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  • Tempestade de neve coloca quase 200 milhões de pessoas em alerta nos EUA

    NOVA YORK - Pelo menos 14 Estados estão em alerta durante o fim de semana para enfrentar uma nevasca que deve afetar quase 200 milhões de pessoas até segunda-feira. O diretor do Serviço Nacional de Meteorologia, Ken Graham, disse que "esta é uma tempestade perigosa", e afirmou que deve afetar quase 200 milhões de pessoas até segunda-feira. Mais de 9 mil voos foram cancelados nos Estados Unidos neste fim de semana, de acordo com o Flight Aware, um site de rastreamento aéreo Pelo menos 14 estados e o distrito federal declararam situação de emergência. Com isso, autoridades locais podem destravar mais recursos e mobilizar equipes para mitigar o impacto do evento climático. Trabalhadores despejaram sal nas estradas de várias regiões, uma medida que diminui as chances de acidentes ao dificultar a formação de gelo. O Serviço Nacional ainda alertou para o "acúmulo catastrófico de gelo" que pode atingir algumas regiões. O fenômeno ocorre quando a neve derrete e congela novamente, formando gelo no solo, e pode afetar as áreas sul e sudeste do país. À medida que a tempestade avança para o leste neste sábado e domingo (25), mais de meio centímetro de gelo pode se acumular em Atlanta, Charlotte e Raleigh, na Carolina do Norte, neste fim de semana, o que reflete a grande extensão do país que será impactada —1.500 km separam Oklahoma City de Charlotte. No domingo, de 10 a 20 centímetros de neve devem cair sobre a capital, Washington, além de Baltimore, Nova York e Boston. **Com Agências **

  • Brasileiro se declara culpado após morder e cuspir em agentes do ICE em Connecticut

    HARTFORD - Um brasileiro admitiu nesta quinta-feira, 22, ser culpado de atacar um agente do ICE após ser detido em Hartford, capital de Connecticut. O Departamento de Justiça (DOJ) dos Estados Unidos identificou o réu como Luis Peterson Ferreira Borges, de 25 anos. Ele segue preso desde o incidente em junho do ano passado. Segundo o processo, as autoridades americanas emitiram em outubro de 2023 um mandado de prisão contra Borges acusando-o de violar a Lei de Imigração e Nacionalidade. O brasileiro só foi preso no dia 25 de junho por agentes do ICE na rua Zion, em Hartford. O DOJ afirma que ele resistiu à prisão e ao ser colocado em uma viatura, Borges "chutou, se debateu e gritou obscenidades para os oficiais". Borges também tem um processo pendente no Tribunal Superior de Connecticut decorrente de uma prisão em setembro de 2023, um mês antes da emissão do mandado de prisão do ICE. Nesse caso, ele é acusado de agressão à segurança pública, emergência médica, transporte público ou pessoal de saúde; agressão em terceiro grau e intimidação baseada em intolerância ou preconceito de primeiro grau. A Manchete USA não conseguiu contato com a defesa de Borges até a publicação dessa matéria. **Com Agências **

  • Minneapolis vive dia de greve geral em protesto contra ações do ICE e do governo Trump

