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- Americana causa acidente e mata dois brasileiros em Methuen
METHUEN - A americana Katrina Nguyen, acusada de ser responsável pelo acidente que causou a morte de dois brasileiros, alegou inocência durante o seu indiciamento na manhã desta segunda-feira, 4, na Corte Superior do Condado de Essex em Lawrence, Massachusetts. A mulher de 26 anos vai responder por dois homicídios, abandono do local do acidente que resultou em morte, feridos e danos materiais, além de dirigir com a carteira de habilitação suspensa. A acusação afirma que Katrina provocou a colisão na Rota 495, na altura de Methuen, na manhã de sábado, 2, e fugiu. "Ela dirigia alcoolizada e sem licença", ressalta a promotoria. Segundo a promotora Jessica Fleet, a mulher foi a duas festas e um lounge na noite da sexta-feira, 1, ficando até a manhã de sábado, pouco antes de bater seu SUV em uma caminhonete com quatro homens . O acidente aconteceu, segundo o boletim de ocorrência, pouco depois das 6 horas. Uma testemunha disse à polícia que Katrina passou por ela a quase 160 km/h, fez uma curva fechada à esquerda, atingiu a caminhonete e foi embora. O veículo dos brasileiros capotou no canteiro central e bateu em uma árvore. A testemunha seguiu Katrina e acionou a polícia. Câmeras de segurança mostram a ré abandonando o carro em Haverhill. Ela saiu pela porta do passageiro porque o lado do motorista estava muito danificado. Katrina se entregou à delegacia de Lawrence por volta do meio-dia do sábado e ainda "cheirava à álcool", cita o boletim de ocorrência. A motorista não tem histórico criminal, mas uma ficha extensa de infrações no trânsito. Katrina pode responder o processo em liberdade se pagar uma fiança de US$ 200 mil. Nesse caso, ela não pode dirigir nem sair de casa. A ré volta à Corte no dia 26 de novembro. A caminho do trabalho Kenny Milanez, de 41 anos, e Celso Diaz, de 37 anos, ambos de Worcester, morreram no local. Milanez deixa mulher e quatro filhos; Diaz deixa mulher e dois filhos. Outros dois brasileiros, Bruno Viana e Tiago Silverio Pereira foram socorridos e levados ao hospital. As vítimas estavam a caminho do trabalho em New Hampshire. SERVIÇO: Foi criada uma página no Go Fund Me para arrecadar doações para ajudar as famílias.
- Esteticista brasileira é indiciada por importação e venda de medicamento falso
STOUGTHON - Horas depois de ser presa, a brasileira Rebecca Fadanelli foi indiciada na tarde desta sexta-feira, 1, na Corte Federal de Worcester por importação ilegal, distribuição e venda de medicamentos e dispositivos falsos. A esteticista de 38 anos vai responder o processo em liberdade após pagar a fiança de US$ 10 mil e se comprometer a "não contratar uma enfermeira, não injetar e nem vender ilegalmente medicamentos falsificados". Segundo a Procuradoria Geral de Massachussetts, a dona do Skin Beaute Med Spa, em Easton e Randolph, comprava os produtos da China e do Brasil desde 2021. Nesse período, milhares de pessoas foram submetidas aos procedimentos com Botox, Sculptra e Juvederm falsos, rendendo mais de US$ 900 mil para a Rebbeca. O processo indica que a brasileira afirmava aos funcionários e pacientes que era enfermeira. Ela comprava frascos de Botox do site Alibaba por US$ 50, preço muito abaixo do mercado que gira em torno de US$ 650. A investigação da FDA (sigla em inglês para a Agência Reguladora de Alimentos e Drogas no país) começou após uma cliente apresentar uma queixa em setembro de 2022. A pessoa contou que fez um “preenchimento labial” com Rebecca no spa de Randolph. A denunciante disse que a brasileira usou a mesma seringa para injetar uma substância desconhecida em seus lábios e entre as sobrancelhas, provocando inchaços e formigamento. A vítima alega que solicitou a prescrição da substância administrada, mas nunca lhe foi fornecida. Mesmo antes da denúncia na FDA, Rebbeca já estava sendo investigada pelo Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos. A Polícia de Fronteira (CBP) apreendeu pacotes enviados para a suspeita do exterior que continham medicamentos ilegais Rebecca também foi flagrada no aeroporto internacional do Logan, em Boston, voltando do Brasil com injetáveis ilegais e quando os agentes revistaram os spas em Randolph e South Easton encontraram cosméticos falsos. A brasileira admitiu a compra dos medicamentos de um fornecedor chinês através do Alibaba e afirmou desconhecer se eles eram aprovados pela FDA. O Procurador federal Josua Levy enfatiza que Rebecca "colocou pacientes inocentes em risco por anos ao se apresentar como enfermeira e administrar milhares de injeções ilegais e falsificadas". Levy observa que o engano alegado por Rebecca “é ilegal, imprudente e potencialmente fatal.” Pela acusação de importação de mercadorias ilegais, a brasileira pode pegar até 20 anos de prisão além de pagar multa de US$ 250 mil. Já para cada uma das denúncias de venda ou distribuição intencional de medicamento ou dispositivo falsificado a sentença prevista é de até dez anos de prisão e multa de US$ 250 mil. SERVIÇO: As pessoas que acreditam te recebido um medicamento falsificado nos spas deve preencher um questionário no site da FDA .
