbolo de celebração cultural e conexão, carregando o coração do México com orgulho", através de elementos culturais como música e dança. Já Clutch, a águia-careca, joga no meio de campo, "unindo pessoas por onde vai e provando que o verdadeiro voo é repleto de propósito, paixão e brincadeira". Os mascotes também farão parte do universo de games da entidade: em 2026, será lançado o Fifa Heroes, um jogo eletrônico que reunirá lendas do futebol e personagens fictícios em um estilo de fliperama e terá suporte para sistemas operacionais de celulares e tablets (Android e iOS) e de consoles (Nintendo Switch, PlayStation e Xbox). Além disso, será possível selecionar o trio no jogo FIFA Super League Soccer, através do Roblox. ** Com Agências **

  • Aliados de Trump devem controlar TikTok sob novo acordo nos EUA

    WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quinta-feira, 25, uma ordem executiva que estabelece uma proposta de acordo para uma versão americana do TikTok, na qual a participação chinesa seria reduzida a “menos de 20%” e o controle ficaria em mãos de aliados do mandatário. Do Salão Oval, Trump afirmou que essa versão americana da plataforma seria operada por investidores “muito sofisticados”. Entre eles, Larry Ellison, fundador da gigante tecnológica Oracle, o investidor Michael Dell e o magnata da mídia Rupert Murdoch. Acredita-se também que a firma de investimentos Silver Lake Partners e a influente empresa do Vale do Silício Andreessen Horowitz façam parte do acordo. Todos os investidores mencionados são aliados de Trump, embora o presidente tenha insistido em que o aplicativo não seguirá nenhuma linha política. “Cada grupo, cada filosofia, cada política serão tratados de maneira muito equitativa”, garantiu Trump. Embora tenha admitido que, se pudesse, teria transformado a rede social em “100% MAGA” (Make America Great Again), em referência ao movimento que criou. “Mas não vai funcionar dessa maneira, infelizmente.” O republicano confirmou que essa versão americana do TikTok contará com uma espécie de cópia do algoritmo do aplicativo. Esse algoritmo é frequentemente descrito como o “molho secreto” do TikTok, já que ajudou a transformar a plataforma em uma das mais populares do mundo em apenas alguns anos. Um funcionário da Casa Branca disse na segunda-feira que o algoritmo será monitorado “continuamente” para garantir que “não esteja sendo influenciado indevidamente”. A nova estrutura do TikTok atende a uma lei aprovada durante o governo de Joe Biden (2021-2025), que obrigava sua controladora chinesa ByteDance a vender suas operações nos Estados Unidos ou enfrentar a proibição em seu principal mercado. Diversos setores políticos nos Estados Unidos, incluindo o próprio Trump em seu primeiro mandato (2017-2021), advertiram que a China poderia usar o TikTok para extrair dados de cidadãos americanos ou exercer influência por meio de seu avançado algoritmo. O vice-presidente americano J.D. Vance disse que a entidade americana teria um valor de cerca de 14 bilhões de dólares (cerca de 75 bilhões de reais). Acrescentou, no entanto, que caberia, em última instância, aos investidores determinar o preço. Questionado se as autoridades chinesas haviam aprovado o acordo, Trump afirmou que o presidente Xi Jinping deu luz verde durante uma ligação telefônica na semana passada. “[Tenho] grande respeito pelo presidente Xi e agradeço por ter aprovado o acordo”, disse. Pequim, por sua vez, manteve silêncio sobre o acordo. ** Com AFP **

