Filha de Vampeta diz que não teve acesso a remédios em prisão na Flórida
- Rádio Manchete USA

- há 1 dia
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MIAMI – A filha do ex-jogador Vampeta, Giovanna Batista Santos, de 23 anos, afirma ter ficado 24 horas sem acesso à medicação essencial para evitar a rejeição ao transplante do coração durante o tempo que ficou presa após o marido acusá-la de violência doméstica na Flórida na semana passada. A brasileira nega as acusações.
Giovanna foi detida na noite de 28 de julho e liberada mediante o pagamento de uma fiança de US$ 500 na manhã de quinta-feira (30). Ela precisou ser hospitalizada assim que deixou a cadeia e permaneceu dois dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Segundo Giovanna, na noite anterior à discussão, Caio Tavares, com quem está casada desde março de 2025, teria dito que dormiria no sofá ao lado da prima, "de conchinha", justificando que os dois faziam isso desde a infância.
A jovem afirma que, durante o desentendimento, teria sido intimidada pelo companheiro.
Ela relata que pediu para que ele deixasse o apartamento e, em seguida, foi empurrada.
Ainda de acordo com Giovanna, Tavares saiu do imóvel em Derfield Beach e acionou a polícia, alegando que havia sido agredido por ela. A jovem acabou presa, apesar de apresentar lesões.
Além do episódio de violência, Giovanna relatou que sua condição de saúde teria sido agravada durante o período em que permaneceu detida. Transplantada do coração, ela disse que não recebeu os medicamentos essenciais para evitar rejeição do órgão embora os autos da Corte revelem que o juíz Chris Brown ordenou que a brasileira fosse vista por um médico e medicada.
A interrupção do tratamento comprometeu o estado de saúde da mulher. "Após minha liberação, minha família precisou acionar o serviço de emergência (911) devido ao agravamento do meu estado. Fui levada diretamente ao hospital, onde permaneço recebendo atendimento médico."
Em tempo: Ela vive na mesma região onde residem a mãe, Roberta Soares Galiza, e a irmã mais velha, Gabriela.
Giovanna afirmou ainda que foi informada de que não poderá retornar ao apartamento onde vivia e que o marido permaneceu com seus documentos. "Meu marido também reteve meus passaportes, deixando-me sem acesso aos meus documentos pessoais de identificação e de viagem."
"Casei-me com meu marido porque o amava e acreditava que estávamos construindo um futuro juntos. Permanecemos casados por aproximadamente dois anos. Durante todo esse período, confiei plenamente nele e jamais imaginei que nosso relacionamento terminaria da forma como terminou. Olhando para trás, hoje acredito que ele pode ter se casado comigo principalmente para obter benefícios imigratórios, e não porque realmente desejava construir uma vida ao meu lado", declarou.
** Da Redação com Agências **

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