    Organizadores destacam que cidades vivem uma onda de solidariedade para parar ações truculentas (Foto: GI) MINNEAPOLIS - As cidades gêmeas de Minneapolis e St. Paul, que juntas concentram mais da metade da população de Minnesota, vivem nesta sexta-feira, 23, um dia de greve geral contra as operações anti-imigração do governo Donald Trump na região. Lojistas fecharam as portas de centenas de estabelecimentos e sindicatos convocaram trabalhadores a deixar seus locais de trabalho e participarem de manifestações contra o ICE no que chamaram de "dia da verdade e liberdade". Um dos organizadores da greve é o bispo evangélico Dwayne Royster. Ele observa que a situação nas cidades "é tensa e emocional, e muitas pessoas estão sofrendo". "Os moradores de Minnesota estão demonstrando hoje resistência e solidariedade como há muito não se via", afirma o religioso. As ações do governo Trump em Minnesota já duram três semanas e causaram uma onda de protestos depois que um agente do ICE matou a manifestante Renee Nicole Good no dia 7. A sensação de raiva que impulsiona os manifestantes aumentou essa semana depois que uma escola acusou agentes de usarem uma criança de 5 anos de idade como isca para prender imigrantes. O menino foi apreendido e levado para o Texas junto com o pai. Entre os incidentes que causaram revolta está também o de um homem que foi flagrado sendo retirado de dentro de casa, vestindo apenas um calção e uma manta, por agentes do ICE durante a nevasca de St. Paul mesmo sendo cidadão americano sem antecedentes criminais. Desde o início das operações, mais de 3 mil pessoas foram presas em protestos e acusadas de atacar agentes do ICE. Nesta quinta (22), três pessoas foram presas durante uma manifestação dentro de uma igreja. A Casa Branca divulgou uma foto do momento prisão de uma delas —a imagem foi manipulada por inteligência artificial para parecer que a ativista estava chorando. O Departamento de Segurança Interna (DHS), que controla o ICE, disse em nota na sexta que a greve é "loucura total". "Por que esses chefões de sindicatos querem nos impedir de retirar ameaças à segurança pública de suas comunidades?", diz o texto, que lista uma série de imigrantes em situação irregular que teriam cometidos crimes violentos. Na quinta, o vice-presidente, J. D. Vance, discursou em Minneapolis para defender os agentes do ICE. Ele acusou autoridades locais de semearem o caos ao se recusar a cooperar com os agentes federais. "A tragédia aqui é múltipla", disse Vance. "É a tragédia de que Renee Good perdeu a vida. E é a tragédia de que há agentes do ICE entrando em comunidades sem saber se, quando ligarem para a polícia, receberão apoio ou não. É isso que produz essa situação terrível." A greve acontece em um dia de temperaturas extremas: uma nevasca que atinge o meio-oeste dos EUA derrubou os termômetros na cidade para -27ºC, levando a um alerta para que as pessoas se protejam. **Com Agências**

  • Dólar caminha para pior semana no mundo desde junho

    Dólar segue em queda diante de insegurança dos investidores WASHINGTON - O dólar caminha para registrar sua pior semana desde junho, com a imprevisibilidade da condução da política nos Estados Unidos pressionando a moeda frente a outras divisas às vésperas da reunião do Federal Reserve na próxima semana. O índice Bloomberg Dollar Spot recuou para a mínima em três semanas nesta sexta-feira, 23, e acumula queda de 0,8% em cinco dias. Operadores de opções passaram a pagar um prêmio para se proteger contra novas perdas do dólar no próximo mês — uma reversão brusca em relação à semana passada, quando o sentimento altista em relação à moeda americana era o mais forte desde novembro. Os investidores foram sacudidos ao longo da semana depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, primeiro ameaçou impor tarifas à Europa no contexto de sua tentativa de obter a Groenlândia e, em seguida, abandonou a ideia de forma abrupta após fechar um acordo com o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos. O fato de o dólar estar em queda — mesmo com a alta dos rendimentos dos Treasuries, diante de apostas de que uma economia resiliente levará o Fed a manter os juros — sugere que os riscos políticos têm peso maior para a moeda do que a política monetária. “A distribuição dos retornos do dólar em 2026 quase certamente deve estar fortemente enviesada para o lado negativo neste momento”, escreveu em nota Brent Donnelly, presidente da Spectra Markets e ex-operador de câmbio. “O mundo está percebendo que o pesadelo da política dos EUA não acabou.” Os mercados de juros precificam dois cortes de 0,25 ponto percentual nas taxas ao longo deste ano e atribuem probabilidade quase nula a uma mudança já na próxima semana. A volatilidade de uma semana, que incorpora a decisão de política monetária do Federal Reserve em 28 de janeiro, subiu para o maior nível em mais de um mês. Os pedidos de auxílio-desemprego nos EUA ficaram praticamente estáveis na semana passada, mantendo-se em níveis baixos após a volatilidade do período de festas, segundo dados do Departamento do Trabalho divulgados na quinta-feira. Os pedidos iniciais aumentaram em 1 mil, para 200 mil, na semana encerrada em 17 de janeiro, enquanto a mediana das projeções em pesquisa da Bloomberg com economistas apontava para 209 mil. “O otimismo com o mercado de trabalho dos EUA ainda não é uma ameaça à nossa visão moderadamente pessimista para o dólar”, disse Pat Locke, estrategista de câmbio do JPMorgan em Nova York. “Os riscos associados a eventos de política nos EUA também inclinam o balanço para uma visão negativa para o dólar nas próximas semanas.” Em um sinal de para onde a atenção dos traders pode se voltar em seguida, Trump afirmou que concluiu as entrevistas com candidatos para assumir a presidência do Fed e reiterou que já tem um nome em mente para o cargo. **Com Bloomberg**