  • Homem que atacou centro do ICE queria 'aterrorizar' agentes migratórios

    DALLAS - O homem que atirou contra um centro de detenção do ICE e matou dois imigrantes em Dallas, no Texas, aparentemente atuou sozinho e buscava "aterrorizar" agentes federais, anunciaram as autoridades nesta quinta-feira, 25. Joshua Jahn, de 29 anos, abriu fogo contra a delagacia no telhado de um prédio vizinho e alvejou um grupo grupo de imigrantes que era conduzido para dentro da unidade. Nenhum agente do ICE foi ferido. Ele se matou em seguida, indicam as investigações. Embora os dois mortos e um ferido são imigrants, o governo afirma que o alvo de Jahn era o ICE. Nancy Larson, procuradora federal interina para o Distrito Norte do Texas, disse em coletiva de imprensa que uma série de anotações encontradas na residência de Jahn detalhavam suas motivações. "Está claro por essas notas que ele estava mirando nos agentes e no pessoal do ICE", disse Larson. "Ele esperava que suas ações aterrorizassem os funcionários do ICE e atrapalhassem seu trabalho", que ele chamou de tráfico humano. O agente especial do FBI Joe Rothrock disse que Jahn aparentemente dedicou meses de planejamento ao ataque e havia comprado legalmente o rifle usado em agosto. "Suas afirmações eram claramente anti-ICE", disse Larson. "Dito isso, não encontramos evidências de pertencimento a nenhum grupo ou entidade específica". O papel central do ICE na ofensiva migratória de Trump gerou fortes críticas da esquerda, pelo uso de agentes armados e mascarados em batidas em locais públicos contra imigrantes sem documentos. O Departamento de Segurança Interna (DHS) afirma que os ataques contra o ICE aumentaram 1.000% desde o início das batidas, no começo do segundo mandato de Trump. Trump culpou pelo ataque em Dallas a retórica contra o ICE vinda dos "Democratas da esquerda radical". Após as batidas migratórias do ICE em Los Angeles, que provocaram distúrbios e protestos no início deste ano, Trump enviou a Guarda Nacional e os Fuzileiros Navais americanos para a cidade californiana. ** Com AFP **

  • Segurança em delegacias do ICE é reforçada após atentado em Dallas

    DALLAS - O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS, na sigla em inglês) determinou na quarta-feira, 24, que a segurança de todas as delegacias do ICE no país sejam reforçadas imediatamente após um ataque a tiros que deixou dois imigrantes mortos e um ferido mais cedo em Dallas, no Texas. O DHS também disse que o caso servia como "alerta para a extrema esquerda". As agências do governo federal acusam políticos contrários ao presidente Donald Trump de utilizar uma retórica violenta contra o ICE e as ações do serviço. Leia também: Ataque a tiros contra prisão do ICE no Texas deixa ao menos dois mortos As vítimas foram atingidas quando eram conduzidas para dentro da unidade. Nenhum agente do ICE ficou ferido.

  • Ataque a tiros contra prisão do ICE no Texas deixa ao menos dois mortos

    Imagens capturadas pelas câmeras de trânsito mostram o cerco policial ao presídio DALLAS - Dois imigrantes morreram e outro está gravemente ferido após um atque a tiros contra um centro de detenção do ICE em Dallas, no Texas, na manhã desta quarta-feira 24. O atentado aconteceu enquanto agentes transportavam um grupo de presos para dentro da unidade. De acordo com informações da Polícia de Dallas, um homem em posse de um rifle — que é apontado como responsável pelo crime — foi encontrado morto no telhado do escritório de um advogado de imigração que fica próximo ao local. Mas as autoridades não descartam a possibilidade de múltiplos atiradores terem colaborado para o atentado. "A investigação preliminar determinou que um suspeito abriu fogo contra um prédio do governo a partir de um prédio adjacente. Duas pessoas foram levadas ao hospital com ferimentos a bala. Uma vítima morreu no local. O suspeito morreu", informou a polícia no X. A Secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, publicou em suas redes sociais que o suspeito teria cometido suicídio e que detalhes do caso ainda estão sendo revelados, mas citou que "houve vários feridos e mortos”. "O atirador morreu em decorrência de um ferimento autoinfligido por arma de fogo. Embora ainda não saibamos o motivo, sabemos que as forças policiais do ICE estão enfrentando uma violência sem precedentes. Isso precisa acabar. Por favor, orem pelas vítimas e suas famílias", escreveu Noem. O atirador foi identificado mais tarde com Joshua Jahn, de 29 anos. Até agora não há nenhuma informação sobre a motivação nem quem era o alvo do ataque. Segundo o diretor do FBI, Kash Patel, uma das cápsulas de bala encontrada no local tinha a inscrição "ANTI-ICE". Nenhum agente do ICE ficou ferido no ataque. Segundo autoridades ligadas ao Serviço de Imigração, essa instalação do ICE tem sido alvo constante de manifestantes pró-imigração nos últimos meses. A CNN informou que a unidade manteve mais de 8 mil pessoas detidas temporariamente nos primeiros seis meses do governo do presidente Donald Trump. Se confirmado este número, esse é a maior população de detidos entre todas as unidades do ICE no país. A instalação também abriga o Escritório de Campo do ICE em Dallas, bem como a sede das tropas de fiscalização e remoção de imigrantes irregulares. No final de agosto, um homem identificado como Bratton Dean Wilkinson, de 36 anos, foi preso por ameaçar agentes no mesmo local com o que afirmou ser uma mochila explosiva. ** Da Redação com informações de agências **