- Horário de verão termina nos EUA e fuso para o Brasil aumenta em uma hora
WASHINGTON - Desde às 2 horas da madrugada deste domingo, 3, os relógios atrasaram uma hora nos Estados Unidos e a diferença do fuso horário aumenta em relação ao Brasil. Com o fim do horário de verão, a Costa Leste dos EUA passará a ficar duas horas atrás de Brasília; a zona central, que inclui Chicago (Illinois), três horas; a zona das montanhas, que inclui Denver (Colorado), quatro horas; e zona do Pacífico, que inclui Seattle (Washington) e Los Angeles (Califórnia), cinco horas. Horário de verão termina nos EUA e fuso para o Brasil aumenta em uma horaNo dia 9 de março, os relógios voltam ao horário de verão.
- Campanha para a Casa Branca em Valadares destaca voto no exterior
GOVERNADOR VALADRES - A movimentação na cidade mineira de Governador Valadares na campanha para presidente dos Estados Unidos chama a atenção para a importância dos votos de americanos que votam no exterior e destaca o clima eleitoral na corrida pela Casa Branca. Enquanto apoiadores de Donald Trump clamam para uma suposta fraude eleitoral, os simpatizantes de Kamala Harris focam em pautas sociais progressistas. A participação valadarense na escolha do presidente americano começou na eleição passada. A cidade é conhecida pelo alto índice de emigração de seus habitantes para os EUA. Segundo dados oficiais, são cerca de 6,5 milhão de eleitores que vivem fora do país e pelo menos 1,6 milhões votam em Estados decisivos. Em 2020, a eleição foi decidida por apenas 44 mil votos nos quatro pólos principais, o que torna os eleitores no exterior indispensáveis dessa vez. Na Pensilvânia, Carolina do Norte e Michigan, Republicanos entraram na Justiça contra os votos do exterior uma vez que esses eleitores mostram uma tendência em votar na candidata da oposição, Kama Harris. Para votar de fora do país, é preciso ter laços em um Estado. "Se não tiver um parente que ainda more nos Estados Unidos, vale como residência o último local que viveu.", destaca o Programa Federal de Assistência ao Eleitor (FVAP, na sigla em inglês). O voto tem que ser enviado pelo correio até 5 de novembro e chegar nos EUA até o dia 10 para ser contabilizado. SERVIÇO - Para poder votar do exterior, tem que se registar para votar no seu Estado e solicitar as cédulas eleitorais. O processo pode ser feito pelo www.FVAP.gov .
- Autoridades dão dicas de segurança para a noite de Halloween
NOVA YORK - Para garantir a segurança da tradição de decorar as casas e distribuir doces nesta quinta-feira, 31, noite de de Halloween, as autoridades emitiram alertas em todo os Estados Unidos. A primeira dica é consultar os sites e redes sociais das polícias locais e prefeituras para obter informações específicas. O horário da brincadeira pode variar de cidade para cidade, mas, em regra geral, vai das 16 horas e 20 horas. "O ideal é não passar das 20h30", avisa o Departamento de Polícia em Boston, em Massachusetts. As crianças menores de 12 anos devem estar sempre acompanhadas de um adulto e os responsáveis são orientados a verificar se os doces e chocolates estão vedados e seguros para o consumo. Além disso, os motoristas devem redobrar a atenção. O capitão Brian Leer, do Condado de Boone, em Montana, enfatiza que "as crianças estão distraídas em busca de doces e esquecem dos carros". Já para os pais, Leer orienta que vistam os filhos com adereços reluzentes. "As fantasias geralmente são escuras e durante à noite dificulta a visualização da criança em tempo hábil para evitar um acidente".
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