  • Trump minimiza hematoma na mão e diz que deu 'uma pancada na mesa'

    Mancha na mão de Trump visível urante a reunião do "Conselho da Paz" essa semana (Foto: AFP) WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a minimizar o aparecimento de hematomas pelo corpo, desta vez, visível em sua mão direita durante participação em reunião de seu Conselho de Paz em Davos, na Suíça, na quinta-feira, 22. "Dei uma pancada na mesa", respondeu ele a jornalistas, reforçando, ao mesmo tempo, que as manchas vistas em sua pele desde meados do ano passado costumam ser resultado do uso elevado de aspirina. "Eu diria que tomem aspirina se estiverem preocupados com o coração, mas não tomem se não quiserem ter um pequeno hematoma", declarou o mandatário de Washington. "Eu tomo uma dose alta de aspirina, e dizem que quando se toma aspirina nessa dose, aparecem hematomas", acrescentou. Segundo o republicano, o "médico" lhe teria dito que ele "não precisa tomar aspirina" porque sua "saúde está ótima". "Mas eu falei a ele [médico] que não quero correr nenhum risco", ressaltou Trump. No início de janeiro, o chefe de Estado americano já havia justificado as manchas em seu corpo ao uso do medicamento em entrevista ao Wall Street Journal. Na ocasião, Trump revelou usar maquiagem para esconder os hematomas. Além das marcas persistentes, o presidente dos EUA também já foi flagrado com inchaço nos tornozelos e há relatos de que ele tenha dificuldade em manter os olhos abertos em eventos públicos, levantando questionamentos sobre seu real estado de saúde. **Com Ansa**

  • Memorando autoriza agentes do ICE a invadir residências para prender imigrantes

    WASHINGTON - Autoridades federais de imigração dizem ter amplo poder para entrar à força nas casas das pessoas sem mandado de um juiz e colocam em xeque os limites constitucionais, de acordo com um memorando interno do ICE obtido essa semana pela agência de notícias Associated Press. O documento - assinado pelo diretor interino do ICE, Todd Lyons, em 12 de maio de 2025 - autoriza os agentes do ICE a usar a força para entrar numa residência com base num mandado administrativo para prender alguém com uma ordem final de remoção, uma medida que especialistas avaliam entrar em conflito com as proteções da Quarta Emenda da Constituição dos Estados Unidos. Durante décadas, os defensores dos imigrantes, grupos de assistência jurídica e governos locais instaram as pessoas a não abrirem as suas portas aos agentes de imigração, a menos que lhes fosse mostrado um mandado assinado por um juiz. Essa orientação se baseia em decisões do Supremo Tribunal que geralmente proíbem as autoridades de entrar numa casa sem autorização judicial. Nos últimos meses, denúncias apontam que até americanos foram presos pelo ICE dentro de suas casas. Em nenhuma das ações, os agentes apresentaram um mandado judicial. O memorando afirma que “embora o Departamento de Segurança Interna (DHS) dos EUA não tenha historicamente confiado apenas em mandados administrativos para prender estrangeiros sujeitos a ordens de remoção definitivas em sua residência, o Escritório do Conselho Geral do DHS determinou recentemente que a Lei de Imigração não depende da Constituição americana para proibir regulamentos para fins de controle”. Quando questionada sobre a diretriz, a porta-voz da Segurança Interna, Tricia McLaughlin, disse em comunicado enviado por e-mail à AP que “todos atendidos pelo departamento com um mandado administrativo já receberam o devido processo completo e uma ordem final”. Tricia afirmou que os agentes responsáveis pelas ações também encontraram uma causa provável para prender a pessoa e que tanto a Suprema Corte como o Congresso “reconheceram a adequação dos mandados administrativos em casos de execução de imigração”, sem dar mais detalhes. Uso da força O memorando, usado no treinamento de recrutas, diz que os agentes do ICE podem entrar à força nas casas e prender imigrantes usando um mandado administrativo assinado - conhecido como I-205 - se tiverem uma ordem de remoção final emitida por um juiz de imigração, pelo Conselho de Apelações de Imigração ou por um magistrado distrital. Segundo a normativa, os policiais devem primeiro bater na porta e contar quem são e por que estão na residência. Eles são limitados em termos de horários em que podem entrar na casa – depois das 6h e antes das 22h. As pessoas que estão no interior do imóvel devem ter “uma chance razoável de agir legalmente”. Mas se isso não acontecer, diz o memorando, eles podem usar a força para entrar. “Se o estrangeiro recusar a entrada, os agentes do ICE devem usar apenas a quantidade necessária e razoável de força para entrar na residência do estrangeiro, após dar a devida notificação da autoridade”, afirma o documento. **Com Agências **