  • Estátua de Trump de mãos dadas com Epstein aparece em Washington

    WASHINGTON - Uma estátua do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e do bilionário Jeffrey Epstein, condenado por pedofilia e morto em 2019, de mãos dadas surgiu nas proximidades do Congresso na capital do país. O republicano e o financista foram retratados sorrindo e cada um com uma perna levantada. Uma das placas da obra, que já foi removida, tinha a frase "melhores amigos para sempre", que recorda uma suposta carta de aniversário enviada por Trump para Epstein. "Em homenagem ao mês da amizade, celebramos os laços de longa data entre o presidente Donald Trump e seu 'amigo mais próximo' Jeffrey Epstein. Sobe som: 'Deve haver mais na vida do que ter tudo'", dizia a placa afixada na base da instalação em Washington D.C. Embora já tenha sido retirada pelas autoridades, a estátua atraiu diversos curiosos na capital americana, tanto que muitos tiraram fotos da obra. Ainda não há informações sobre os autores, mas não é descartado que tenha sido os mesmos que criaram a escultura de 2,4 metros representando um polegar dourado esmagando a icônica coroa verde da Estátua da Liberdade. ** Com Ansa **

  • Família acusa ICE de usar menina autista de 5 anos para prender pai

    A polícia de Leominster foi acionada e levou a criança até os pais LEOMINSTER - Uma família da Guatemala acusa o ICE de usar a filha de cinco anos com espectro autista para prender o pai em Leominster. Agentes mantiveram a criança na frente da casa, tentando sem sucesso persuadir o pai para que se entregasse. Edwards Hips Mejia foi preso dois dias após o incidente que aconteceu na semana passada. Segundo parentes, Mejia, que mora há 24 anos nos Estados Unidos, estava voltando do hospital para casa com a criança no dia 16 de setembro quando percebeu que estava sendo seguido. Ele conseguiu estacionar na driveway da família e correr para dentro do imóvel. A criança ficou para trás e os agentes disseram que ficariam com a menina até que os pais se aproximassem e mostrassem a identificação. As imagens que viralizaram na internet mostram agentes federais do lado de fora da residência com a menina. Com medo de serem presos, os imigrantes se limitaram a gritar para que os agentes deixassem a filha entrar em casa. A polícia de Leominster foi acionada e conduziu a criança até os pais. Dois dias depois Mejia foi preso pelo ICE e segue detido em Plymouth. Tricia McLaughlin, secretária assistente do Departamento de Segurança Interna (DHS), negou que os agentes usaram a menina como isca. "O alvo, Edwards Hip Mejia [sic], ignorou a ordem de parar de nossos agentes e foi para casa. Ao chegar, ele saiu correndo, mostrou o dedo do meio e se escondeu dentro da residência. Ele abandonou a filha de 5 anos no carro. Nossos agentes ajudaram a resgatar a criança ao relatar o abandono à polícia", escreveu McLaughlin nas redes sociais. A representante do DHS afirma que Mejia é criminoso e já foi acusado de violência doméstica. A mulher do imigrante nega essa acusação. A delegacia de Leominster confirmou que recebeu uma ligação de emergência de Mejia informando que estava sendo perseguido por homens que estavam com sua filha. O ICE também acionou a polícia para ajudar a resolver a situação com a menor. ** Com Agências **

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