  • Criança de cinco anos é detida pelo ICE ao voltar da escola em Minnesota

    Autoridades escolares dizem que menino foi usado como isca para prender outros membros da família MINNEAPOLIS - Uma criança de cinco anos foi detida pelo ICE ao regressar da escola em Minneapolis, no Minnesota, gerando críticas de autoridades educacionais e defensores de direitos de imigrantes. O menino, identificado como Liam Ramos, aluno do pré-escola do distrito escolar de Columbia Heights foi abordado por agentes federais na terça-feira, juntamente com o pai,   Adrian Alexander Conejo Arias , no momento em que chegavam à própria residência. Segundo a secretaria de Educação, pai e filho equatorianos foram levados posteriormente para um centro de detenção no estado do Texas. A abordagem ocorreu logo após a criança desembarcar do transporte escolar. Em comunicado, a diretora distrital, Zena Stenvik, afirmou que a ação causou forte impacto na comunidade escolar. Em entrevista, ela contou que um dos agentes do ICE retirou a criança do carro e pediu que batesse à porta da casa para verificar se havia outras pessoas no interior. "Um agente retirou Liam do carro, levou-o até a porta de casa e pediu que batesse para ver se havia mais alguém, basicamente usando uma criança de cinco anos como isca", afirmou. Stenvik disse ainda que tentou assumir temporariamente a custódia da criança para evitar sua detenção, mas o pedido foi recusado pelos agentes. "Por que deter uma criança de cinco anos? Não podem dizer que essa criança é classificada como um criminoso violento", declarou. Questionada sobre o relatório, a porta-voz do Departamento de Segurança Interna, Tricia McLaughlin, deu outra versão sobre o incidente. "O ICE NÃO teve como alvo uma criança", afirmou em um comunicado. "Quando os agentes se aproximaram de Adrián, ele fugiu a pé, abandonando seu filho. Para a segurança da criança, um de nossos agentes permaneceu com ela enquanto os outros detinham Conejo Arias", alegou a porta-voz. Família tem pedido de asilo ativo De acordo com o advogado da família, Marc Prokosch, tanto o pai quanto o filho entraram legalmente nos Estados Unidos e possuem um processo de asilo em andamento. Segundo ele, não existe qualquer ordem de deportação contra os dois. A "família fez tudo o que era exigido pelas regras. Não vieram ilegalmente. Não são criminosos", afirmou o advogado. Além de Liam, há relatos da prisão de pelo menos outros três menores pelo ICE em Minnesota. "**Com Agências **

  • Trump lança 'Conselho de Paz' com críticas à ONU

    DAVOS - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou oficialmente nesta quinta-feira, 22, em Davos, na Suíça, o assim chamado "Conselho de Paz" para a Faixa de Gaza, iniciativa ainda vista com desconfiança por boa parte da comunidade internacional. A cerimônia teve a participação de duas dezenas de líderes que já aderiram ao projeto, como o presidente da Argentina, Javier Milei, e o premiê da Hungria, Viktor Orbán, em meio às suspeitas de que o republicano deseja criar uma espécie de ONU paralela subordinada a ele mesmo. "Estamos comprometidos para que Gaza seja desmilitarizada e bem governada. Por isso lançamos o Conselho da Paz, vai ser algo lindo de vivenciar. Uma vez que o conselho estiver completo, vamos fazer isso em conjunto com as Nações Unidas", disse Trump, crítico feroz da ONU e que já rompeu com várias de suas instituições. "Eu sempre disse que as Nações Unidas têm um potencial incrível, mas elas não usam esse potencial. Estamos aqui diante de uma grande oportunidade de encerrar décadas de sofrimento e guerra com uma paz gloriosa para toda a região", acrescentou. A iniciativa tem como pano de fundo a frustração do presidente dos EUA por não ter sido laureado com o Nobel da Paz, apesar de sua reivindicação de ter encerrado oito conflitos pelo mundo. Dezenas de líderes foram convidados para o conselho e, segundo a Casa Branca, 35 já confirmaram adesão. Na Europa, países como França, Noruega e Suécia rejeitaram o convite, enquanto Alemanha, Itália e Reino Unido veem o projeto com reticência e não participaram da cerimônia em Davos. Brasil, China e Rússia também hesitam em aderir. Outro convidado é o papa Leão XIV, que ainda não respondeu. O Conselho da Paz foi criado por Trump com o objetivo inicial de supervisionar a reconstrução e a gestão de Gaza após a ainda incerta desmilitarização do Hamas, porém não se limitaria ao enclave palestino e poderia também atuar em outros locais de conflito. Trump será presidente vitalício desse organismo, que tem uma cota de US$ 1 bilhão por um assento permanente. O dinheiro arrecadado será administrado pelo próprio líder americano, mas não está claro que fim terão esses recursos. "O Conselho de Paz pode ser um dos organismos mais importantes já criados. Eu o levo muito a sério, e todos os países querem fazer parte", assegurou Trump. . **Com Ansa**

  • 'O Agente Secreto' recebe quatro indicações ao Oscar 2026

    LOS ANGELES - "O agente secreto" recebeu quatro indicações ao Oscar na manhã desta quinta-feira, 22, e se tornou o filme brasileiro com maior número de nomeações junto a "Cidade de Deus" (2002). O longa-metragem de Kleber Mendonça Filho protagonizado por Wagner Moura concorre nas seguintes categorias: melhor filme, melhor filme internacional, melhor ator (Wagner Moura) e melhor elenco. Ignorado no Oscar de filme internacional em 2003, "Cidade de Deus" voltou para fazer história no ano seguinte ao receber indicações para melhor direção (Fernando Meirelles), melhor roteiro adaptado (Bráulio Mantovani), melhor fotografia (César Charlone) e melhor montagem (Daniel Rezente). Antes, em 1986, "O beijo da Mulher Aranha" também foi indicado em quatro categorias: melhor filme, melhor ator (William Hurt), melhor direção (Hector Babenco) e melhor roteiro adaptado (Leonard Schrader). O filme é uma coprodução entre Estados Unidos e Brasil. “O agente secreto” se passa no final dos anos 1970, em meio ao regime militar. Wagner Moura interpreta Marcelo, um professor universitário e especialista em tecnologia, que volta a Recife, sua cidade natal após anos afastado, vivendo em São Paulo, fugindo de seu passado misterioso. A 98ª cerimônia do Oscar acontece no dia 15 de março, em Los Angeles, com apresentação de Conan O'Brien. **Com Agências **

  • Brasileiro de 17 anos assina contrato com Boston Red Sox

    Pereira é considerado uma promessa na MLB BOSTON - O brasileiro Claudio Pereira, de 17 anos, faz história ao assinar contrato com o Boston Rex Sox e entrar para a Major League of Baseball. Ele chega aos Estados Unidos por um bônus de US$ 500 mil. O arremessador é considerado um dos maiores talentos do beisebol da América Latina e um dos jovens prodígios do esporte no Brasil. A assinatura do contrato com o Red Sox aconteceu na quinta-feira (15) com a presença do diretor de operações de beisebol, Craig Breslow, do agente Giovanny Cordero e dos pais de Pereira. “Quero agradecer primeiramente a Deus por me permitir viver este momento tão especial. Realizar este sonho não é só uma conquista minha, é o resultado de tudo o que minha família fez por mim — do sacrifício, do apoio e da fé que nunca faltaram. Obrigado a cada pessoa que acreditou em mim quando poucos acreditavam, que me incentivou nos momentos difíceis e que nunca deixou eu desistir. Cada palavra, cada treino e cada esforço valeram a pena. Hoje começo um novo capítulo da minha vida, representando o Brasil com orgulho e levando comigo tudo o que aprendi ao longo dessa caminhada. Isso aqui é só o começo”, escreveu o jovem no Instagram. O paulista, de Marília, , tem 1,95m chama atenção pelo porte físico e pela força no braço. Com três arremessos principais no arsenal, o jogador se destaca pela bola rápida, que consegue atingir consistentemente a marca de 80 mph (130 km/h). Brasileiro de 17 anos estava acompanhado pelos pais na hora de assinar contrato com o Boston Red Sox Os avaliadores dos Red Sox acreditam que Pereira terá um salto de evolução após se integrar ao grupo de desenvolvimento de arremessadores da franquia. **Com Agências**

  • Cresce epidemia de sarampo nos EUA com aumento de casos na Carolina do Sul

    Casos de sarampo aumentam à medida que a procura por vacinas diminui WASHINGTON - A epidemia de sarampo continua se propagando nos Estados Unidos com um surto na Carolina do Sul que já ultrapassa os 600 casos, reportaram as autoridades nesta terça-feira, 20. O país enfrenta o seu pior surto da doença em mais de 30 anos em meio a uma desconfiança pública com as vacinas. Os EUA registraram mais de 2.200 casos de sarampo e três mortes no ano passado e as infecções continuam aumentando em 2026. Na Carolina do Sul, foram registrados 88 diagnósticos desde a sexta-feira (16), segundo informações do departamento de saúde local, o que elevou o número de infecções para 646 desde que o surto foi detectado no segundo semestre do ano passado. A maioria dos infectados não foi vacinada, informou o departamento de saúde. Os casos foram detectados em escolas do ensino fundamental, médio e técnico, bem como em duas universidades. O secretário de Saúde dos EUA, o cético em relação às vacinas Robert F. Kennedy Jr., é acusado de contribuir para a crise de saúde ao alimentar o temor sobre os imunizantes. O sarampo provoca febre, problemas respiratórios e erupções cutâneas. Em alguns casos, pode causar pneumonia e encefalite, e pode ser letal. **Com AFP**

  • Líderes de Minnesota são intimados em investigação criminal sobre oposição à ações do ICE

    Frey e Walz enfrentam o governo federal para expulsar agentes do ICE das ruas WASHINGTON - O Departamento de Justiça dos Estados Unidos intimou nesta terça-feira, 20, os gabinetes do governador e do procurador-geral de ‌Minnesota e os prefeitos de Minneapolis e St. Paul, enquanto avaliava se a oposição pública ‌deles ao aumento da fiscalização da imigração do presidente Donald Trump nessas cidades constitui um crime. Uma das intimações do júri, compartilhada com a mídia pelo prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, ordena que o guardião de registros de seu gabinete produza documentos desde o ‍início de 2025 relacionados à "cooperação ou falta de cooperação com as autoridades federais de imigração". As intimações do grande júri federal foram entregues a seis escritórios de democratas estaduais e locais, de acordo com um integrante do Departamento de ‌Justiça, incluindo os do governador Tim Walz e do procurador-geral ‌Keith Ellison. Trump, um republicano, enviou milhares de agentes da Patrulha de Fronteira e do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) para a área de Minneapolis nas últimas semanas para realizar rondas de deportação, sem precedentes em escala, que levaram a vários encontros violentos com os residentes. Os agentes carregavam rifles pelas ruas nevadas da cidade, vestidos com camuflagem de estilo militar, equipamento tático e máscaras, atraindo protestos barulhentos, mas em sua maioria pacíficos, dos moradores. Walz e Frey denunciaram as operações do ICE como um teatro político imprudente que estava colocando o público em risco e foi projetado para provocar o caos que Trump usaria como pretexto para exercer uma demonstração de força ainda maior. Embora tenha pedido aos manifestantes que permaneçam ordeiros, Walz também incentivou abertamente os cidadãos a gravarem vídeos de quaisquer prisões ou outros encontros entre agentes do ICE e membros do público para criar um banco de dados para possíveis "processos futuros" ‌de irregularidades cometidas por agentes federais. As autoridades do governo Trump acusaram Walz e Frey de fomentar deliberadamente a interferência nas operações do ICE em "conluio" com agitadores antigoverno, o que o governador nega. Autoridades do Departamento de Justiça não responderam imediatamente aos pedidos de comentários adicionais. **Com Reuters**

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